Exposições

As exposições promovidas pelo Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário são concebidas a partir das pesquisas desenvolvidas e do acervo sob sua guarda, ou por artistas diversos, e têm por objetivo estimular a reflexão acerca de temas relacionados a justiça, direitos, cidadania e desafios a sociedade contemporânea.

 

O Poder das Emoções
Entre os dias 09/11 e 04/12 o CCMJ receberá a exposição “O Poder das Emoções. Alemanha 19 | 19” que, partindo das manifestações atuais de 20 emoções, procura pôr em evidência as continuidades e rupturas no mundo das emoções que marcaram os passados 100 anos da história da Alemanha, e cuja intensidade representa hoje um desafio para a política e a sociedade. A exposição oferece um ponto de referência atual para a educação histórico-política e através de textos concisos e fotografias históricas, convidam o público a refletir sobre o poder das emoções no passado e no presente.
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Nunca Me Calarei
“Nunca me Calarei”, com painéis do artista Marcio Freitas, apresenta rostos de mulheres de todas as partes do Brasil que sofreram algum tipo de assédio, tentativa ou abuso sexual. A exposição ficará no Saguão de entrada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói, de 4 de novembro de 2019 a 31 de março de 2020, e o público poderá visitá-la de segunda a sexta, das 11h às 17h.
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ABSURDOS INSUSTENTÁVEIS – A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente
O CCMJ – Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, em comemoração ao mês do Meio Ambiente, recebe, até 14 de dezembro (segunda a sábado), a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como agente transformador na preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, tem a curadoria de Isabela Francisco.
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Mostra de Documentos Judiciais: Da Resistência à Liberdade
A mostra propõe uma reflexão acerca do verdadeiro papel dos negros escravizados na busca pela libertação. O visitante poderá ver os originais de processos cíveis e criminais, como a famosa insurreição de Vassouras, cujo desfecho foi a execução do líder Manoel Congo na forca e ações de liberdade, em que os escravizados precisavam de um curador para levar, à apreciação da justiça, argumentos em prol de sua alforria. Tais documentos mostram formas de resistência exercidas por personagens pouco valorizados pela história tradicional, mas que decidiram lutar para escrever seus próprios destinos.
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