Museu de Justiça com Você

O Museu da Justica apresenta sua programação virtual, para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.

Especial: Impeachment - Um Ano Depois

Esta página especial conta a história do impeachment de Wilson Witzel. Você pode conferir os quatro episódios do podcast 'Impeachment: um ano depois', os votos dos integrantes do Tribunal Misto, a playlist com as audiências e fotos dos principais momentos. Acesse e confira.

Imagem do desembargador Evandro Lins e Silva.

Programa de História Oral - Ministro Evandro Cavalcanti Lins e Silva

Evandro Cavalcanti Lins e Silva nasceu em 18 de janeiro de 1912, na cidade de Parnaíba, no Piauí. Graduou-se pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1932 e construiu uma renomada carreira na advocacia. Atuou como Procurador Geral da República, de 1961 a 1963. Ainda em 1963 foi chefe do Gabinete Civil da Presidência da República e ministro das Relações Exteriores, sendo, em seguida, nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, cargo do qual foi aposentado em janeiro de 1969, com base no Ato Institucional nº 5. Na entrevista, o Ministro relembra momentos que marcaram sua vida profissional como sua relação com o ex-presidente João Goulart. Por seu reconhecido trabalho, foi eleito membro efetivo da Academia Brasileira de Letras e, em 2002, recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos e todas as honrarias que haviam sido cassadas pelo regime militar. Faleceu em dezembro de 2002, aos 90 anos.

Fotografia de Geraldo Carneiro.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Geraldo Carneiro, um (autor)retrato aos 70

“eu sou Rimbaud gigolô das artes/ um dia perdi o senso/ bailei fantasiado de Mefisto/ bordei a lança no lenço/ eu dispenso: logo não existo"
“descartes”, do livro Piquenique em Xanadu (2003-2006), de Geraldo Carneiro.

Nesta edição, realizada em 8 de julho de 2022, foi celebrada e debatida a obra do poeta, letrista, tradutor, dramaturgo e roteirista de televisão e cinema Geraldo Carneiro, nosso convidado. O homenageado, participou da chamada “poesia marginal” ou “geração mimeógrafo”, tendo estreado em 1974, com o livro Na busca do Sete-Estrelo, pela Coleção Frenesi, ao lado de poetas como Cacaso e Francisco Alvim.

Publicou, posteriormente, oito livros de poemas, entre os quais Verão vagabundo (1980); Piquenique em Xanadu (1988); Pandemônio (1993); Balada do impostor (2006) e Poesia reunida (2010). Em parceria com Alcides Nogueira, adaptou a telenovela O astro, de Janete Clair, de 1977. A nova versão, exibida pela Rede Globo, em 2011, venceu o Prêmio Emmy Internacional. É membro da Academia Brasileira de Letras, desde 2016.

Em 2020, recebeu o Grande Prêmio Rio de Janeiro, da Academia Carioca de Letras, pelo conjunto de obra. Como letrista, tem parcerias com vários compositores, entre eles, Tom Jobim, Astor Piazolla, Egberto Gismonti, Wagner Tiso e Francis Hime. Suas músicas foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais, além dos nomes já mencionados, Vinicius de Moraes e Toquinho, Gal Costa, Ney Matogrosso e Lenine.

O encontro contou ainda com a participação do poeta, contista, ensaísta e crítico literário Adriano Espínola. Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Espínola é professor aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFC), tendo ensinado, ainda, em universidades brasileiras e estrangeiras, a exemplo da Université Stendhal Grenoble III e da UFRJ, onde foi professor convidado de Teoria Literária. Em 1998, participou do 18º Salão do Livro de Paris. É membro do PEN Clube do Brasil e da Academia Carioca de Letras. Publicou nove livros de poemas, entre os quais Táxi ou poema do amor passageiro (1986, tradução para o inglês realizada por Charles Perrone, com o título Táxi or poem of love in transit, lançado em Nova York e em Londres, em 1992); Em trânsito: Táxi/Metrô (1996); Beira-sol (1997, Bolsa da Fundação Biblioteca Nacional, e finalista do Prêmio Jabuti de Poesia); Praia provisória (2007, Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras) e Escritos ao sol (2015, finalista do Prêmio Rio de Literatura). No campo do ensaio, publicou, entre outros, As artes de enganar: um estudo das máscaras poéticas e biográficas de Gregório de Mattos (2000). Também participou do Sarau Nelson Ascher, poeta, tradutor, crítico literário e de cultura, ensaísta e jornalista. Formado em Administração de Empresas pela Faculdade Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), Ascher especializou-se em Comunicação e Semiótica. Na década de 1980, passou a colaborar com o jornal Folha de São Paulo, em que, por quase três décadas de trabalho, foi crítico literário, editor do caderno cultural “Folhetim” e colunista do caderno “Ilustrada”. Em 1993, lançou Pomos da discórdia, ensaios sobre crítica literária, política e religião. Com Régis Bonvicino e Michael Palmer, organizou a antologia Nothing the Sun could not explain: 20 Contemporary Brazilian Poets. Publicou os livros de poemas Ponta da língua (1983), O sonho da razão (1993), Algo de sol (1996) e Parte alguma (2005), obra finalista do Prêmio Portugal Telecom. Sua obra está traduzida em países como França, Holanda, Espanha, México, Estados Unidos e Hungria. É tradutor de poesia em várias línguas, dentre elas, inglês, húngaro, francês e russo, tendo publicado, em 1998, uma antologia de suas traduções, intitulada Poesia alheia.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Sobre A terra em pandemia

"Não posso salvar da morte as pessoas que amo;/ Nem posso escapar do abismo de ignorância/ Que ameaça e ceifa nossas vidas todos os dias./ Mas protesto, com os versos de todos os poetas,/ Que defendem a vida, a arte a imaginação. (...)”
A terra em pandemia (2020), de Aleilton Fonseca.

Em sua 22ª edição, ocorrida em 30 de junho, O Sarau do Museu debateu o épico-lírico A terra em pandemia, do poeta, ficcionista e ensaísta baiano Aleilton Fonseca, autor de 30 livros, entre conto, romance, poesia e ensaio. Como contista, o convidado publicou Jaú dos bois e outros contos (1997), O desterro dos mortos (2001) e O canto de Alvorada (2003), além dos romances Nhô Guimarães (2006) e O pêndulo de Euclides (2009). Doutor em Letras pela USP, Fonseca é professor pleno de literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na Bahia. Sua obra está traduzida para o francês, espanhol, inglês, italiano, neerlandês e alemão. Seu poema-livro A terra em pandemia (2020) foi traduzido na Itália por Simona Advincula e publicado em Milão (Edizione WE, 2021). É correspondente da revista Latitudes: cahiers lusophones, editada em Paris. Pertence à Academia de Letras de Itabuna, à Academia de Letras de Ilhéus e à Academia de Letras da Bahia.

Neste Sarau, além da presença de Aleilton Fonseca, para comentar a singular obra do poeta, contamos com a participação de Brigitte Thiérion, professora adjunta na Universidade Sorbonne Nouvelle de literatura e civilização brasileiras na graduação e na pós-graduação. Seus temas de pesquisa estão relacionados às representações do espaço americano e à Amazônia, em narrativas de viagem e ficção. Atualmente pesquisa sobre o empoderamento das mulheres indígenas nas artes, literatura e política. Integra projetos de museologia participativa, associando pesquisadores indígenas ao projeto COLAM/PALOC/IRD. É membra do Seminário Internacional Mundos Indígenas com pesquisadores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG - Paraíba - Brasil), Pablo Olavide (Espanha) e Universidade Nova de Lisboa (Portugal). Contamos ainda com a presença de Edilene Matos, Doutora em Comunicação e Semiótica: Literaturas pela PUC - São Paulo e Pós-Doutora pela Universidade de São Paulo - Instituto de Estudos Brasileiros (USP/IEB), pela Université Paris/Nanterre La Défense, e pela Universidade Nova de Lisboa. Edilene foi Professora Visitante Sênior, no IELT (Instituto de Estudos da Literatura Tradicional), na Universidade Nova de Lisboa e é docente, pesquisadora e diretora de teses da Universidade Federal da Bahia. Pertence a diversos Centros de Estudos Nacionais e Internacionais, a exemplo do CRILUS (Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le monde Lusophone) (Université Paris Nanterre) e do IELT e tem vários livros, capítulos de livros e artigos publicados, no Brasil e no exterior.

HUMANITAS - Joyce no Tribunal

“Estás aora no salamuseu (...).”
Finnegans Rivolta, de James Joyce.
Tradução: Coletivo Finnegans.
Organização: Dirce Waltrick do Amarante.

Em sua décima primeira edição, o Humanitas, como parte das comemorações do centenário de publicação do romance Ulysses, de James Joyce, contou com a presença da professora, pesquisadora, tradutora e ensaísta Dirce Waltrick do Amarante, autora de Para ler ‘Finnegans Wake’ de James Joyce, James Joyce e seus tradutores, Finnegans Wake (por um fio) e Finnegans Wake (by a Thread), entre outros livros. Dirce do Amarante também coorganizou e cotraduziu, com Sérgio Medeiros, uma antologia de ensaios de James Joyce, De santos e sábios, as cartas de Joyce a Nora (Cartas a Nora) e uma antologia de cartas de escritor para a sua mecenas Harriet Weaver (Cartas a Harriet); é Doutora em Teoria Literária, professora do programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vice-líder do Grupo de Estudos Joycianos no Brasil; ademais, coorganiza o Bloomsday de Florianópolis, desde 2002 e edita o site: https://www.jamesjoycesoutsiders.com.br. Dirce é a organizadora e integrante do coletivo de tradutores de Finnegans Rivolta, a segunda tradução integral brasileira do último romance de James Joyce. A palestrante falou sobre o processo de tradução e o impacto literário cultural do incontornável romance de Joyce.

 

Biblioteca virtual do Museu da Justiça

EXPO

Exposições virtuais do Museu da Justiça

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça são concebidas a partir de pesquisas desenvolvidas pelas suas equipes, do acervo sob sua guarda ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e os desafios da sociedade contemporânea. Além de exposições presenciais, disponibilizamos em nosso portal diversas exposições que podem ser acessadas de onde você estiver.

Para visitar as exposições virtuais e saber mais sobre as exposições presenciais, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/exposicoes-do-ccmj

Classificação indicativa: livre

Programa de História Oral do Poder Judiciário

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br.

 

   

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS

Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, promove as atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Os ciclos Humanitas, objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e da coordenação de Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ).

 

   

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realiza o Sarau do Museu, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

O Sarau do Museu – agora rebatizado – prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta.

 

   

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Clube "Leituras no Palácio" - Encontros Literários Interdisciplinares

No desempenho de sua função, o Museu da Justiça dá prosseguimento, de maneira virtual, ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”. Realizados mensalmente, o encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Documentário

O Museu da Justiça em sua série de documentários aborda assuntos relacionados à história da Justiça no estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

 

   

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

O Museu da Justiça, dá continuidade ao seu programa de música apresentando uma série de concertos musicais, gravados preferencialmente, nos salões históricos dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói.

 

   

Classificação indicativa: livre

ACERVOS CONECTADOS

Objetos que contam histórias

Um objeto pode ser apenas um objeto ou pode contar histórias de outros tempos? No Museu da Justiça fazemos a guarda de acervos que são mais do que meros objetos. São objetos que contam histórias. Histórias que guardam memórias e são testemunhos de outros tempos. Através destes objetos podemos visualizar, por exemplo, como era o trabalho do próprio tribunal em tempos passados.

 

   

Classificação indicativa: livre

CONVIDA

O programa “Convida” recebe projetos de magistrados e servidores do PJERJ, que, através da parceria com o Museu da Justiça, produzem e apresentam suas ideias. Lançamentos de livros, debates, mesas redondas e etc. são realizados de maneira gratuita e aberta ao público.

 

   

Classificação indicativa: Livre

VISITA VIRTUAL

O Museu da Justiça apresenta uma visita virtual aos salões históricos do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro.

 

   

Classificação indicativa: livre

PROGRAMAS PARCEIROS

Através de parcerias com instituições de ensino e cultura ou com outros setores do TJERJ, o Museu da Justiça recebe projetos culturais e institucionais que compõem a programação do museu.

 

   

Classificação indicativa: livre

PERSONALIDADES

O Museu da Justiça estreou em sua programação o Personalidades, um espaço para interagir e compartilhar ideias com pessoas ligadas ao meio artístico e cultural que de alguma forma participam da nossa programação, seja nos brindando com sua arte, seja na curadoria de algum programa.

 

   

Classificação indicativa: Livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

 

   

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre
Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br