Exposições

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário são concebidas a partir das pesquisas desenvolvidas e do acervo sob sua guarda, ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e desafios a sociedade contemporânea.

 

Nunca Me Calarei
“Nunca me Calarei”, com painéis do artista Marcio Freitas, apresenta rostos de mulheres de todas as partes do Brasil que sofreram algum tipo de assédio, tentativa ou abuso sexual. A exposição ficará no Salão dos Passos Perdidos de 19 de agosto a 31 de outubro, e o público poderá visitá-la de segunda a sábado, das 11h às 19h durante a semana, e de 13h às 17h aos sábados.
Clique aqui para saber mais.

Mostra de Documentos Judiciais: O Assassinato de Angela Diniz
Em função da programação especial para a 14° Semana da Justiça pela Paz em Casa, a mostra de documentos dos autos processuais do julgamento do assassinato de Ângela Diniz, ficará nas Salas Cenográficas 307 e 309 no 3° andar do APJ-Rio de 19 a 31 de outubro, e que também poderá ser visitada de segunda a sábado, sendo das 11h às 19h durante a semana, e de 13h às 17h aos sábados
Clique aqui para saber mais.

ABSURDOS INSUSTENTÁVEIS – A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente
O CCMJ – Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, em comemoração ao mês do Meio Ambiente, recebe, até 14 de dezembro (segunda a sábado), a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como agente transformador na preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, tem a curadoria de Isabela Francisco.
Clique aqui para saber mais.

Mostra de Documentos Judiciais: Da Resistência à Liberdade
A mostra propõe uma reflexão acerca do verdadeiro papel dos negros escravizados na busca pela libertação. O visitante poderá ver os originais de processos cíveis e criminais, como a famosa insurreição de Vassouras, cujo desfecho foi a execução do líder Manoel Congo na forca e ações de liberdade, em que os escravizados precisavam de um curador para levar, à apreciação da justiça, argumentos em prol de sua alforria. Tais documentos mostram formas de resistência exercidas por personagens pouco valorizados pela história tradicional, mas que decidiram lutar para escrever seus próprios destinos.
Clique aqui para saber mais.