Memória Institucional

O CCMJ

Criado há mais de 30 anos com o objetivo de preservar a memória institucional, desenvolvendo atividades voltadas para a educação patrimonial, pesquisa e preservação do patrimônio histórico do Poder Judiciário. O CCMJ também promove uma agenda cultural totalmente gratuita, com o propósito de disseminar, por intermédio da arte, valores de justiça e cidadania. Para saber mais.

Evolução histórica da justiça no Rio de Janeiro

As sedes do atual CCMJ, o APJ-Rio e o APJ-Niterói, abrigaram ao longo de quase 100 anos diversos tribunais, porém a história do judiciário fluminense tem início antes da inauguração da primeira sede, em 1920, e está ligada à história do estado e do país.Para saber mais.

Projetos de conservação

Especialistas em conservação de documentos e objetos, assim como parcerias com outras instituições museais, possibilitam a realização de atividades de restauro e digitalização de itens do acervo que se encontrem em diferentes estágios de degradação física. Estas intervenções tem por objetivo a salvaguarda dos bens culturais e a sua disponibilização para pesquisadores.

Acervo

O acervo do CCMJ é aberto a consultas públicas, que tenham por objetivo a produção de conhecimento acadêmico, científico ou genealógico. O acesso pode ocorrer de forma presencial ou via rede mundial de computadores. Ao acessar o terminal de consulta no portal do TJRJ, o pesquisador identifica os documentos textuais, audiovisuais e objetos de interesse a sua pesquisa e solicita, por e-mail, a sua disponibilização para consulta presencial; ou consulta-os remotamente, caso estejam digitalizados. Para acessar.

Programa de História Oral e Visual

Criado em 1998 pelo Des. Luiz César Bittencourt (1925 – 2011), o Programa de História Oral e Visual do Poder Judiciário realiza entrevistas com membros da comunidade judiciária, como magistrados, advogados, promotores e funcionários, com o objetivo de preservar a memória institucional. As entrevistas são filmadas e passam a integrar o acervo audiovisual do CCMJ, que conta com mais de 200 horas de depoimentos pessoais sobre a justiça no estado do Rio de Janeiro. Para acessar.

COMEMO

A Comissão de Preservação da Memória Judiciária (COMEMO), criada como órgão consultivo e orientador de pesquisas históricas e de projetos de natureza sociocultural do Museu da Justiça.Para saber mais