Exposições

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário são concebidas a partir das pesquisas desenvolvidas e do acervo sob sua guarda, ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e desafios a sociedade contemporânea.

 

Nunca Me Calarei
“Nunca Me Calarei” é uma mostra fotográfica que apresenta rostos de mulheres de todas as partes do Brasil que sofreram algum tipo de assédio, tentativa ou abuso sexual. A exposição itinerante, que já passou por diversas cidades do país, foi exposta no APJ-Rio e APJ-Niterói, este, último local de exibição até a interrupção da visitação. Como forma de dar continuidade à proposta de que outras mulheres não se calem diante de qualquer forma de violência, ela segue disponível, de forma virtual, no portal do CCMJ, a partir de 16 de agosto de 2020.
Clique aqui para ver.

Mostra Virtual de Documentos Judiciais: O Homicídio de Euclides da Cunha
A mostra, que relembra os 110 anos da morte do escritor, inclui painéis com textos e imagens e foi montada a partir dos originais dos processos de seu assassinato e de seu inventário, os quais também integram a exposição. A consulta aos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados e digitalizados pela equipe técnica do CCMJ, podem ser feitas diretamente na página da mostra.
Clique aqui para ver.

Nossa Luta: a perseguição aos negros durante o Holocausto
Apesar das políticas raciais do Nazismo em relaçao aos judeus e ciganos terem sido bem documentadas, os pesquisadores deram pouca atençao as açoes contra os negros. Esta minoria, embora nao eliminada sistematicamente como outros grupos, enfrentou intensa discriminaçao - que variou do isolamento ao assassinato. Até hoje, sao escassos os registros sobre a perseguiçao aos afrogermânicos. Este é o tema da exposiçao itinerante "Nossa Luta: a perseguiçao aos negros durante o Holocausto". A mostra chega ao Rio de Janeiro, após passar por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.
A proposta da exposiçao é levar novas narrativas aos educadores, apresentando o contexto e a crescente privaçao dos negros desde o período colonial alemao (incluindo o genocídio de hereros e namaquas, na atual Namíbia), passando pela República de Weimar, até o Nazismo consolidado. Destaque também para curtas biografias de afrogermânicos que sobreviveram a perseguiçao nazista. A exposiçao ficará exposta de 05 de março a 07 de abril de 2020 no Salao dos Passos Perdidos, localizado no 2o andar do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro, e o público poderá visitá-la de segunda a sexta-feira, das 11h as 19h, e aos sábados, das 10h as 17h.
Clique aqui para saber mais.

Arte+Ciência 2020 - O Cérebro e o Imaginário
O projeto "Arte+Ciência" propõe um espaço de diálogo entre as esferas das artes e das ciências, como um campo de pesquisa e experimentação estética. Na edição de 2020, a exposição coletiva "Arte+Ciência 2020 - O Cérebro e o Imaginário", com curadoria de Glaucio Aranha, propõe como recorte o cérebro como objeto e o imaginário que o rodeia.
As obras ficarão expostas de 16 de março a 28 de abril de 2020 no Salão dos Espelhos e na Sala Iconográfico (305), ambas localizadas no 3º andar do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro, e o público poderá visitá-la de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h.
Clique aqui para saber mais.