CCMJ com Você

 

O Museu da Justica - Centro Cultural do Poder Judiciário apresenta uma programação virtual para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.

 

Novidades

CCMJ | CONVIDA

Lançamento da Antologia “Crônicas da Quarentena”

A antologia Crônicas da Quarentena (Edições Cândido) é composta por textos de dezessete autores. O livro nasceu de encontros virtuais de Escrita realizados por Eduardo Barbosa, onde ele deu aulas sobre a crônica, falando das características e da trajetória desse tipo de texto na Literatura Brasileira.

No livro, o leitor se depara com registros de uma época: o ano de 2020. Registros feitos com a linguagem literária, repletos de humor, lirismo, memórias, imaginação, ironia, crítica... há tanto de muito nessas crônicas da quarentena.

O evento contou com a organização de Eduardo Barbosa, mediação de Siléa Macieira e a apresentação do Des. Wagner Cinelli.

O encontro fez parte das homenagens ao “Dia Internacional da Mulher”. A obra contempla 17 cronistas em que 14 são mulheres, com a mediação de Siléa Macieira.

Classificação indicativa: Livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte: especial Dia Internacional da Mulher

O “Fazendo Arte por Toda Parte” do dia 11/03 fará uma homenagem ao “Dia Internacional da Mulher”, onde a artista plástica Isabela Francisco ensinará como desenhar uma rosa vermelha, símbolo do amor!

Mulher
Não importa cor, tamanho, ofício, ou nível social.
Desde que chegamos para visitar este mundo somos embalados por sua voz, que nos acolhe com seu timbre de cuidado e carinho!
Ela por si só existe e coexiste com todas as artimanhas impetradas pela vida!
Lutando constantemente contra os dragões que fazem questão de se tornar presentes diariamente, ela vai matando um a um com sua persistência inabalável!
O tempo inteiro escala montanhas altíssimas, nada por mares impiedosos, percorre léguas sem nunca esmorecer, sempre tentando alcançar, muitas vezes o inalcançável, mas tenta...
Luta pelo seu espaço, luta pelo seu ventre, luta pelo seu poder de ser quem quer ser!
Nada a faz desistir! Enquanto há vida há força, há garra, há algo que queima por dentro e a faz trilhar o seu caminho.
Ser quem quer ser é imprescindível e ela vai fazer por onde conseguir chegar!
Mulher!!
Hoje é o seu dia! Que você conquiste o mundo, pois ele merece ter você como parceira!

Classificação indicativa: Livre

2ª Edição do Sarau das Musas - Vozes Femininas para um Novo Milênio

“Me querem mãe/ e me querem fêmea,/ (...) / me fazem omissa/ e me cobram participação// (...) Me impõem modelos/ gestos/ atitudes/ e comportamentos.// E me querem única.// Me castram/ podam/ falam/ e decidem/ por mim.// E me querem plena...”
Do livro: Descompasso, de Hilma Ranauro.

Com suas Vozes Femininas para um Novo Milênio, no dia 21 de agosto, às 18h, ao propor como temas a feminilidade, a escrita da mulher e o combate às mais variadas formas de violência (física, psíquica, simbólica) de que a mulher é vítima, expostas nessa produção artística, com destaque para a poesia de expoentes da atual literatura de autoria feminina, o Sarau das Musas homenageou a poetisa Hilma Ranauro, com a leitura de poemas dos dois livros da autora, a saber: Descompasso (1985) e Um murro no espelho baço (1992), além de textos inéditos que integrarão, em breve, a edição de sua nova obra, Narciso em cacos – antologia poética, organizada e prefaciada pelo crítico literário, Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e poeta Ricardo Vieira Lima (que também participará do sarau comentando a poesia de Ranauro), responsável pelo necessário e imprescindível resgate da obra da poetisa, que também é professora aposentada da UFF.

Vozes Femininas para um Novo Milênio contou ainda com a participação da própria Hilma Ranauro, e a especial presença das poetas Danielle Magalhães, Rita Isadora Pessoa e Sara Albuquerque, num diálogo poético que teve como mediadora a professora da UFRJ, especialista em literatura escrita por mulheres, Anélia Pietrani.

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Jorge Fernando Loretti

Nascido em 25 de agosto de 1924, na cidade do Rio de Janeiro, o Des. Jorge Fernando Loretti discorreu em sua entrevista sobre o interesse pelo Direito, e as relações entre o Poder Executivo e a Magistratura, especialmente sob a ótica de um chefe de gabinete de dois governadores. Relatou a sua vivência à época da transferência da Capital Federal para Brasília (1960), e do Golpe de 1964, que impactou a cúpula do Executivo fluminense. Teceu comentários sobre a Lei Orgânica da Magistratura e a mudança em sua atividade profissional de forma repentina, de advogado a juiz. Relembrou momentos que o marcaram enquanto Presidente do TJRJ, tendo também comentado sobre a Justiça Eleitoral, entre outros assuntos que podem ser conferidos no vídeo. Aposentou-se em 26 de agosto de 1994, vindo a falecer em 13 de maio de 2016.

Classificação indicativa: livre

CCMJ | ACERVOS CONECTADOS

Objetos que contam histórias

Um objeto pode ser apenas um objeto ou pode contar histórias de outros tempos? No CCMJ fazemos a guarda de acervos que são mais do que meros objetos. São objetos que contam histórias. Histórias que guardam memórias e são testemunhos de outros tempos. Através destes objetos podemos visualizar, por exemplo, como era o trabalho do próprio tribunal em tempos passados.

Neste vídeo veremos quatro acervos que ajudam a contar a história do TJRJ. O contador, o capelo a máquina de escrever e a pintura reafirmam esta ideia. Ilustramos também o trabalho que é feito nos bastidores pelos museólogos que fazem com que não só o prédio do Antigo Palácio da justiça, mas todos os objetos históricos do Tribunal do Justiça do Estado do Rio de janeiro estejam conservados e preservados para o futuro.

Classificação indicativa: livre

CCMJ | História Oral

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998 pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o colegiado dirigente do Museu da Justiça, e se propunha a desenvolver trabalhos de pesquisa historiográfica tomando por base a metodologia e as técnicas da História Oral. Basicamente, o objetivo do Programa, ao longo de quase 16 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes.

Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico ccmj.seata@tjrj.jus.br.

 

   

Classificação indicativa: livre

CCMJ | MÚSICA

O Museu da Justiça–Centro Cultural do Poder Judiciário, dá continuidade ao seu programa de música apresentando o CCMJ | Música, uma série de concertos musicais, gravados preferencialmente, nos salões históricos dos Antigos Palácios da Justiça do Rio de Janeiro e Niterói.

 

   

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DOC

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário em sua série de documentários, o CCMJ | DOC, aborda assuntos relacionados à história da Justiça no estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

 

   

Classificação indicativa: livre

CCMJ | PERSONALIDADES

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário estreou em sua programação o CCMJ | Personalidades, um espaço para interagir e compartilhar ideias com pessoas ligadas ao meio artístico e cultural que de alguma forma participam da nossa programação, seja nos brindando com sua arte, seja na curadoria de algum programa.

 

   

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | CONVIDA

O programa CCMJ | Convida recebe projetos de Magistrados, Instituições parceiras e Servidores do PJERJ que, através da parceria com o CCMJ, produzem e apresentam seus projetos.  

   

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | VISITA VIRTUAL

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, apresenta uma visita virtual aos salões históricos do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro.

 

  Classificação indicativa: livre

CCMJ | PROGRAMAS PARCEIROS

 

   

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube "Leituras no Palácio" - Encontros Literários Interdisciplinares

No desempenho de sua função, o Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) dá prosseguimento ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas | Virtual

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, promove o do Sarau das Musas, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do museu como casa ou templo das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da organização e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

 

   

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Em sala virtual do aplicativo Teams.

A programação fica disponível neste portal em "AGENDA". Procure o mês atual para saber mais detalhes.

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

 

   

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre
Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade, O Testemunho e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa.

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre