Agenda Março

 

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do CCMJ. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira #CCMJcomVc

 

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) programou uma série de atividades para a 17ª Semana da Justiça pela Paz em Casa e durante todo o mês da Mulher, confira a programação logo abaixo!

CCMJ | MÚSICA

Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a parceria do programa Música no Museu, recebe o Festival Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais, realizado pelo Instituto Cultural Música no Museu, através da Lei Aldir Blanc. O Festival apresenta, nos meses de fevereiro e março, um novo programa reunindo a obra dos grandes compositores brasileiros, permeando o clássico e o popular, ressaltando a produção musical brasileira através de seus nomes mais importantes, onde o erudito e o popular se fundem e a alma brasileira é o pano de fundo deste encontro especial.

Paralelamente e no contraponto, serão apresentados concertos virtuais com obras dos gênios internacionais Puccini, Bach, Haendel, Vivaldi, Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Debussy, Stravinsky, Bartók, Britten, Ravel, Prokofiev, dentre outros dos séculos passados, gerando um contraste com a obra brasileira. Este contraponto enriquecerá todo o programa e ampliará o seu universo cultural.

Serão apresentadas, também, obras destacadas de Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos, Francisco Mignone, Ari Barroso, Ernesto Nazareth, Radames Gnatalli, Jacob do Bandolim, ao lado dos gênios internacionais e uma homenagem especial a Beethoven, no prosseguimento das comemorações dos seus 250 anos realizadas em 2020.

 

Até 21 de março

Concertos exibidos às 13h

Para assistir, acesse:
No facebook:
https://www.facebook.com/musicanomuseufan
https://www.facebook.com/Rio-Harp-Festival-101743094976115
https://www.facebook.com/cedrorosadigital.com.br/
No youtube:
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ
Ou acesse www.radiomusicanomuseu.com

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Sofia começou a cultivar o desejo de encontrar o paradeiro do irmão perguntando por ele no último lugar onde ele parecia ter estado: o sul do Pará, onde ocorrera a Guerrilha do Araguaia.”
Palavras cruzadas, de Guiomar de Grammont

Em nosso próximo encontro do Leituras no Palácio, no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, celebraremos o marco histórico conversando sobre Palavras cruzadas, romance de Guiomar de Grammont, com a participação da premiada autora mineira, ganhadora do Prêmio Casa de las Américas, pelo livro de contos O fruto do vosso ventre. Em nossa Sala Virtual, às 17h, por intermédio da discussão da narrativa de Grammont, cuja protagonista é uma mulher, a jornalista Sofia, abordaremos as formas da violência estatal (tortura, cárcere, assassinato, etc.) relacionadas à época da ditadura militar brasileira, que não pouparam mulheres nem crianças.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

8 de março, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: http://bit.ly/leiturasnopalacio_convida

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte: especial Dia Internacional da Mulher

O “Fazendo Arte por Toda Parte” do dia 11/03 fará uma homenagem ao “Dia Internacional da Mulher”, onde a artista plástica Isabela Francisco ensinará como desenhar uma rosa vermelha, símbolo do amor!

Mulher
Não importa cor, tamanho, ofício, ou nível social.
Desde que chegamos para visitar este mundo somos embalados por sua voz, que nos acolhe com seu timbre de cuidado e carinho!
Ela por si só existe e coexiste com todas as artimanhas impetradas pela vida!
Lutando constantemente contra os dragões que fazem questão de se tornar presentes diariamente, ela vai matando um a um com sua persistência inabalável!
O tempo inteiro escala montanhas altíssimas, nada por mares impiedosos, percorre léguas sem nunca esmorecer, sempre tentando alcançar, muitas vezes o inalcançável, mas tenta...
Luta pelo seu espaço, luta pelo seu ventre, luta pelo seu poder de ser quem quer ser!
Nada a faz desistir! Enquanto há vida há força, há garra, há algo que queima por dentro e a faz trilhar o seu caminho.
Ser quem quer ser é imprescindível e ela vai fazer por onde conseguir chegar!
Mulher!!
Hoje é o seu dia! Que você conquiste o mundo, pois ele merece ter você como parceira!

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

11 de março, quinta-feira

Aula na página canal “Artista Isabela Francisco”: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | CONVIDA

Lançamento da Antologia “Crônicas da Quarentena”

A antologia Crônicas da Quarentena (Edições Cândido) é composta por textos de dezessete autores. O livro nasce de encontros virtuais de Escrita realizados por Eduardo Barbosa, onde ele deu aulas sobre a crônica, falando das características e da trajetória desse tipo de texto na Literatura Brasileira.

No livro, o leitor irá se deparar com registros de uma época: o ano de 2020. Registros feitos com a linguagem literária, repletos de humor, lirismo, memórias, imaginação, ironia, crítica... há tanto de muito nessas crônicas da quarentena.

O evento conta com a organização de Eduardo Barbosa, mediação de Siléa Macieira e a apresentação do Des. Wagner Cinelli.

O encontro fará parte das homenagens ao “Dia Internacional da Mulher”. A obra contempla 17 cronistas em que 14 são mulheres, com a mediação de Siléa Macieira.

16 de março, terça-feira, das 17h às 19h

Para participar, acesse: http://bit.ly/cronicasdaquarentena

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Tem o analfabetismo. A multiplicação das favelas. Os retirantes, dê um passeio pelas rodoviárias, escute o que essa gente fala.”
As meninas, de Lygia Fagundes Telles

Em nosso próximo encontro do Leituras no Palácio, no dia 22 de março, às 17h, ainda como extensão da celebração do Dia Internacional da Mulher, conversaremos sobre o livro “As meninas”, consagrado romance de Lygia Fagundes Telles.

Na Sala Virtual do clube, discutiremos, entre outros temas, a partir da leitura de contundente depoimento presente nessa narrativa, uma das práticas do regime militar brasileiro, a tortura, fantasma ainda a ser confrontado em nossos dias.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

22 de março, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVERSAS

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher

No mês de março, continuando as homenagens do Dia Internacional da Mulher, o programa terá como tema “Mulheres: História e Luta”, onde serão abordadas as conquistas, os desafios e os marcos históricos pelos quais as mulheres passaram na busca pelos seus direitos. Um panorama para refletirmos sobre o que foi conquistado e debatermos o posicionamento da mulher diante de tantas limitações e preconceitos que ainda se fazem presentes em pleno século XXI.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

25 de março, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Cecília Meireles

““Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa.”
Versos de “Motivo”, poema do livro Viagem, de Cecília Meireles.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 7ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Cecília Meireles, em formato virtual, no dia 26 de março, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nessa edição, o Sarau das Musas celebrará os 120 anos de nascimento da autora de Romanceiro da Inconfidência em uma conversa literária com a presença das professoras Anélia Pietrani (UFRJ) e Darlene J. Sadlier (Indiana University-Bloomington), estudiosas da obra de Cecília. As convidadas também lerão seus poemas preferidos e os mais representativos da poeta homenageada.

Além de conversar com as pesquisadoras, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, tenham alguma relação com os temas da poesia de Cecília Meireles.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do museu como casa ou templo das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da coordenação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

AVISO: O Sarau das Musas foi adiado para o dia 9 DE ABRIL, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: em breve

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Paulo Dourado de Gusmão

Natural do Rio de Janeiro, nascido em 2 de maio de 1919, Paulo Dourado de Gusmão diplomou-se em 1943 pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil. Em 1946, foi nomeado advogado de ofício do Distrito Federal, cargo subordinado ao procurador-geral e sujeito à disciplina do Ministério Público. Em sua entrevista, abordou os motivos que o fizeram se interessar pelo Direito, o desenvolvimento e os fatos marcantes de sua carreira, como o seu ingresso no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em 1978, e sua posterior eleição para a presidência do mesmo, no biênio 1985-1986. Publicou diversos livros na área do Direito. Aposentou-se em 28 de abril de 1989, vindo a falecer em 11 de abril de 2016.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valladares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 28 de março, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre