Agenda Cultural de Setembro

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de setembro pode ser conferida abaixo.

Dia 02 – Preto e Branco
Dia 09 – Aula surpresa
Dia 16 – Flores
Dia 30 – Libélula

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.
Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre

LANÇAMENTO VIRTUAL

Catálogo Virtual de Processos da Nobreza

Em comemoração ao bicentenário da Independência do Brasil, o Tribunal de Justiça reafirma seu compromisso com a disseminação da memória, disponibilizando ao acesso público, a nova revisão do Catálogo Virtual de Processos da Nobreza.

O projeto, de iniciativa do Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, é fruto das atividades de conservação e pesquisa de processos judiciais que envolvem personagens que desempenharam papel de destaque na história social brasileira pós-independência. Esse instrumento de pesquisa reúne informações biográficas de membros da família imperial e de detentores de títulos nobiliárquicos, cujo acesso é online, portanto imediato, aos documentos já restaurados e digitalizados. Inicialmente foram tratados processos de agraciados com títulos de Duques, Marqueses e Condes, além de membros da Casa Imperial.

Lançamento 5 de setembro

Clique neste link para acessar a página Publicações.

PROGRAMA PARCEIRO

FESTIVAL DESCULPE INCOMODAR - Intergeracionalidade
Oficina de dança “O tempo perguntou pro tempo: memórias brincantes na vida da gente”

O Museu da Justiça, em parceria com o Festival Desculpe Incomodar, apresenta no dia 5, segunda-feira, às 15h, uma oficina de danças populares com a artista, pesquisadora das culturas populares e diretora da Companhia Folclórica do Rio-UFRJ – Eleonora Gabriel. O Festival, que este ano traz o tema “Intergeracionalidade”, está em sua segunda edição e propõe a parceria entre vários equipamentos culturais com oferta de atividades multidisciplinares que fomentem discussões sobre o tema escolhido.

A proposta da oficina oferecida no Museu da Justiça é a criação de um espaço afetivo onde o corpo com suas memórias e histórias, independentemente da idade, tenha a oportunidade de brincar, aprender e trocar com outros corpos geracionais. O corpo como um espaço de direito, o direito de sentir, de dançar, de ser e expressar e o tempo, como uma atmosfera de aprendizados.

A oficina é aberta ao público e uma ótima oportunidade para integrar gerações, proposta do tema deste ano do Festival, então tragam seus filhos, seus avós e venham brincar, se divertir e dividir memórias e histórias conosco!

5 de setembro, segunda-feira, das 15h às 16h30
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, térreo, Sala Multiuso - Centro, Rio de Janeiro
Retirada gratuita de senha na recepção, 30min antes do evento
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube Leituras no Palácio – Convida: André Gardel

“As palavras do escritor Euclides da Cunha, ao chegar à foz do rio Amazonas, em 1904, ecoam em minha mente: '(...) vi a gestação de um mundo... lembrava (...) uma página inédita e contemporânea do Gênesis.’ (...).”
A viagem de Ulisses pelo rio Amazonas (2021), de André Gardel.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura como prática formadora fundamental do espírito humano, vem dando continuidade, há quase 3 anos, ao programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Cumprindo esse intento, na próxima reunião do clube Leituras no Palácio Convida, conversaremos com André Gardel, autor do romance A viagem de Ulisses pelo rio Amazonas (2021). Além de escritor, Gardel é compositor de música popular e Professor Associado III de Letras e Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). André também é autor de livros de ensaios, contos, poemas e obras didáticas, totalizando 12 títulos publicados. Lançou os CDs Sons do poema (1997), Voo da cidade (2008), Lua sobre o rio (2014) e Na palavra (2019). Ainda em 2022, o autor lançará seu quinto CD e também o livro teórico Poética pajé: vigilância onírica, caosmos e performagia.

No encontro virtual, no dia 5 de setembro, às 17h, como parte dos eventos de discussão do centenário da publicação do romance Ulisses, de James Joyce, André Gardel falará sobre os vínculos, em sua escrita, entre a mitologia grega e a ameríndia.

O encontro do Clube Leituras no Palácio conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

5 de setembro, segunda-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

MÚSICA NO MUSEU

Comemoração dos 200 Anos da Independência

O Museu da Justiça oferece, em parceria com o programa Música no Museu, uma apresentação comemorativa aos 200 anos da Independência do Brasil - uma data importante na história que será lembrada em grande estilo com concertos no Rio de Janeiro, em colaboração com o Conselho de Minerva em cidades de Portugal (Porto, Lisboa e Extremoz) e encerramento em Viena no Centro Cultural Brasil-Áustria da Embaixada do Brasil.

No Rio de Janeiro, a abertura será na Academia Brasileira de Letras com o maior cravista brasileiro, Roberto de Regina que, aos 95 anos, despede-se dos palcos brasileiros em uma apresentação histórica. Na sequência, haverá programas vinculados à data em espaços como o Paço Imperial, Convento do Carmo, Real Gabinete Português de Leitura, Palácio São Clemente além do CCBB, Museu da Justiça, Museu da República, CC Justiça Federal, Museu do Exército-Forte de Copacabana e o Museu da Vida (Fiocruz) interpretados por grandes nomes brasileiros.

No dia 09, sexta-feira, o Salão Nobre do Museu da Justiça irá receber os músicos Harold Emert, no oboé, Aleida Schweitzer, ao piano e Cosme Silveira, no fagote. No programa, obras do compositor Sigismund von Neukomm.

9 de setembro, sexta-feira, às 12h30
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3° andar, Salão Nobre - Centro, Rio de Janeiro
Retirada gratuita de senha na recepção, 30min antes do evento
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube Leituras no Palácio

“– Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?” Olhos d’água (2015), de Conceição Evaristo.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura como prática formadora fundamental do espírito humano, vem dando continuidade, há quase 3 anos, ao programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Cumprindo esse intento, na próxima reunião do Clube Leituras no Palácio, conversaremos sobre os contos de Olhos d’água (2015), da escritora Conceição Evaristo. Poeta, contista e romancista, Evaristo é professora aposentada da rede pública de ensino da capital fluminense, Mestre em Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com a dissertação Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade (1996) e Doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a tese Poemas malungos, cânticos irmãos (2011), na qual estuda as obras poéticas dos afro-brasileiros Nei Lopes e Edimilson de Almeida Pereira, em confronto com a do angolano Agostinho Neto.

No encontro virtual, no dia 12 de setembro, segunda-feira, às 17h, discutiremos a estratégia da tematização, sem meias palavras, da população afro-brasileira, denunciando a extrema pobreza e a crua violência urbana que a acometem.

O encontro do Clube Leituras no Palácio conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

12 de setembro, segunda-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

EXPOSIÇÃO

Revelando Niterói

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a exposição Revelando Niterói. A exposição se propõe a tornar evidente o cotidiano da cidade, mostrando espaços e ambientes que hoje fazem parte da paisagem urbana, sob o olhar do fotógrafo Miguel Regazoni. As fotografias possibilitam o enfoque no mais inusitado do corriqueiro, o surpreendente detalhe do cotidiano, ou até mesmas certas manifestações do invisível, à espera de atenção, nas calçadas das nossas ruas.

Abertura, 13 de setembro
Museu da Justiça de Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

EXPOSIÇÃO

Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos

O Museu da Justiça, em comemoração ao marco de 270 anos da atuação do Poder Judiciário no estado do Rio de Janeiro, promove a exposição “Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos”. Com auxílio dos bens culturais preservados no Museu da Justiça, a exposição se propõe a rememorar os órgãos que compunham a administração da justiça desde o início da colonização, com destaque para os diferentes tribunais que desempenharam a jurisdição no território que corresponde ao atual Estado do Rio de Janeiro e sua interação com a história social brasileira. Dentre o acervo histórico exposto estão objetos de trabalho, móveis, fotografias, livros de registros e documentos decorrentes da atividade judicial, no qual destacam-se autos processuais com mais de 3 séculos.

O objetivo da exposição é evidenciar o papel do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro não só como órgão de pacificação social, enquanto solucionador de conflitos, mas também sua atuação como promotor de cultura e cidadania, mediante a preservação e difusão do patrimônio histórico e da memória institucional.

Abertura, 20 de setembro
Museu da Justiça
Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Tanussi Cardoso e Carmen Moreno: Poesia, Atemporal Fraternidade

"Um poeta é preso/ e sua poesia queimada/ e seus dentes quebrados/ e sua língua cortada/ pelo bem do país.// (Os outros poetas/ bebem cerveja/ e promovem debates/ sobre os rumos da Poesia.)". "Mão de obra", poema do livro Beco com saídas (1991), de Tanussi Cardoso.

"não beijei aquela mulher:/ o beijo, cansado de ensaiar/ o sonho secular,/ o beijo sobre a língua, pedra/ podre de querer ser/ saliva e húmus/ ímã e amanhã". "Desejo", poema do livro Sobre o amor & outras traições (2021), de Carmen Moreno.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 25ª Edição do Sarau do Museu – Tanussi Cardoso e Carmen Moreno: Poesia, Atemporal Fraternidade, em formato virtual, no dia 23 de setembro, sexta-feira, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades. Nesta edição, celebraremos e debateremos a obra do poeta, contista, crítico literário, letrista, tradutor e jornalista Tanussi Cardoso (também servidor do TJRJ aposentado), e de sua irmã, a poeta, contista e romancista Carmen Moreno.

Tanussi Cardoso é graduado em Direito e Jornalismo. Sua poesia está publicada em mais de 10 países, tendo sido traduzida para o inglês, francês, espanhol, italiano, russo, esperanto e romeno. Vencedor de mais de 40 prêmios literários, nacionais e internacionais, com participações em dezenas de antologias, nacionais e estrangeiras, Tanussi publicou 13 livros de poemas, dentre eles, Viagem em torno de (2000), Prêmio ALAP de Cultura e Prêmio Capital Nacional; Exercício do olhar (2006), eleito o “Melhor Livro de Poesia” pelo Congresso Latino-Americano de Literatura, tendo sido traduzido e publicado, com o título Ejercicio de la mirada, no ano de 2020, em Lima, após o livro vencer um edital do Ministério da Cultura do Peru, para tradução de livros estrangeiros; Teia (2013), Prêmio Literário Narciso de Andrade, e Eu e outras consequências (2017), Prêmio Manuel Bandeira, da União Brasileira de Escritores - Seção Rio de Janeiro. Membro Titular do Pen-Clube do Brasil, da União Brasileira de Escritores e da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, Tanussi Cardoso foi, ainda, Presidente do Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro, e participou, nos últimos anos, de diversos festivais internacionais de poesia, em países como Peru, Argentina, Bolívia e Colômbia. Em 2021, ganhou o prêmio nacional Troféu Rio, outorgado pela UBE-RJ.

Carmen Moreno é bacharel em Artes Cênicas e licenciada em Educação Artística pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Lecionou, até a aposentadoria, na área de sua formação. Membro Titular do PEN Clube do Brasil, publicou oito livros, dentre eles: Diário de luas (romance, 1995), finalista da 5ª Bienal Nestlé de Literatura Brasileira; A erosão de Eros (dramaturgia, 1996), Menção Honrosa no Concurso Literário Stanislaw Ponte Preta, além dos seguintes livros de poemas: De Cama e Cortes (1993); Loja de amores usados (2010), Prêmio Bolsa Incentivo ao Escritor Brasileiro, da Biblioteca Nacional; Para fabricar asas (2015) e Sobre o amor e outras traições (2021). Integra mais de 40 antologias, nacionais e internacionais, com poemas publicados em Cuba, Argentina e Portugal. Dentre as diversas premiações que recebeu, destacam-se o “Prêmio Casa da América Latina: Concurso de Contos Guimarães Rosa”, da Rádio França Internacional/Paris, e o "Prêmio de Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos", da Secretaria do Audiovisual, do Ministério da Cultura.

Também participará do Sarau, abordando criticamente a poesia de Tanussi Cardoso, Ricardo Alfaya, poeta, articulista, ensaísta, cronista e contista. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e em Comunicação Social, pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), Alfaya está presente em cerca de 60 antologias literárias. Publicou os seguintes livros de poemas: Através da vidraça (1982); Sujeito a objetos, inserido na antologia Rios (2003), coletânea assinada por cinco autores; Frutos da paixão, inserido em Vertentes (2009), antologia também assinada por cinco autores; Álbum sem família, obra inserta em Quadrigrafias (2015), coletânea assinada por quatro autores, e, por fim, Fronteiras em liquidação (2016), antologia que reuniu toda a sua produção poética, e que conquistou o Prêmio Diretoria, da UBE-RJ.

O encontro terá ainda a participação do professor e escritor Luiz Otávio Oliani, que falará sobre a poesia de Carmen Moreno. Oliani Cursou Letras e Direto. Em 2017, representou o Brasil no IV Encontro de Poetas da Língua Portuguesa, em Lisboa. Participou de mais de 200 livros coletivos, nacionais e internacionais. Possui textos traduzidos para o inglês, francês, italiano, alemão, espanhol, holandês, romeno e chinês. Publicou 18 livros, sendo 10 de poemas, três peças de teatro, um livro infantil e quatro livros de contos, dentre eles: A vida sem disfarces (2019), Prêmio Nelson Rodrigues, da UBE-RJ; Ingênuos, pueris e tolinhos (2021); Um encontro inusitado: concordâncias e divergências, em parceria com Eliana Calixto (2021), e, neste ano de 2022, o recém-lançado Pandemônio – Diário da quarentena de um sobrevivente à covid-19. Recebeu o título de “Melhor Autor Apperjiano 2019”, pelo conjunto de sua obra. Está citado como poeta contemporâneo na 4ª edição, revista e ampliada, do livro História da literatura brasileira: da carta de Caminha aos contemporâneos (2022), de Carlos Nejar.

O Sarau contará com a mediação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ), e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), ambos Coordenadores do Sarau do Museu.

Os participantes poderão, além de conversar com os convidados, ler poemas dos autores, de autoria própria, ou que dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Tanussi Cardoso e Carmen Moreno.

O Sarau do Museu prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

23 de setembro, sexta-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.
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Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.
Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistada: Des. Ana Maria Pereira de Oliveira

Natural da cidade do Rio de Janeiro, Ana Maria Pereira de Oliveira formou-se em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ e ingressou na magistratura fluminense em 1990. Durante 15 anos atuou como juíza de varas cíveis e de família, sendo promovida a desembargadora em 2005. Foi membro de diversas comissões ao longo da sua carreira e designada presidente da Comissão Estadual dos Juizados Especiais - COJES em 2009. Na entrevista, que teve como tema principal a criação dos Juizados Especiais, a desembargadora também compartilhou os motivos que a levaram a ingressar no Poder Judiciário, além de abordar episódios que marcaram sua trajetória profissional, como sua experiência à frente da Diretoria do Fórum Regional da Capital. Atualmente, a magistrada preside a 26ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e exerce a vice-presidência do Fórum Permanente dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro - EMERJ.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário por meio do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente, o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valladares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 25 de setembro, domingo
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Classificação indicativa: livre

HUMANITAS – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

A Atualidade do Pensamento de Euclides da Cunha

“Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. [...] Caiu no dia 5 [de outubro de 1897], ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens-feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.” Os sertões (Campanha de Canudos) (1902), de Euclides da Cunha.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 21 de setembro, quarta-feira, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua 14ª Edição, em formato virtual, intitulada A Atualidade do Pensamento de Euclides da Cunha, o Humanitas contará com a presença do professor e ensaísta Leopoldo M. Bernucci, em celebração ao aniversário da primeira edição do marco literário indispensável à compreensão dos dilemas brasileiros. O convidado é euclidianista reconhecido internacionalmente e ocupa a cátedra Russel F. and Jean H. Fiddyment de Estudos Latinoamericanos na University of California-Davis, EUA, onde leciona literaturas brasileira e hispano-americana. No Brasil, é conhecido pelos livros A imitação dos sentidos (1995), Discurso, ciência e controvérsia em Euclides da Cunha (2008) – ambos dedicados aos estudos sobre os sertões – e Paraíso suspeito: a voragem amazônica (2017), nos quais Bernucci resgata as relações intertextuais entre Euclides da Cunha, Alberto Rangel e o famoso escritor colombiano José Eustasio Rivera.

O palestrante proporá uma pergunta à reflexão: como seria o Brasil sem Euclides hoje? A partir dessa questão destacará o fato de que Euclides da Cunha abriu o debate nacional para novas questões e falará sobre a necessidade de alunos e alunas de hoje conhecerem as ideias do autor de os sertões, sobre as diferentes interpretações da obra maior de Euclides, e também acerca de temas como a tensão entre teorias e fatos, relativismo, superstição, misticismo exacerbado versus ciência, ciência, imaginação, intuição e criatividade no pensamento do escritor.

Após sua palestra, o professor será entrevistado e, na sequência, o público também poderá conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ) e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ). A mediação do evento será de W. B. Lemos.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

27 de setembro, terça-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.educativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Logomarca do Grupo Mulheres do Brasil.

GRUPO MULHERES DO BRASIL

Grupo Mulheres do Brasil
Programa “É pra já!” - Projeto Comitê de Empreendedorismo

O Museu da Justiça, em parceria com o Comitê de Empreendedorismo do Rio de janeiro do Grupo Mulheres do Brasil, traz para a agenda de palestras da sala multiuso ações e programas que visam o desenvolvimento profissional, intelectual e pessoal de mulheres. No dia 28, teremos o projeto “É pra Já!”, programa de certificações e aprimoramento que tem por objetivo oferecer crescimento e desenvolvimento pessoal e/ou profissional para mulheres, contribuindo e fomentando educação e empregabilidade.

O “É Pra Já” é aplicado através de parcerias com empresas e/ou profissionais selecionadas e os temas abordados são pertinentes às principais necessidades da gestão de negócios, e também, desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres. A metodologia utilizada são oficinas, palestras e workshops, com o objetivo de oferecer, inicialmente, conhecimento e aprimoramento.

Nesse primeiro encontro, o tema abarcará técnicas, dinâmicas e estratégias para desenvolver e aprimorar a habilidade em vender. À frente dessa palestra estará Regina Alves – executiva de vendas da Nissin Lámen e Cepêra.

28 de setembro, quarta-feira, das 10h às 12h
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, térreo, Sala Multiuso - Centro, Rio de Janeiro
Clique neste link para retirar seu ingresso.
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Imagem do Tribunal Pleno com texto em destaque: Impeachment um ano depois.

PODCAST

Impeachment – 1 ano depois

No dia 30 de abril de 2021, o Estado do Rio de Janeiro vivia um fato inédito que entraria para a história política e jurídica do país. O Tribunal Especial Misto (TEM), formado por cinco desembargadores e deputados estaduais, afasta um governador de Estado por crime de responsabilidade. No salão do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Wilson Witzel sofre um processo de impeachment por unanimidade de votos e tem seus direitos políticos cassados por cinco anos por irregularidades na gestão da saúde pública, que enfrentava tempos de pandemia. O caso ganha repercussão nacional e internacional.

Um ano depois, o Museu da Justiça lança o podcast ‘Impeachment: um ano depois’, que reconta a história da cassação de Witzel, ouvindo os integrantes e os dois magistrados que presidiram o TEM, as análises de jornalistas que cobriram as sessões e os principais momentos das audiências de instrução e do julgamento. Disponível no spotify, o podcast é uma produção do Museu da Justiça em parceria com o Serviço de Identidade Visual, do Departamento de Comunicação Institucional do TJRJ.

O podcast “Impeachment: um ano depois” explica como foi a dinâmica do tribunal, até então inédita, que uniu os poderes judiciário e legislativo e as lições o caso deixa para a sociedade fluminense. Dividido em quatro episódios, todos costuram a linha histórica dos acontecimentos analisando os detalhes do caso.

O primeiro episódio analisa a ascensão de Wilson Witzel ao Palácio Guanabara, as relações com o Legislativo, as crises na área da saúde e a denúncia da Assembleia Legislativa do Rio pedindo o impeachment do governador.

O segundo e terceiro episódios trazem detalhes do Tribunal Especial Misto: a formação do colegiado, a reação de cada desembargador ao ser sorteado, o ineditismo do processo, as testemunhas ouvidas, os recursos da defesa de Witzel e o dia em que o ex-governador foi interrogado.

O episódio quatro conta em detalhes o julgamento de Wiztel, a repercussão no Brasil e no exterior. Os integrantes do TEM avaliam as lições do caso.

Hotsite traz vídeos e votos dos desembargadores
Além do podcast, o Museu da Justiça lançou um hotsite com informações, fotos e vídeos do processo de impeachment. O usuário pode acompanhar a transmissão de todas as audiências realizadas pelo Tribunal Especial Misto, conferir momentos importantes e baixar os votos de cada desembargador e deputado que culminaram com o afastamento de Wilson Witzel.

Processo físico em exposição
Pesquisadores e curiosos podem conferir as peças físicas do processo de impeachment, expostas no Museu da Justiça. Ao todo, o processo possui 22 volumes e as peças acusatórias aprovadas pela Assembleia Legislativa

Já disponível
Clique neste link para acessar a página do podcast
Clique neste link para acessar os episódios no Spotify
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

VISITA MEDIADA

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Imagem com o título da exposição em destaque, Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

A mostra e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males. Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual
Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

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Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

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Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

A exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco.

“'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

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Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

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Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

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Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

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Classificação indicativa: livre