Agenda Cultural de Novembro

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

Curso de Artes

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas, às sextas-feiras, no canal da artista. A programação de novembro pode ser conferida abaixo:

Dia 04 – Pavão
Dia 11 – Aula Surpresa
Dia 18 – O beijo
Dia 25 – Aula Especial

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.
Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre

Música no Museu

"Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais"

O Museu da Justiça oferece, em parceria, com o programa Música no Museu, que celebra seus 25 anos de existência, o projeto “Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais”, um ciclo de concertos que evidencia a pluralidade da música clássica brasileira e internacional. Serão quatro apresentações realizadas no Museu da Justiça no mês de novembro e outros que irão acontecer em espaços culturais do Rio de Janeiro, São Paulo e Viena.

O público poderá desfrutar de um repertório diverso que homenageia compositores consagrados da música nacional como Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Guerra Peixe, Jacó do Bandolim e Tom Jobim, em um misto que vai do clássico ao popular, contemplando também grandes gênios internacionais como Bach, Beethoven, Chopin, Händel, Vivaldi, entre outros. Confira abaixo nossa programação, na íntegra:

Dia 08, terça-feira, às 12h30
Jazztopia
Programa: Gershwin

Dia 11, sexta-feira, às 12h30
Lucia Barrenechea, piano
Herbert Lindsberger, viola
Alessandro Borgonero, violino
Programa: Comemoração dos 200 anos da Independência com obras de Mozart e Schubert

Dia 18, sexta-feira, às 12h30
Ian Davidson, oboé
Daris Hale, fagote
Programa: Puccini e Bach

Dia 22, terça-feira, às 12h30
Trio Trino
Pierre Descaves, corne inglês
Gabriel Lucena, violão e arranjos
Paulo Azevedo, violino
Programa: Clássicos internacionais

8, 11, 18 e 22 de novembro, sempre às 12h30min
Museu da Justiça - Salão Nobre
Rua Dom Manuel, 29, 3° andar - Centro, Rio de Janeiro
50 lugares, sujeito à lotação
Retirada gratuita de senha na recepção, 30min antes do evento
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Lançamento de Livro

Decisões conscientes, empresas resilientes
Como tornar o mundo dos negócios mais ético com ações efetivas

O Museu da Justiça convida a todos para o lançamento do livro “Decisões Conscientes, Empresas Resilientes: como tornar o mundo dos negócios mais ético com ações efetivas", do advogado e professor de Direito Humberto Mota Filho. Com boa receptividade entre o mundo jurídico, a obra, que é fruto de mais de uma década de pesquisas do autor, investe na busca por uma melhor governança corporativa e em empresas mais sustentáveis no longo prazo, bem como na construção de uma sociedade mais democrática e ética.

O evento contará com a presença do escritor que fará um bate-papo sobre o livro, seguido de uma noite de autógrafos.

9 de novembro, quarta-feira, às 18h
Museu da Justiça - Biblioteca
Rua Dom Manuel, 29, 3° andar - Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição

Retratos da Inclusão
Mostra de Fotografias

O Museu da Justiça de Niterói, em parceria com a Escola Municipal Dr. Alberto Francisco Torres, promove a exposição Retratos da Inclusão, projeto realizado na Escola Municipal Dr. Alberto Francisco Torres, na qual se busca valorizar as relações inclusivas, no cotidiano escolar e em visitas a espaços da cidade de Niterói. Nesse movimento, espera-se destacar a diversidade nas formas de ver, ser e estar no mundo.

Embora as práticas pedagógicas inclusivas ocorram, durante todo o ano na E. M. Dr. Alberto Francisco Torres, foi entre os meses de agosto e outubro que as atividades foram registradas. Durante esse pequeno recorte de tempo, os alunos, famílias e professores produziram, além de experiências e aprendizagens significativas, um riquíssimo material, repleto de sensibilidade, afetividade e protagonismo estudantil. Sentimo-nos honrados em convidar escolas, famílias e comunidades para prestigiarem nossa culminância e dessa forma vivenciarem conosco Retratos da Inclusão.

De 11 a 30 de novembro
Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Do Direito à Literatura

Sarau do Museu – Miró, poeta da ágora

“o mundo não tem jeito/ Deus foi brincar de se esconder/ ficou atrás do poste esperando que o/ homem se iluminasse// e tome bomba atômica/ e tome gente catando comida no lixo/ e tome tortura das ditaduras/ e tome tanque de guerra num homem/ sozinho de braços abertos/ nas ruas da China/ e tome propina pra simplesmente asfaltar/ as ruas que não são asfaltadas, fora os/ assaltos que até esse Deus perdeu a conta// o mundo não tem jeito/ Deus foi brincar de rodar o pião/ e assim/ não caminha a humanidade.”
“Não sei se”, poema do livro Miró até agora (2022), 2ª ed., 7ª reimpressão, de Miró.

A homenagem contará com a participação do escritor, professor e editor Wellington de Melo. O convidado publicou, entre outros livros,.Estrangeiro no labirinto (2014), semifinalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura. Wellington é Mestre em Teoria Literária pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e curador da obra de Miró da Muribeca, nome pelo qual o poeta também é conhecido, em razão de ter morado muitos anos no bairro da Muribeca, que fica no município da Jaboatão dos Guararapes, na Grande Recife. Atualmente, Wellington escreve a biografia de Miró, a ser publicada pela Cepe Editora.

No encontro, também estará presente o pesquisador Ary Pimentel, professor de Literaturas Hispano-americanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Doutor e Mestre em Ciência da Literatura por essa mesma instituição, e responsável pela organização de uma antologia da poesia de Miró, a ser publicada ainda em 2022.

O Sarau terá ainda a presença de Nelson Maca, poeta paranaense radicado na Bahia, militante do movimento negro e professor de Literatura Brasileira. O convidado é articulador do coletivo Blackitude, que assina o Sarau Bem Black e o Slam Lonan. Maca publicou quatro livros de poesia e prosa. Circula com as seguintes performances: Na Rota da Rima (solo); Tamborismo (em dupla com o mestre percussionista Jorjão Bafafé); CandomBlackesia, com o Afro-Power-Trio; Funkesia, com o funkeiro carioca Mano Teko. Além disso, o poeta produz, entre outros, o evento Balada Literária da Bahia e Encontro de Literatura Divergente em São Paulo. Foi amigo e parceiro em eventos de performance do poeta pernambucano, de quem continua fã incondicional.

O Sarau contará com a mediação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ), e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), ambos Coordenadores do Sarau do Museu.

A audiência poderá, além de conversar com os convidados, ler poemas da autora, de autoria própria, ou que dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Miró da Muribeca.

O Sarau do Museu prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio Antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

18 de novembro, sexta-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Do Direito à Literatura

Clube Leituras no Palácio Convida: Ricardo Vieira Lima

“Escrevo para as paredes./ O ar puro me asfixia. / Escrevo todas as vezes/ que um desejo se anuncia.// Escrevo contra as paredes/ que transponho em agonia./ Escrevo sempre isolado,/ sem nenhuma companhia.// Escrevo sob as paredes/ que me cercam, todavia,/ em casa ou no trabalho./ E sem carta de alforria,// escrevo sobre as paredes./ Escrevo à noite ou de dia./ Com ânsia de condenado,/ na sua hora tardia.// Escrevo todos os meses/ e não vejo outra saída./ Escrevo para as paredes:/ não posso escrever pra vida."
"Aríate", poema do livro Aríate - poemas escolhidos (2021), de Ricardo Vieira Lima.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura como prática formadora fundamental do espírito humano, vem dando continuidade ao programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Cumprindo esse objetivo, a próxima reunião do clube Leituras no Palácio Convida, em formato virtual, no dia 21 de novembro, às 17h, será uma edição especial, pois contará com a presença de um escritor premiado. Na ocasião, conversaremos com o poeta e crítico literário Ricardo Vieira Lima, autor de Aríete – poemas escolhidos (1990-2020). O convidado em questão, além de ensaísta, editor, antologista e jornalista, é Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e também servidor do TJRJ. Organizou e prefaciou os livros: Anos 80, da coleção Roteiro da Poesia Brasileira (2010), e Poesia completa, de Ivan Junqueira (2019). Seu livro Aríete – poemas escolhidos ganhou os Prêmios Ivan Junqueira, da Academia Carioca de Letras, e Jorge Fernandes, da União Brasileira de Escritores - RJ.

Essa obra, mesmo antes da sua publicação, no final de 2021, já era conhecida parcialmente nos meios literários, pois reúne poemas que, divulgados esparsamente, ao longo dos últimos anos, motivaram comentários entusiasmados, vindos de nomes nacionais e internacionais da literatura, a exemplo de José Saramago, Antônio Houaiss, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, Affonso Romano de Sant’Anna, Geraldo Carneiro e Alexei Bueno.

Além de conversar com o poeta entrevistado, que falará sobre o seu processo de criação e relembrará seu percurso literário, todos os participantes poderão ler poemas do autor, assim como os de sua própria autoria ou não, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Ricardo Vieira Lima.

O encontro do Clube Leituras no Palácio conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

21 de novembro, segunda-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Modernismo e Mestiçagem: Mário de Andrade e Aleijadinho

“A fantasia redentora conforta os teóricos preocupados em encontrar para as culturas americanas valores identitários capazes de fazê-las encarar em pé de igualdade culturas europeias milenares.”
Aleijadinho e o aeroplano (2008), de Guiomar de Grammont.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, vem dando continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 23 de novembro, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua 14ª Edição, em formato virtual, intitulada Modernismo e Mestiçagem: Mário de Andrade e o Aleijadinho, o Humanitas contará com a presença da escritora, professora e pesquisadora Guiomar de Grammont, que, ainda em referência ao centenário da Semana de 22, promoverá uma reflexão sobre como o Modernismo construiu sua ideia de antropofagia, a partir do conceito de mestiçagem, e acerca do modo como Mário de Andrade revalorizou a figura de Aleijadinho, por exemplo, reconstruindo-o como um personagem macunaímico, ainda que o escritor parecesse ocultar sua própria origem mestiça.

Professora da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e curadora de eventos literários, Guiomar de Grammont é Doutora em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), tendo publicado, entre outros, a pesquisa histórica Aleijadinho e o aeroplano (2008); os volumes de contos Sudário (2006) e O fruto do vosso ventre (1994, Prêmio Casa de Las Américas), além do romance Palavras cruzadas (2015, Prêmio Nacional de Narrativa do Pen-Clube). Por meio de uma escrita polifônica, a obra aborda o impacto de tragédias ambientais, como a de Mariana, e o desaparecimento de presos políticos. Guiomar de Grammont foi, ainda, editora executiva da Record (entre 2012 e 2013) e curadora da homenagem ao Brasil no Salão do Livro de Paris (2015). De 2015 a 2019, foi curadora da FLINKSAMPA, festa da literatura negra de São Paulo. Criou e coordena, desde 2005, o Fórum das Letras de Ouro Preto.

Após sua palestra, a professora será entrevistada e, na sequência, o público também poderá conversar com a convidada e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ) e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ). A mediação do evento será de W. B. Lemos.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

23 de novembro, quarta-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

História Oral

Entrevistado: Des. Sérgio Cavalieri Filho

Sérgio Cavalieri Filho nasceu em 23 de novembro de 1939, em Cuiabá, estado de Mato Grosso. Em 1967, graduou-se pela Faculdade Nacional de Direito, ingressando na magistratura do antigo Estado do Rio de Janeiro em 1972, por concurso público. Também atuou como juiz de direito nos estados da Guanabara e no atual Rio de Janeiro, após a fusão. Em 1986 tornou-se juiz do Tribunal de Alçada Cível e Presidente desta corte em 1993, mesmo ano em que foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça, que veio a presidir no biênio 2005-2006. Em sua longa trajetória, exerceu também o magistério, lecionando na Universidade Estácio de Sá e na Escola de Magistratura do Rio de Janeiro. Aposentou-se em 2009 e em 2011 tornou-se procurador-geral do Tribunal de Contas do Estado. Nesta segunda entrevista concedida ao Programa de História Oral, o magistrado aborda, mais especificamente, os bastidores dos processos de implementação dos Juizados Especiais e da informatização do Poder Judiciário.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário por meio do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente, o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valladares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, através do endereço eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 27 de novembro, domingo
Clique neste link para acessar o canal do TJRJ no Youtube
Classificação indicativa: livre

Do Direito à Literatura

Clube Leituras no Palácio

“(...) talvez os homens nasçam com a verdade dentro de si e só não a digam porque não acreditam que ela seja verdade (...).”
O evangelho segundo Jesus Cristo (2012), de José Saramago.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura como prática formadora fundamental do espírito humano, vem dando continuidade, há quase 3 anos, ao programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Cumprindo esse propósito, no próximo encontro do clube Leituras no Palácio, em função das comemorações do centenário de nascimento de seu autor, discutiremos o romance O Evangelho segundo Jesus Cristo, obra-prima do escritor português, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, José Saramago. Romancista, contista, dramaturgo, memorialista, etc., Saramago é autor de um considerável número de obras que o tornaram responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa. Em sua vasta obra, destacam-se os romances Memorial do Convento (1982), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), o preferido de seu autor, entre todos os que escreveu, e Ensaio sobre a Cegueira (1995), adaptado para o cinema, em célebre filme do diretor Fernando Meirelles.

No encontro virtual, no dia 29 de novembro, às 17h, discutiremos o romance de Saramago, de acordo com a perspectiva que terá como referência os textos dos Evangelhos canônicos que o inspiraram.

O encontro do Clube Leituras no Palácio conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

29 de novembro, terça-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Programa Parceiro

Autoconhecimento através do Eneagrama

Enea = 9 e grama = desenho. Eneagrama é um sistema milenar que fala sobre nove tipos de personalidades dos seres humanos. Suas diferenças, talentos e dificuldades. Aponta o caminho para o desenvolvimento harmônico do ser humano, seja desenvolvimento pessoal, interpessoal, profissional etc. É utilizado em várias empresas, nacionais e estrangeiras, e como processo terapêutico. Nesta palestra, Odete Freitas compartilhará com o público o seu conhecimento sobre esse sistema milenar.

Odete Freitas é médica e possui MBA pela Coppead (UFRJ). Foi CEO de diversas empresas do grupo Amil no período de 1975 a 2019, e presidente da Associação Internacional de Eneagrama (IEA) do Brasil, no biênio 2018/2019. Acreditada pela IEA internacional. Ministra curso de eneagrama, desde 1994, na Amil Brasil, Argentina, Texas e Portugal, em outras empresas e na Unipaz, RJ.

30 de novembro, quarta-feira, de 14h às 17h
Museu da Justiça – Sala Multiuso
Rua Dom Manuel, 29, térreo - Centro Rio de Janeiro
60 lugares, sujeito à lotação
Retirada gratuita de senha na recepção, 30min antes do evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Classificação etária: 14 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

Visita Mediada

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposição

Filho da Natureza, Criado ao Sol - 170 anos de Sílvio Romero

O Museu da Justiça, em parceria com o Memorial do Poder Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe, apresenta a exposição “Filho da Natureza, Criado ao Sol - 170 anos de Sílvio Romero”, em comemoração ao marco de nascimento do personagem que marcou a área jurídica e cultural, na literatura, na crítica literária, na filosofia, na educação e no folclore.

A exposição apresenta recortes da vida de Sílvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero, nascido em Lagarto, SE, em 1851, através de peças de acervo e obras produzidas por artistas ao longo do século XX e XXI. Preocupado, em defender a província contra o domínio da corte, chegou a atacar Machado de Assis e Castro Alves enquanto exaltava Tobias Barreto, que era, segundo Romero, o maior poeta e pensador brasileiro. Suas principais obras são: História da Literatura Brasileira (1888), Ensaios de Sociologia e Literatura (1901), Martins Pena (1901), Pinheiro Chagas (1904), Evolução da Literatura Brasileira (1905) entre outras.

Até 30 de novembro
Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, Sala 305 - Centro Rio de Janeiro
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição

Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos

O Museu da Justiça, em comemoração ao marco de 270 anos da atuação do Poder Judiciário no estado do Rio de Janeiro, promove a exposição “Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos”. Com auxílio dos bens culturais preservados no Museu da Justiça, a exposição se propõe a rememorar os órgãos que compunham a administração da justiça desde o início da colonização, com destaque para os diferentes tribunais que desempenharam a jurisdição no território que corresponde ao atual Estado do Rio de Janeiro e sua interação com a história social brasileira. Dentre o acervo histórico exposto estão objetos de trabalho, móveis, fotografias, livros de registros e documentos decorrentes da atividade judicial, no qual destacam-se autos processuais com mais de 3 séculos.

O objetivo da exposição é evidenciar o papel do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro não só como órgão de pacificação social, enquanto solucionador de conflitos, mas também sua atuação como promotor de cultura e cidadania, mediante a preservação e difusão do patrimônio histórico e da memória institucional.

Museu da Justiça
Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição

Revelando Niterói

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a exposição Revelando Niterói. A exposição se propõe a tornar evidente o cotidiano da cidade, mostrando espaços e ambientes que hoje fazem parte da paisagem urbana, sob o olhar do fotógrafo Miguel Regazoni. As fotografias possibilitam o enfoque no mais inusitado do corriqueiro, o surpreendente detalhe do cotidiano, ou até mesmas certas manifestações do invisível, à espera de atenção, nas calçadas das nossas ruas.

Museu da Justiça de Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Imagem com o título da exposição em destaque, Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro.

Exposição

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

A mostra e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males. Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual
Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

Exposição Virtual

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

Exposição Virtual

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

Exposição Virtual

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

A exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco.

“'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

Exposição Virtual

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

Exposição Virtual

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

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Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

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Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

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Classificação indicativa: livre