Agenda Novembro

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

 

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Van Gogh e a Justiça: Os Humanos e as Plantas

“Pois bem, em meu próprio trabalho, arrisco a vida e nele minha razão arruinou-se em parte – bom –, mas pelo quanto eu saiba você não está entre os mercadores de homens, e você pode tomar partido, eu acho, agindo realmente com humanidade, mas o que é que você quer?”
Trecho da carta que Vincent van Gogh levava consigo no dia 29 de julho de 1890, data de sua morte.
Cartas a Theo, de Vincent van Gogh.

O Museu da Justiça, com o objetivo de fomentar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades e promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 03 de novembro, às 17h.

Em sua quinta edição, intitulada "Van Gogh e a Justiça: Os Humanos e as Plantas", o Humanitas, a partir do romance Diários de Vincent: impressões do estrangeiro, tratará do tema da Justiça nos quadros e nas cartas de Van Gogh, ao abordar o modo como ele retrata trabalhadores e pessoas comuns. A relação de sua vida e de sua obra com as plantas também será desenvolvida, mostrando como não se trata apenas de representação estética, pois envolve questões éticas e políticas bastante atuais. O encontro contará com palestra de Evando Nascimento, escritor e artista visual. Evando publicou, entre outros, Derrida e a literatura (1999; 3ª edição, 2015); Clarice Lispector: uma literatura pensante (2012) e Cantos do mundo (2011), finalista do Prêmio Portugal Telecom. Professor universitário, Evando Nascimento lecionou na Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) e na Université Stendhal Grenoble (França).

Também participará do encontro Felipe Martinez, doutor em História da Arte pela Unicamp e autor de uma dissertação de mestrado sobre as obras de Van Gogh pertencentes ao acervo do MASP, onde também trabalhou como pesquisador. Martinez atua como professor nos principais museus e espaços culturais de São Paulo, como o MAM, o MASP e a Casa do Saber, bem como na pós-graduação da PUC-SP. Membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA), Martinez falará acerca da escrita de Evando sobre Van Gogh e o entrevistará na companhia de W. B. Lemos, coordenador do ciclo.

Após as palestras e a entrevista, o público também poderá conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

3 de novembro, quarta-feria, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

O Museu da Justiça apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

Para este encontro, traremos o tema Infâncias Violadas, onde abordaremos as possíveis violências que perpassam a infância e afetam seu pleno desenvolvimento, além dos possíveis danos emocionais acarretados por essas vivências, em sua maioria, traumáticas.

Contaremos com a participação de Vivian Guerra Dornellas Câmara, Psicóloga TJRJ - atuante em Varas da Família; Especialista em Psicologia Jurídica (CFP); Especialista em Psicanálise, Traumas e Urgências Subjetivas (PUC - Rio) e de Verônica de Paula, Psicóloga, especialista em Psicologia Jurídica, atuante desde 2009 na 1ª Vara da Infância, Juventude e Idoso da capital do Rio de Janeiro.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, mestranda da PUC-RJ em Psicologia do núcleo Casal e Família, especialista em violência contra a mulher e coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

4 de novembro, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de novembro pode ser conferida abaixo.

04 de novembro – Aula Surpresa
11 de novembro – Vamos fazer uma customização?
18 de novembro – Dia da Criatividade
25 de novembro – Dia da não Violência contra as mulheres

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

MÚSICA

XII Rio Winds Festival - Música no Museu 2021

O Museu da Justiça encerra a programação musical deste ano com o "XII Rio Winds Festival" realizado pelo projeto Música no Museu, em formato presencial. O festival acompanha o circuito “Double Reed Society” - Sociedade Internacional de Palhetas duplas, com sede nos EUA, que apresenta oboístas e fagotistas do mundo inteiro.

Na programação, de 5 a 29 de novembro, músicos nacionais e internacionais farão apresentações focadas em instrumentos de sopro (flauta, oboé, fagote, corne inglês, saxofone, clarineta, etc) com um repertório que vai do erudito até o popular. Os concertos ocorrerão presencialmente no Salão Nobre do Museu da Justiça seguindo todos os protocolos referentes à pandemia de COVID-19. Para a entrada será necessário apresentar o cartão de vacinação com as duas doses ou com a dose única.

05 de novembro – Trio Movimento Musical, composto por Paulo Romeu no piano, Denise Emmer no violoncelo e Yuri Reis no violino com a participação especial de Mariana Bernardo na clarineta.
10 de novembro – Marco de Pinna, bandolim de 10 cordas, Kevin Shortall, violão e Diogo Trindade na percussão, com participação especial de Harold Emert no oboé.
16 de novembro – Joseph Tomasso, oboé e corne inglês e Leandro Turano no piano.
18 de novembro – Pierre Descaves no oboé, Gabriel Lucena no violão.
19 de novembro – Joseph Tomasso, clarineta e Aleida Schweitzer, piano.
23 de novembro – Harold Emert no oboé, Cosme Silveira no fagote e acordeão e Claudio Vettori no piano, com a participação especial de Phylis Huber, atriz e narradora.
25 de novembro – Eliane Salek no piano e flauta.
29 de novembro – Trio Plumeria Winds, composto por Rachel Messing no oboé, Andrea Vos Rochefort na clarineta e Scott Pool no fagote.

Estreia 5 de novembro, sexta-feira às 13h

Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Salão Nobre do Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

Apresentações sempre às 13h

Distribuição de senhas a partir das 12h30

Lotação: 40 pessoas

Classificação indicativa: Livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Esta leitura pretende refletir na tomada de atitudes antirracistas, sobretudo para quem busca uma postura ética em sua existência.”
Pequeno manual antirracista, de Djamila Ribeiro.

Na próxima reunião do Leituras no Palácio, conversaremos sobre o livro Pequeno manual antirracista, de Djamila Ribeiro, filósofa, feminista negra, escritora e mestra em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). No encontro virtual, no dia 8 de novembro, às 17h, serão discutidas, em especial, sob perspectivas histórico-críticas, a concepção de racismo estrutural e a necessidade emergencial e imediata da adoção pessoal e coletiva de práticas antirracistas, frente ao atual panorama sociopolítico brasileiro e mundial.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

8 de novembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/clubeleiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Antônio de Castro Assumpção

Antônio de Castro Assumpção nasceu na cidade de Rio Grande, Estado do Rio Grande do Sul, em 28 de março de 1922. Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo em 1946 e ingressou na magistratura do Distrito Federal em 1951, como 1º Juiz substituto. Em sua entrevista, o desembargador comenta pontos marcantes de sua trajetória no Judiciário, como sua participação na fundação da antiga Associação de Magistrados do Distrito Federal e sua atuação em defesa da manutenção das garantias constitucionais dos magistrados durante a ditadura militar. Membro da Academia Carioca de Letras, o magistrado publicou, dentre muitas obras: “O Poder do Estado Contemporâneo”, “Justiça e Progresso” e “Folhas de Outono”. Faleceu em novembro de 1998, aos 76 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 21 de novembro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CONVIDA

Racismo Estrutural: Legados da Escravidão no Brasil

A partir das pesquisas desenvolvidas ao longo das últimas décadas, os palestrantes Flavio dos Santos Gomes e Beatriz Gallotti Mamigonian trarão uma reflexão acerca da escravidão enquanto elemento primordial para o fenômeno chamado Racismo Estrutural no Brasil.

Beatriz Mamigonian é escritora, professora do Departamento de História da UFSC e pesquisadora na área da abolição do tráfico de escravos e nas transformações da escravidão no século XIX; Flávio Gomes é escritor, professor da UFRJ e pesquisador do CNPQ.

23 de novembro, terça-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconvida

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Paulo Freire: Educação e emancipação do pensamento

“[...] nas condições de verdadeira aprendizagem os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.”
Trecho do livro Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, de Paulo Freire.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 24 de novembro, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua sexta edição, em formato virtual, intitulada "Paulo Freire: Educação e emancipação do pensamento", o Humanitas tematizará aspectos essenciais da reflexão pedagógica de um dos expoentes, no âmbito do ensino, no Brasil e no mundo, em palestra, seguida de entrevista, da professora titular da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Lia Faria, pós-doutora em Educação pela Universidade de Lisboa, e em Ciência Política, pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), além de doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A convidada discutirá as matrizes pedagógico-políticas do pensamento de Paulo Freire, autor, entre diversas obras, de Pedagogia do oprimido, o único livro brasileiro a aparecer na lista dos 100 títulos mais pedidos pelas universidades de língua inglesa, e criador de um método de alfabetização de adultos que leva seu nome. Reconhecido por lei federal, em 2012, como o Patrono da Educação Brasileira, o educador e filósofo pernambucano é o terceiro pensador mais citado em universidades da área de humanas em todo o mundo, de acordo com um levantamento feito por uma ferramenta de pesquisa internacional para literatura acadêmica.

Após a palestra e a entrevista, o público também poderá conversar com a convidada e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

24 de novembro, quarta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Poesia: A mais alta consciência II

“Mesmo que voltem as costas/ Às minhas palavras de fogo/ Não pararei/ Não pararei/ Não pararei de gritar.”
Trecho de “Protesto”, poema do livro Não pararei de gritar – poemas reunidos (2019), de Carlos de Assumpção.

“Escrevi aquela estória escura sim/ Soltei meu grito crioulo sem medo/ pra você saber/ Faço questão de ser negra nessa cidade descolorida/ doa a quem doer/ Faço questão de empinar meu cabelo cheio de poder/ Encresparei sempre/ em meio a esta noite embriagada de trejeitos brancos e fúteis”
Trecho de “Petardo”, poema do livro Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz, (2014), de Cristiane Sobral.

“meu corpo, minha regra:/ porque a vida só vale se agrega/ o valor e a condição que me cabem:/ ser quem decide molde e cor da roupagem/ (...) / meu corpo, minha regra:/ porque a vida só vale a quimera/ daquilo que me alimenta de coragem:/ seja eu o espelho da minha imagem.”
Trechos de “Meu mundo, minha moeda”, poema do livro Um para dentro todo exterior (2018), de Paulo Sabino.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 17ª Edição do Sarau do Museu – Poesia: A mais alta consciência II, em formato virtual, em novembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, ao celebrarmos o Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, leremos e ouviremos poemas de Carlos de Assumpção, poeta e ativista da velha guarda do movimento negro, autor de Não pararei de gritar – poemas reunidos (2019), obra saudada calorosamente pela crítica; Cristiane Sobral, poeta, atriz e professora, autora de, entre outras obras, Terra negra (2017); e Paulo Sabino, poeta, jornalista, produtor cultural e autor de Um para dentro todo exterior (2018).

Além de assistir às performances dos três poetas, os demais participantes poderão conversar com os convidados, ler poemas deles, assim como de autoria própria ou não, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia dos convidados, em especial poemas associados às questões que dizem respeito à negritude e ao antirracismo, escritos por autores do século XIX, modernos ou contemporâneos.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

26 de novembro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/saraudomuseu

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro reabre as suas portas para visitação com a inauguração da exposição “Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro”.

A mostra rememora as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males.

Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Até 17 de dezembro

Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Para saber mais, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/pandemias-epidemias-no-rio

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça, e que exibe em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/arte-educacao-sustentabilidade

Classificação indicativa: livre

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre