Agenda Setembro

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça oferece o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de setembro pode ser conferida abaixo.

02 de setembro – Amazônia
09 de setembro – Simetria
16 de setembro – Composições Geométricas
23 de setembro – É Novamente Primavera
30 de setembro – Revisitando “Curvas”

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Vou ter que ver por que minha mãe nasceu lá em Tijucopapo. E, caso haja uma guerra, a culpa é dela.”
As mulheres de Tijucopapo, de Marilene Felinto.

Na próxima reunião do Leituras no Palácio, conversaremos sobre As mulheres de Tijucopapo, romance da jornalista e celebrada escritora pernambucana Marilene Felinto. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 13 de setembro, às 17h, discutiremos um momento da história de Pernambuco, no século XVII, em que a região de Tejucopapo foi palco de uma batalha entre mulheres guerreiras locais e holandeses interessados em saquear o estado.

O encontro do Clube Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ), Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

13 de setembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 16 anos

CONVIDA

Refugiados – a realidade de mulheres em busca de condições de vida

Deixar tudo para trás e tentar a vida em outro lugar é a realidade de milhares de refugiados em todo o mundo, seja por questões políticas, raça, religião ou ainda graves violações dos direitos humanos em seus países de origem. O Brasil recebeu, apenas no ano passado, cerca de 29 mil pedidos de refúgio.

Para abordar esse tema, o Museu da Justiça convida Luiza Trindade, jornalista e cineasta, cujo documentário de estreia “Adelante - A luta das venezuelanas refugiadas no Brasil” aborda a realidade das mulheres refugiadas da Venezuela e a jornalista, fotógrafa e assessora de comunicação do PARES Cáritas RJ, Luciana Queiroz, que nos trará a experiência e o dia-a-dia da instituição que atua há 45 anos no acolhimento, integração e proteção de pessoas refugiadas no Rio de Janeiro. O debate contará ainda com a presença da venezuelana refugiada Yandi Correa, que vive no Brasil há cinco meses com o marido e três filhos. Eles passaram por Boa Vista antes de chegarem ao Rio de Janeiro por conta própria. Yandi é formada em Administração, Contabilidade e Finanças e trabalha atualmente na rede de supermercados Carrefour.

Nesse encontro, mediado pelo Des. Wagner Cinelli, será exibido um trecho do documentário de Luiza Trindade, que nos trará suas vivências durante as filmagens, experiências e sua parceria com a Cáritas, que abriu as portas de uma de suas casas para que o trabalho ali desenvolvido pudesse ser registrado. Ao final do evento, o público poderá participar com perguntas aos convidados.

14 de setembro, terça-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconvida

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 16 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Abeylard Pereira Gomes

Nascido em 1º de julho de 1915, em Imbituva, no Paraná, Abeylard Pereira Gomes construiu uma longa e consagrada carreira na magistratura, sendo promovido em 1979 ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). Eleito, em maio de 1984, 3º vice-presidente do TJRJ, aposentou-se pouco mais de um ano depois, em junho de 1985. Na entrevista, concedida em agosto de 1998, o magistrado aborda aspectos marcantes de sua biografia, relata sua experiência enquanto juiz do antigo Estado do Rio de Janeiro, e comenta sobre acontecimentos que vivenciou e que marcaram a história da cidade e do país, como a ditadura militar. O desembargador Abeylard Pereira Gomes, que também foi escritor, professor e membro das academias carioca e niteroiense de letras, faleceu em junho de 1999, aos 84 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 19 de setembro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça, e que exibe em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Estreia 21 de setembro, terça-feira

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/arte-educacao-sustentabilidade

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Anísio Teixeira e a educação integral para a cidadania

“Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública.”, Anísio Teixeira.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 22 de setembro, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua quarta edição, intitulada "Anísio Teixeira e a educação integral para a cidadania", o Humanitas explorará aspectos essenciais do pensamento de um dos maiores educadores que o Brasil já teve, em palestra, seguida de entrevista, do desembargador do TJRJ, Doutor em Ciência Política pela UFF e professor da UERJ, João Batista Damasceno. O convidado discutirá a concepção de educação integral, defendida por Anísio Teixeira, cuja ênfase, precursora, se fundou no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento e análise críticos, em detrimento da memorização. Teixeira, além de pioneiro defensor da universalização da educação pública de todos os níveis, gratuita, laica, obrigatória e de qualidade, foi o responsável maior pela implementação da primeira Lei Nacional de Diretrizes e Bases da educação brasileira (Lei Federal nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, editada no governo do presidente João Goulart, do qual era chefe de gabinete o sociólogo, educador e político Darcy Ribeiro, notadamente um continuador das ideias do autor de Educação para a Democracia.

Após a palestra e entrevista, os participantes também poderão conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

22 de setembro, quarta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu apresenta: Mallarmargens em revista

“Todo Pensamento exibe um Lance de Dados”.
Um lance de dados (1897), de Stéphane Mallarmé

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 14ª Edição do Sarau do Museu, em formato virtual, no dia 24 setembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais humanidades.

Nesta edição, receberemos a equipe de Mallarmargens – Revista de Poesia e Arte Contemporânea, um dos mais relevantes periódicos literários do atual cenário artístico e intelectual brasileiro, cujo objetivo, desde 2012, tem sido o de divulgar e valorizar a literatura, as artes e o pensamento contemporâneos nacional e internacional. O encontro contará com as participações dos editores de Mallarmargens: os poetas e críticos Nuno Rau, autor de Mecânica aplicada (finalista do Prêmio Jabuti de Poesia, de 2018) e Notas marginais (2021); Alexandre Guarnieri, autor de Corpo de festim (contemplado com o Prêmio Jabuti de Poesia, de 2015), dentre outros; e Amanda Vital, autora de Lux (2015) e Passagem (2018).

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas dos integrantes da equipe da revista, bem como os de sua própria autoria, desde que, preferencialmente, dialoguem com a diversidade poética e os temas de Mallarmagens.

O Sarau do Museu – agora rebatizado – continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

24 de setembro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

MÚSICA

Alexandre Rachid e Aloysio Rachid - Piano

Nesse mês o Museu da Justiça apresenta um concerto de piano do programa Música no Palácio, realizado em parceria com a Escola de música da UFRJ e que tem curadoria do Maestro Marcelo Jardim.

Nesse concerto, dividido em duas partes, os irmãos e pianistas Alexandre Rachid e Aloysio Rachid apresentarão ao público obras de Bach, Liszt, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, dentre outros, além de improvisações de estilos eruditos ao piano com o tema “Cai, cai, Balão, aqui na minha mão!”.

Estreia 26 de setembro, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

Setembro Amarelo

O Museu da Justiça apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

A edição de setembro abordará o suicídio ou sua tentativa entre as mulheres em situação de violência, contando com a presença de Ana Lúcia Antunes, mestre em terapia da família e psicóloga do Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher na comarca de São João de Meriti.

“Conversas” é realizado com o apoio da Equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da Psicóloga Clínica e Jurídica Maria Augusta Fischer, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

30 de setembro, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre