Agenda Outubro

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“O nosso trabalho lavra a terra, o nosso esterco fertiliza o solo e, apesar disso, nenhum de nós possui nada além da própria pele.”
A fazenda dos animais, de George Orwell.

Na próxima reunião do Leituras no Palácio, conversaremos sobre A fazenda dos animais, romance fabular do escritor e jornalista inglês George Orwell. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 04 de outubro, às 17h, discutiremos os sentidos simbólico e histórico dessa obra que é uma das sátiras políticas mais contundentes de todos os tempos.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

4 de outubro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/clubeleiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de outubro pode ser conferida abaixo.

07 de outubro – Outubro Rosa
14 de outubro – Dia das Crianças
21 de outubro – Revisitar desenhos com embalagens
28 de outubro – Dia Nacional do Livro

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro reabre as suas portas para visitação com a inauguração da exposição “Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro”.

A mostra rememora as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males.

Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Estreia 18 de outubro

Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Para saber mais, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/pandemias-epidemias-no-rio

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Van Gogh e a Justiça: Os Humanos e as Plantas

“Pois bem, em meu próprio trabalho, arrisco a vida e nele minha razão arruinou-se em parte – bom –, mas pelo quanto eu saiba você não está entre os mercadores de homens, e você pode tomar partido, eu acho, agindo realmente com humanidade, mas o que é que você quer?”
Trecho da carta que Vincent van Gogh levava consigo no dia 29 de julho de 1890, data de sua morte.
Cartas a Theo, de Vincent van Gogh.

O Museu da Justiça, com o objetivo de fomentar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades e promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 20 de outubro, às 17h.

Em sua quinta edição, intitulada "Van Gogh e a Justiça: Os Humanos e as Plantas", o Humanitas, a partir do romance Diários de Vincent: impressões do estrangeiro, tratará do tema da Justiça nos quadros e nas cartas de Van Gogh, ao abordar o modo como ele retrata trabalhadores e pessoas comuns. A relação de sua vida e de sua obra com as plantas também será desenvolvida, mostrando como não se trata apenas de representação estética, pois envolve questões éticas e políticas bastante atuais. O encontro contará com palestra de Evando Nascimento, escritor e artista visual. Evando publicou, entre outros, Derrida e a literatura (1999; 3ª edição, 2015); Clarice Lispector: uma literatura pensante (2012) e Cantos do mundo (2011), finalista do Prêmio Portugal Telecom. Professor universitário, Evando Nascimento lecionou na Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) e na Université Stendhal Grenoble (França).

Também participará do encontro Felipe Martinez, doutor em História da Arte pela Unicamp e autor de uma dissertação de mestrado sobre as obras de Van Gogh pertencentes ao acervo do MASP, onde também trabalhou como pesquisador. Martinez atua como professor nos principais museus e espaços culturais de São Paulo, como o MAM, o MASP e a Casa do Saber, bem como na pós-graduação da PUC-SP. Membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA), Martinez falará acerca da escrita de Evando sobre Van Gogh e o entrevistará na companhia de W. B. Lemos, coordenador do ciclo.

Após as palestras e a entrevista, o público também poderá conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

EVENTO ADIADO, em breve nova data

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – A poesia de Carlos Henrique Costa

“A nova nave está guardada/ apenas aos da classe A./ Àqueles que fazem da alma/ traslado a raros hábitats./ Escafandristas do seu mar./ Indo e vindo, mesmo sob pânico./ Salvos por nadar, fundo ou raso.// Estamos no mesmo naufrágio./ Inválidos ante a catástrofe./ Filhos da Virtude-Vontade./ Jamais houve guardas e barcos/ bastantes, nem bons o bastante./ À prova de impacto, o casco –/ falácia do engenho náutico."
“Nova nave”, poema do livro O homem sem relógio - sonetos dissonantes (2021), de Carlos Henrique Costa.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 15ª Edição do Sarau do Museu – A poesia de Carlos Henrique Costa, em formato virtual, no dia 22 de outubro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, celebraremos e debateremos a poesia de Carlos Henrique Costa, com o lançamento do seu novo livro, O homem sem relógio – sonetos dissonantes (2021). Poeta, letrista, compositor, jornalista, bacharel em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e servidor do TJRJ, Henrique Costa é, além de sonetista experiente, uma das mais expressivas vozes líricas da mais recente poesia brasileira, o que já ficou demonstrado com a publicação de seus dois livros anteriores, Tempo desejo (2006) e Lira dos sentidos (2014). O encontro contará com as participações do autor; de Carlos Newton Júnior, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco e autor de mais de 15 livros, nos campos da poesia, do romance e do ensaio, dentre eles, Poeta em Londres (2005), Ofício de sapateiro (2011), Ressurreição (2019) e Memento mori: os sonetos da morte (2020), e de Cláudio Neves, poeta e professor de Língua Portuguesa, autor de 5 livros de poemas, dentre eles, De sombras e vilas (2008), Isto a que falta um nome (2011), Ouvido no café da livraria (2016) e Hibiscos vermelhos e tilápias vivas (2020).

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Carlos Henrique Costa.

O Sarau do Museu – agora rebatizado – continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

22 de outubro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Pedimos para que os participantes entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Fellipe Augusto de Miranda Rosa

Nascido em 1º de dezembro de 1920, na cidade do Rio de Janeiro, Felippe Augusto de Miranda Rosa foi promovido a desembargador em 1980. Em sua entrevista, o magistrado comenta sobre questões marcantes para sua trajetória profissional, tais como a fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro e a promulgação da Lei Orgânica da Magistratura, de 1979. Com uma vasta carreira, atuou também como professor de Sociologia da Universidade do Estado da Guanabara (UEG), depois Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, destacando-se como pioneiro na difusão da Sociologia do Direito. Além disso, foi autor de muitos livros, dentre os quais estão: "Poder, direito e sociedade" e "Sociologia do direito: o fenômeno jurídico como fato social". Faleceu em março de 2009, aos 88 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 24 de outubro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

MÚSICA

Camerata Uerê

Nesse mês o Museu da Justiça apresenta o concerto gravado para o projeto “Música no Museu apresenta Sons do Brasil”, com a Camerata de Cordas do Projeto Uerê.

A Camerata nasceu em 2015 com a violinista francesa Constance Despretz, que teve a iniciativa de musicalizar crianças através da prática do violino no Projeto Uerê, situado no complexo da Maré, Rio de Janeiro. Tem como principal característica evidenciar o repertório brasileiro, abrangendo desde o erudito até o popular, sob a orientação da professora e violinista Fabiana Valente e a regência da maestrina Waleska Araújo.

Nesse concerto, serão apresentadas ao público obras tradicionais da música clássica brasileira como Trenzinho Caipira, de Heitor Villa-Lobos, Gaúcho, de Chiquinha Gonzaga, e Odeon, de Ernesto Nazareth, além de clássicos da música popular, como Cheia de Manias, de Raça Negra, Samba de uma nota só, de Tom Jobim, Trem das Onze, de Adoniran Barbosa e Pelados em Santos de Mamonas Assassinas.

Estreia 31 de outubro, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça, e que exibe em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/arte-educacao-sustentabilidade

Classificação indicativa: livre

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre