Museu de Justiça com Você

O Museu da Justica apresenta sua programação virtual, para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.

 

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Os Evangelhos: nova tradução de um clássico

“E percorria Jesus as cidades todas e as aldeias em torno ensinando nas congregações deles e apregoando o bom anúncio do reinado e tratando toda doença e toda enfermidade.”
Evangelho Segundo Mateus, tradução de Marcelo Musa Cavallari.

Em sua sétima edição, realizada em 15 de dezembro de 2021, e intitulada "Os Evangelhos: nova tradução de um clássico", o Humanitas contou com a presença do tradutor, escritor e jornalista Marcelo Musa Cavallari, responsável pela mais recente tradução dos Evangelhos para a língua portuguesa, e do prefaciador dessa tradução, João Angelo Oliva Neto, pesquisador, doutor e mestre em Letras Clássicas pela USP, além de professor na graduação de Língua e Literatura Latina, e na pós-Graduação de Letras Clássicas da mesma instituição.

Os convidados discutiram a pertinência e relevância intelectual de, na atualidade, ler ou reler Os Evangelhos, clássico fundador da mentalidade e visão de mundo ocidentais, sob perspectivas renovadoras, tendo como referência essa nova edição bilíngue dos textos canônicos, pensada em especial para o uso nos estudos da língua grega e da Antiguidade Clássica, no âmbito acadêmico.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Paulo Freire: Educação e emancipação do pensamento

“[...] nas condições de verdadeira aprendizagem os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.”
Trecho do livro Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

Em sua sexta edição, intitulada "Paulo Freire: Educação e emancipação do pensamento", realizada em 24 de novembro de 2021, o Humanitas tematizou aspectos essenciais da reflexão pedagógica de um dos expoentes, no âmbito do ensino, no Brasil e no mundo, em palestra, seguida de entrevista, da professora titular da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Lia Faria, pós-doutora em Educação pela Universidade de Lisboa, e em Ciência Política, pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), além de doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A convidada discute as matrizes pedagógico-políticas do pensamento de Paulo Freire, autor, entre diversas obras, de Pedagogia do oprimido, o único livro brasileiro a aparecer na lista dos 100 títulos mais pedidos pelas universidades de língua inglesa, e criador de um método de alfabetização de adultos que leva seu nome. Reconhecido por lei federal, em 2012, como o Patrono da Educação Brasileira, o educador e filósofo pernambucano é o terceiro pensador mais citado em universidades da área de humanas em todo o mundo, de acordo com um levantamento feito por uma ferramenta de pesquisa internacional para literatura acadêmica.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Novidades

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Poesia: A mais alta consciência II

“Mesmo que voltem as costas/ Às minhas palavras de fogo/ Não pararei/ Não pararei/ Não pararei de gritar.”
Trecho de “Protesto”, poema do livro Não pararei de gritar – poemas reunidos (2019), de Carlos de Assumpção.

“Escrevi aquela estória escura sim/ Soltei meu grito crioulo sem medo/ pra você saber/ Faço questão de ser negra nessa cidade descolorida/ doa a quem doer/ Faço questão de empinar meu cabelo cheio de poder/ Encresparei sempre/ em meio a esta noite embriagada de trejeitos brancos e fúteis”
Trecho de “Petardo”, poema do livro Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz, (2014), de Cristiane Sobral.

“meu corpo, minha regra:/ porque a vida só vale se agrega/ o valor e a condição que me cabem:/ ser quem decide molde e cor da roupagem/ (...) / meu corpo, minha regra:/ porque a vida só vale a quimera/ daquilo que me alimenta de coragem:/ seja eu o espelho da minha imagem.”
Trechos de “Meu mundo, minha moeda”, poema do livro Um para dentro todo exterior (2018), de Paulo Sabino.

Nesta 17ª Edição do Sarau do Museu, realizada em 26 de novembro de 2021, foi celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, onde foi lido poemas de Carlos de Assumpção, poeta e ativista da velha guarda do movimento negro, autor de Não pararei de gritar – poemas reunidos (2019), obra saudada calorosamente pela crítica; Cristiane Sobral, poeta, atriz e professora, autora de, entre outras obras, Terra negra (2017); e Paulo Sabino, poeta, jornalista, produtor cultural e autor de Um para dentro todo exterior (2018).

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Paulo Roberto Leite Ventura

Nascido em 11 de fevereiro de 1940 no Distrito Federal, Paulo Roberto Leite Ventura ingressou na magistratura como juiz de direito no antigo estado do Rio de Janeiro no ano de 1972. Foi juiz do Tribunal de Alçada Criminal, do qual exerceu a Presidência entre dezembro de 1995 e junho de 1996, ano em que foi nomeado para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça. Também exerceu a função de Diretor-Geral da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) de 2005 a 2009. Especializou-se na área do Direito Penal e Processual Penal, na qual publicou diversos livros. Na entrevista, o magistrado relata as dificuldades enfrentadas no funcionamento da Justiça e compartilha sua percepção sobre o sistema prisional brasileiro, além de comentar julgamentos marcantes de sua carreira, como o caso do artista Iberê Camargo. Aposentou-se em 25 de janeiro de 2010 e veio a falecer no dia 12 do mês seguinte, aos 70 anos de idade.

Classificação indicativa: livre

 

Biblioteca virtual do Museu da Justiça

EXPO

Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/exposicoes-do-ccmj

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS

Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, promove as atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

PROGRAMA DE HISTORIA ORAL DO PODER JUDICIÁRIO

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br.

 

   

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

O Museu da Justiça, dá continuidade ao seu programa de música apresentando uma série de concertos musicais, gravados preferencialmente, nos salões históricos dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói.

 

   

Classificação indicativa: livre

DOC

O Museu da Justiça em sua série de documentários aborda assuntos relacionados à história da Justiça no estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

 

   

Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube "Leituras no Palácio" - Encontros Literários Interdisciplinares

No desempenho de sua função, o Museu da Justiça dá prosseguimento, de maneira virtual, ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”. Realizados mensalmente, o encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realiza o Sarau do Museu, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

O Sarau do Museu – agora rebatizado – continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta.

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

ACERVOS CONECTADOS

Objetos que contam histórias

Um objeto pode ser apenas um objeto ou pode contar histórias de outros tempos? No Museu da Justiça fazemos a guarda de acervos que são mais do que meros objetos. São objetos que contam histórias. Histórias que guardam memórias e são testemunhos de outros tempos. Através destes objetos podemos visualizar, por exemplo, como era o trabalho do próprio tribunal em tempos passados.

 

   

Classificação indicativa: livre

CONVIDA

O programa “Convida” recebe projetos de magistrados e servidores do PJERJ, que, através da parceria com o Museu da Justiça, produzem e apresentam suas ideias. Lançamentos de livros, debates, mesas redondas e etc. são realizados de maneira gratuita e aberta ao público.

 

   

Classificação indicativa: Livre

VISITA VIRTUAL

O Museu da Justiça apresenta uma visita virtual aos salões históricos do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro.

 

   

Classificação indicativa: livre

PROGRAMAS PARCEIROS

Através de parcerias com instituições de ensino e cultura ou com outros setores do TJERJ, o Museu da Justiça recebe projetos culturais e institucionais que compõem a programação do museu.

 

   

Classificação indicativa: livre

PERSONALIDADES

O Museu da Justiça estreou em sua programação o Personalidades, um espaço para interagir e compartilhar ideias com pessoas ligadas ao meio artístico e cultural que de alguma forma participam da nossa programação, seja nos brindando com sua arte, seja na curadoria de algum programa.

 

   

Classificação indicativa: Livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

 

   

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre
Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br