Agenda Cultural de Março

Imagem ilustrativa das atividades de março, da esquerda para a direita: arte com mãos em tinta vermelha; livro aberto; artista Isabela Francisco com seu quadro, Ferida.

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

Fotografia de Isabela Francisco ao lado de seu quadro Ferida.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco.

Neste mês de março, em que comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”, o “Fazendo Arte Por Toda Parte” vai se debruçar sobre o tema que tanto nos preocupa, a violência contra a mulher.

As aulas são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista, e serão conjugadas à exposição “Presenças Invisíveis”.

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

3, 10, 17, 24 de março, quintas-feiras

 

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Vergonha, de Isabela Francisco

EXPO

Presenças Invisíveis

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro inaugura, no mês de março quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, a mostra “Presenças Invisíveis” que apresentará uma arte inovadora, composta por intervenções dramáticas e comoventes feitas por mulheres que sofreram violência doméstica e hoje vivem em abrigos.

A mostra, idealizada pela artista plástica e serventuária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabela Francisco, será realizada com o apoio do RioSolidario e do Grupo Mulheres do Brasil que celebra seus quatro anos de atuação no Rio de Janeiro.

A exposição apresenta obras desenvolvidas sobre lençóis, símbolo forte e tão presente neste universo de violência, que foram pintados pelas mulheres abrigadas. Isabela Francisco também realiza um trabalho sobre os cliques da fotógrafa Rosane Naylor, realizados durante as visitas à Casa Abrigo Lar da Mulher, quando as mulheres abrigadas executaram os trabalhos artísticos. As peças dialogam e instigam no público sentimentos de explícita emoção em relação à violência sofrida por essas mulheres. Clique neste link para acessar a página com as informações da exposição.

De 9 de março a 3 de junho

 

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Imagem estilizada de um livro aberto.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Decresce a mais-valia, arrancada por meia dúzia de grossos papa-níqueis da população global dos trabalhadores do Estado, através do sugadouro do Parque Industrial, em aliança com a exploração feudal da agricultura, sob a ditadura bancária do imperialismo.”
Parque industrial, de Patrícia Galvão, a Pagu.

Na próxima reunião do Clube "Leituras no Palácio", conversaremos sobre o livro Parque industrial, de Patrícia Galvão, a Pagu, intelectual e ativista política, ficcionista e também autora de vasta produção jornalística. No encontro virtual, no dia 14 de março, às 17h, em celebração pelo Dia Internacional da Mulher, ao discutirmos o primeiro romance proletário brasileiro, conheceremos a sociedade que ensejou as precárias condições de vida enfrentadas pelas trabalhadoras da indústria têxtil paulistana, em meio às consequências da industrialização brasileira, nas primeiras décadas do século XX.

O encontro do Clube "Leituras no Palácio" conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

14 de março, segundas-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento. Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Participação franca

Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem contendo os dizeres: Do Direito à Literatura: Sarau do Museu.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – A Semana de 22 e a Geração Mimeógrafo

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 19ª Edição do Sarau do Museu: A Semana de 22 e a Geração Mimeógrafo, em formato virtual, no dia 25 de março, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, celebraremos e debateremos a Semana de Arte Moderna de 22, em articulação com a poética daqueles que dialogaram mais fortemente com o segmento modernista: os poetas da chamada Geração Mimeógrafo. Autores que, por meio da escrita de poemas, se conectaram, de forma independente, com o Modernismo e que contribuíram decisivamente para o resgate de poetas como Manuel Bandeira, Mário Andrade, Oswald de Andrade, Jorge de Lima, Murilo Mendes, entre outros.

O encontro terá as participações dos seguintes poetas convidados, todos representantes da Geração Mimeógrafo, ícones da também chamada poesia marginal: Charles Peixoto, um dos fundadores do coletivo Nuvem Cigana e um dos editores do Almanaque Biotônico Vitalidade. Charles estreou, em 1972, com Travessa Bertalha 11 e, de lá para cá, lançou mais seis livros de poemas, entre eles Supertrampo (2014), que reúne toda a sua produção poética; Luís Olavo Fontes, escritor, poeta, roteirista e contista, estreou na poesia com Prato Feito (1974). Entre 1979 e 1987, lançou três livros de poemas e, no início da década seguinte, publicou a antologia poética Papéis de Viagem. Entre 2005 e 2007, editou mais três livros de poemas. Em 2018, lançou Entrementes; Nicolas Behr, poeta cuja estreia ocorreu em 1977, com Iogurte com Farinha (1977), publicou dezenas de pequenos livros de poemas, nas décadas de 1980 e 1990, sua obra Laranja Seleta – poesia escolhida (1977-2007) foi finalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, em 2008.

O encontro também contará com a participação de dois palestrantes: Gilberto Mendonça Teles, Professor Emérito da PUC-Rio e da Universidade Federal de Goiás (UFG) e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de poeta e crítico, com cerca de 80 obras publicadas, que falará sobre a Semana de 22 e Fred Coelho, pesquisador, escritor, curador e professor de graduação em Literatura e de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, no Departamento de Letras da PUC-Rio, que falará sobre a poesia modernista, revisitada pela Geração Mimeógrafo.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas dos autores presentes, ou de poetas modernistas, como Manuel Bandeira, Oswald de Andrade, Jorge de Lima e Murilo Mendes, assim como os de sua própria autoria ou não, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra dos poetas e/ou com os temas dessa edição do sarau.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ), e W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ). Nesta edição, ambos atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

25 de março, sexta-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento. Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Participação franca

Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do desembargador José Joaquim da Fonseca Passos.

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. José Joaquim da Fonseca Passos

José Joaquim da Fonseca Passos nasceu em 24 de agosto de 1919, em Paraíba do Sul, Rio de Janeiro. Em 1943, graduou-se em Direito, dando início, em agosto de 1960, à sua carreira na magistratura, como Juiz Substituto do Estado da Guanabara. Em novembro de 1979, foi promovido, por merecimento, ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça. Em sua entrevista, o Des. compartilha os motivos que o levaram a ser juiz, além de comentar outros assuntos, como seus anos na Justiça Eleitoral, na qual ocupou, dentre outros cargos, a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de janeiro (1985-1989). Além da magistratura, o desembargador atuou também como professor titular de Ciência Política e se destacou como um dos responsáveis pela idealização do Museu da Justiça do Rio de Janeiro, nos deixando um legado de valorização e preservação da memória judiciária. Aposentou-se em 1989 e faleceu em 2016, aos 97 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 27 de março, domingo

Clique neste link para acessar o canal do TJRJ no Youtube.

Classificação indicativa: livre

Quadro de Oswaldo de Andrade.

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Oswald de Andrade: devoração em tempos digitais?

“Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. ”
"Manifesto Antropófago" (1928), de Oswald de Andrade.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar a aproximação entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 30 de março, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua oitava edição, em formato virtual, intitulada "Oswald de Andrade: devoração em tempos digitais?", o Humanitas, em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, contará com a presença do Professor Titular de Literatura Comparada da UERJ, pesquisador, crítico e ensaísta, João Cezar de Castro Rocha. Detentor de diversos outros títulos, o palestrante é doutor em Literatura Comparada pela Stanford University e ex-Presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC, 2016-2017). Sua produção intelectual já foi traduzida para o inglês, mandarim, espanhol, francês, italiano e alemão. O ensaísta é autor de 13 livros, dentre os quais Guerra cultural e retórica do ódio. Crônicas de um Brasil pós-político (2020), e Machado de Assis: por uma poética da emulação (2013, Prêmio de Crítica e História Literária da Academia Brasileira de Letras). Responsável pela edição de 30 títulos, no âmbito da teoria e crítica literária, o professor João Cezar é um dos organizadores da obra Antropofagia hoje? Oswald de Andrade em cena (2011), reunião da reflexão crítica de 44 ensaístas e 13 escritores que tiveram o mesmo objetivo: explorar o potencial analítico e filosófico da antropofagia oswaldiana.

O convidado falará sobre o pensamento filosófico, antropológico e estético do poeta, romancista, cronista, memorialista e ensaísta Oswald de Andrade, tal qual expresso no que podemos designar de autêntica teoria cultural desse moderno pensador: a Antropofagia.

Após sua palestra, o professor João Cezar de Castro Rocha será entrevistado e, na sequência, o público também poderá conversar com o convidado e lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

30 de março, quarta-feira, às 17h

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Clique neste link para acessar o evento.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem caricaturada de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

O visitante do Museu da Justiça poderá apreciar presencialmente alguns trabalhos do magistrado e artista, assim como ver alguns dos instrumentos que Deocleciano usava para confeccionar suas obras. Para visitar e versão virtual da mostra, acesse: Clique neste link para acessar a página da exposição.

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem caricaturada de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre