Museu de Justiça com Você

O Museu da Justica - Centro Cultural do Poder Judiciário apresenta uma programação virtual para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.

 

Novidades

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Cecília Meireles

“Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa.”
Versos de Motivo, poema do livro Viagem, de Cecília Meireles.

O Museu da Justiça, realizou a 7ª Edição do Sarau das Musas, em formato virtual, no dia 09 de abril, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades. Nessa edição, o Sarau das Musas celebrou os 120 anos de nascimento da autora de “Romanceiro da Inconfidência” em uma conversa literária com a presença dos professores, e estudiosos da obra de Cecília, Anélia Pietrani (UFRJ), Darlene J. Sadlier (Indiana University-Bloomington) e Miguel Sanches Neto (UEPG). Os críticos convidados também leram seus poemas preferidos e os mais representativos da poeta homenageada.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube "Leituras no Palácio" - Convida: Guiomar de Grammont

“Sofia começou a cultivar o desejo de encontrar o paradeiro do irmão perguntando por ele no último lugar onde ele parecia ter estado: o sul do Pará, onde ocorrera a Guerrilha do Araguaia.”
Palavras cruzadas, de Guiomar de Grammont

Neste encontro do Leituras no Palácio, realizado no dia 8 de março, foi celebrado o Dia Internacional da Mulher, conversando sobre Palavras cruzadas, romance de Guiomar de Grammont, com a participação da premiada autora mineira, ganhadora do Prêmio Casa de las Américas, pelo livro de contos O fruto do vosso ventre. Por intermédio da discussão da narrativa de Grammont, cuja protagonista é uma mulher, a jornalista Sofia, foi abordado as formas da violência estatal (tortura, cárcere, assassinato, etc.) relacionadas à época da ditadura militar brasileira, que não pouparam mulheres nem crianças.

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Mário dos Santos Paulo

Nascido em Niterói, em 1943, Mário dos Santos Paulo superou adversidades em sua infância e adolescência, e conciliou, durante a sua formação ginasial, os estudos à noite com o trabalho durante o dia. Interessou-se pelo Direito após uma conversa com um ex-professor, e se formou em 1972, na antiga Universidade do Estado da Guanabara (UEG). Trabalhou durante nove anos como advogado. Atuou, também, na Defensoria Pública e como professor do Instituto Militar de Engenharia (IME) e da Faculdade Estácio de Sá. O ingresso na magistratura aconteceu em janeiro de 1984, por concurso público. Na entrevista concedida ao Programa de História Oral, o magistrado abordou diferentes momentos vividos em sua carreira, como, por exemplo, a implantação da urna eletrônica e, em especial, a defesa dos interesses do Judiciário na elaboração da Constituição de 1988. O Des. Mário dos Santos Paulo faleceu em 20 de maio de 2020, aos 76 anos.

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

Beto Travassos

O Museu da Justiça exibe o concerto do compositor e poeta Beto Travassos, em parceria com o Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), na apresentação realizada em dezembro de 2019 no Salão Nobre do APJ-Rio, durante a I Feira Literária da magistratura (FLIMAG).

Beto Travassos é engenheiro metalúrgico, advogado, músico, compositor e poeta. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, influenciado por sua família, hoje destaca-se por seu trabalho autoral premiado no XVIII Festival de Alegre/ES e no Festival de Música Niterói Discos no ano 2009. Na sua trajetória como poeta lançou o livro “Alma & Poesia” em 2017, reconhecido como um sucesso de vendas garantiu a renovação para sua segunda edição na XIX Bienal Internacional do Livro - Rio de Janeiro no ano de 2019 e como arranjador multi-instrumentista destaca-se pelas performances com piano, violão e acordeão (popularmente conhecido como sanfona).

Classificação indicativa: livre

 

Biblioteca virtual do Museu da Justiça

HISTORIA ORAL DO PODER JUDICIÁRIO

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998 pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o colegiado dirigente do Museu da Justiça, e se propunha a desenvolver trabalhos de pesquisa historiográfica tomando por base a metodologia e as técnicas da História Oral. Basicamente, o objetivo do Programa, ao longo de quase 16 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br.

 

   

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, dá continuidade ao seu programa de música apresentando o Música, uma série de concertos musicais, gravados preferencialmente, nos salões históricos dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói.

 

   

Classificação indicativa: livre

DOC

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário em sua série de documentários, o DOC, aborda assuntos relacionados à história da Justiça no estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

 

   

Classificação indicativa: livre

ACERVOS CONECTADOS

Objetos que contam histórias

Um objeto pode ser apenas um objeto ou pode contar histórias de outros tempos? No Museu da Justiça fazemos a guarda de acervos que são mais do que meros objetos. São objetos que contam histórias. Histórias que guardam memórias e são testemunhos de outros tempos. Através destes objetos podemos visualizar, por exemplo, como era o trabalho do próprio tribunal em tempos passados.

 

   

Classificação indicativa: livre

PERSONALIDADES

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário estreou em sua programação o CCMJ | Personalidades, um espaço para interagir e compartilhar ideias com pessoas ligadas ao meio artístico e cultural que de alguma forma participam da nossa programação, seja nos brindando com sua arte, seja na curadoria de algum programa.

 

   

Classificação indicativa: Livre

CONVIDA

O programa Convida recebe projetos de Magistrados, Instituições parceiras e Servidores do PJERJ que, através da parceria com o Museu da Justiça, produzem e apresentam seus projetos.  

   

Classificação indicativa: Livre

VISITA VIRTUAL

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, apresenta uma visita virtual aos salões históricos do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro.

 

  Classificação indicativa: livre

PROGRAMAS PARCEIROS

 

   

Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube "Leituras no Palácio" - Encontros Literários Interdisciplinares

No desempenho de sua função, o Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário dá prosseguimento ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas | Virtual

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, com o intuito de promover a leitura de poesia, promove o do Sarau das Musas, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do museu como casa ou templo das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da organização e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

 

   

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre
Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade, O Testemunho e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promoveu, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa.

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre