Agenda Cultural de Maio

Imagem ilustrativa das atividades de maio, da esquerda para a direita: fotografia de grupo em visita ao Museu da Justiça; logomarca do II Concurso de Poesia - Palavra Viva; fotografia de Lúcia Frota Pestana de Aguiar segurando um cachorro de pequeno porte

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

logomarca do II Concurso de Poesia - Palavra Viva

II CONCURSO DE POESIA

Palavra Viva

O Museu da Justiça e a Secretaria Municipal do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida anunciam que o prazo para a inscrição de trabalhos foi prorrogado até o dia 16 de maio. As pessoas de 60 anos ou mais que residam na cidade do Rio de Janeiro podem enviar seus textos por meio de formulário eletrônico (link disponibilizado abaixo) ou proceder a entrega no protocolo da SEMESQV e unidades das Casa de Convivência de Idosos. Os endereços podem ser conferidos no edital do concurso.

Neste ano, com o tema “Cidade”, a SEMESQV e o Museu da Justiça esperam promover a reflexão a respeito das relações entre as pessoas 60+ e o cotidiano do Rio de Janeiro.

A banca de avaliação é composta por representantes dos mais diversos segmentos como sociólogos, psicólogos, profissionais da justiça e de instituições culturais que irão aquilatar os trabalhos com critérios como criatividade, originalidade e pertinência com o tema. As cinquenta poesias mais bem avaliadas pela banca terão seus trabalhos impressos em uma cartilha e os ganhadores serão convidados para o evento de encerramento do concurso.

A Secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida tem como missão promover a formulação de políticas públicas e diretrizes para a população idosa do Rio de Janeiro, como também desenvolver e implementar programas e projetos relacionados à qualidade de vida das pessoas idosas, entre outros.

Cronograma do II Concurso de Poesia Palavra Viva
11/04 - Publicação do regulamento no Diário Oficial da Prefeitura. Clique neste link para consultar o edital.
12/04 a 16/05 - Período para envio dos trabalhos inscritos. Inscrições prorrogadas! Clique neste link para realizar sua inscrição(https://bit.ly/concursopalavraviva).
17/05 a 08/06 - Período para a banca receber e avaliar os trabalhos inscritos.
09/06 - Anúncio do resultado do concurso.
15/06 - Evento de encerramento do concurso.

Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de Isabela Francisco ao lado de um seus quadros.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de maio pode ser conferida abaixo.

Dia 5 – Dia das Mães
Dia 12 – Losangos
Dia 19 – Rendilhados
Dia 26 – Dia Nacional da Adoção

As aulas são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista, no Youtube.

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.

Curso gratuito

Classificação indicativa: Livre

Imagem estilizada de um livro aberto.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

D. Poloca Mas como o senhor quer que eu proceda em sociedade?
Abelado I Quero que proceda humanamente.”
O rei da vela, de Oswald de Andrade.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura como prática formadora fundamental do espírito humano, dá continuidade ao programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Cumprindo esse intento, na próxima reunião do Clube Leituras no Palácio, conversaremos sobre a peça O rei da vela, de Oswald de Andrade, poeta, romancista, cronista, memorialista, ensaísta e referência maior do Modernismo brasileiro. No encontro virtual, no dia 9 de maio, às 17h, como parte dos eventos comemorativos do centenário da Semana de 22, a faceta de dramaturgo de Oswald será priorizada ao determos nosso olhar sobre a obra-prima do autor, escrita em 1933 e publicada em 1937, verdadeiro marco da literatura nacional e do teatro moderno (duas vezes encenada pelo diretor José Celso Martinez Corrêa, em 1967 e 50 anos depois), que põe a nu as persistentes mazelas históricas que constituem nosso país.

O encontro do Clube Leituras no Palácio conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

9 de maio, segunda-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Logomarca do Grupo Mulheres do Brasil.

GRUPO MULHERES DO BRASIL

Portas Abertas

O Grupo Mulheres do Brasil e o Museu da Justiça realizam, no dia 19 de maio, às 9h, o evento “Portas Abertas” com o intuito de divulgar as atividades do núcleo e dos comitês do projeto.

Segundo Ariane Trevisan Fiori, presidente do Mulheres do Brasil no Rio de Janeiro: “Algumas das metas globais do grupo são diminuir o índice de violência contra a mulher, atacando as raízes do problema; defender a educação pública brasileira, por meio de uma gestão cuidadosa que valorize a educação básica pública e seus profissionais; acompanhar, fiscalizar e contribuir com as políticas públicas e trabalhar pelo aumento da empregabilidade da mulher”, e complementa ser o objetivo do evento atrair novas mulheres para o grupo.

Concomitante, a desembargadora e escritora Andréa Pachá realizará a palestra “As diversas formas de violência contra a mulher”. Na ocasião, os participantes irão fazer uma visita guiada pela curadora da exposição “Presenças Invisíveis”, a artista plástica Isabela Francisco, que apresentará trabalhos realizados sobre lençóis, de autoria de mulheres vítimas de violência doméstica.

O Grupo Mulheres do Brasil foi criado em outubro de 2013 por 40 mulheres executivas de diferentes setores, sob a liderança da empresária Luiza Helena Trajano, presidente da organização. O grupo almeja ser o maior bloco de mobilização política suprapartidária do Brasil. Entre suas frentes de atuação estão educação, saúde, empreendedorismo feminino, igualdade racial e combate à violência contra a mulher. Atualmente, o grupo contém mais de 100 mil participantes em 151 núcleos – 112 nacionais e 39 no exterior – em países como França, Espanha, Colômbia e Estados Unidos. Suas integrantes são mulheres de diferentes classes, origens e profissões, que lutam por um país mais justo e com igualdade de oportunidades para homens e mulheres.

Programação:
9h – Credenciamento e Networking
9h30min – Portas Abertas (apresentação dos comitês, ações e projetos do Núcleo Rio de Janeiro)
9h50min às 10h20min – Palestra com a desembargadora e escritora Andréa Pachá – “As diversas formas de violência contra a Mulher”
10h30min – Visitação guiada à exposição “Presenças Invisíveis”, da artista plástica Isabela Francisco
11h30min – Fim

19 de maio, quinta-feira

As vagas são gratuitas e limitadas

Clique neste link para retirar seu ingresso no site Sympla

Participação franca

Informações: riodejaneiro@grupomulheresdobrasil.org.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Fotografia de Lúcia Frota Pestana de Aguiar segurando um cachorro de pequeno porte.

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Uma Breve História da Defesa dos Animais

“Um paradoxo no direito – visão Pós-Humana entre o Sagrado e o Justo.”
Lúcia Frota Pestana de Aguiar, em A questão animal e seu acesso à justiça: um paradoxo no direito.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 25 de maio, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua décima edição em formato virtual, intitulada "Uma Breve História da Defesa dos Animais", o Humanitas, contará com a presença da pesquisadora e ensaísta Lúcia Frota Pestana de Aguiar, Vice-Presidente do Fórum Permanente da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro de Pós-Humanismo e Defesa dos Animais - Cláudio Cavalcanti; Pós-Doutora, Doutora e Mestre em Direito pela UNESA. A convidada também é autora das obras animalistas: A questão animal e seu acesso à justiça: um paradoxo no direito – Visão Pós-Humana entre o Sagrado e o Justo (2021), pela Editora GZ; e A tutela preventiva na proteção dos animais (2015), pela Editora Max Limonad. Lúcia Frota Pestana foi Secretária-Geral da EMERJ, no biênio 2019/2020, e atualmente é Diretora da Escola de Administração Judiciária do TJRJ. É também membra da Law and Society Association, desde 2016, e professora da Universidade Estácio de Sá (desde 2000), da ESAJ e da EMERJ.

A palestrante falará sobre as duas principais correntes animalistas: o Abolicionismo e o Bem-Estarismo Animal, à luz de diversos autores e da libertária e ousada crítica literária.

Após sua palestra, a professora Lúcia Frota Pestana de Aguiar será entrevistada e, na sequência, o público também poderá conversar com a convidada e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e Editor-Assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

25 de maio, quarta-feira, às 17h

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do desembargador Ellis Hermydio Figueira.

HISTÓRIA ORAL

Des. Ellis Hermydio Figueira

Ellis Hermydio Figueira nasceu em 14 de junho de 1930, em Itaocara, no Estado do Rio de Janeiro. Diplomou-se pela Faculdade de Direito de Niterói, em 1955. Ingressou na carreira do Ministério Público fluminense no ano de 1960. Foi promotor de Justiça em diversas comarcas e ocupou o cargo de procurador dos feitos da Fazenda Pública no antigo Estado do Rio de Janeiro por cerca de uma década. Foi também presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seção RJ. Com a fusão de duas unidades da federação – Rio de Janeiro e Guanabara – foi eleito membro do Conselho Superior do Ministério Público do atual Estado do Rio de Janeiro e, mais tarde, tornou-se subprocurador-geral de Justiça. Desembargador do Tribunal de Justiça fluminense a partir de 1988, veio a ser eleito, por seus pares, corregedor-geral de Justiça para o biênio 1997-1998, e 1º vice-presidente do referido Tribunal para o período 1999-2000. Em sua entrevista, o desembargador aborda os motivos que o levaram à carreira jurídica e diversos outros pontos importantes de sua vida na magistratura. Aposentou-se em 2000 e faleceu em 15 de fevereiro de 2013, aos 82 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário por meio do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente, o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do endereço eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 29 de abril, domingo

Clique neste link para acessar o canal do TJRJ no Youtube.

Classificação indicativa: livre

Fotografias em preto e branco dos autores Simone Brantes e Renato Rezende.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu - O Caminho Ímpar da poesia: Renato Rezende e Simone Brantes

"Sempre, no quadro dos seus olhos,/ procure o ângulo mais bonito,/ mais distante, uma árvore/ entre edifícios, nuvens/ no infinito, o infinito;/ o infinito/ AQUI”
“Encontro”, do livro Ímpar (2005), de Renato Rezende.

"O poema é uma joia. É certo./ Por isso agrega/ a gema de brilho seleto/ pedras de ouro recobertas,/ mas entre elas/ uma que de tão opaca/ ao teu olho escapa:/ cisco brita cascalho entulho agrega/ para que elas brilhem mais/ e mais discretas.”
“Joia”, do livro, Pastilhas brancas (1999), de Simone Brantes.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 21ª Edição do Sarau do Museu – O Caminho Ímpar da Poesia: Renato Rezende e Simone Brantes, em formato virtual, no dia 30 de maio, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que tem como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, celebraremos e debateremos a obra dos poetas Renato Rezende e Simone Brantes. Renato é mestre e doutor em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ. Autor dos livros de poemas Passagem (1990), Aura (1997), Asa (1999), Leaves of Paradise (2000), Passeio (2001, bolsa da Fundação Biblioteca Nacional para obra em formação), Ímpar (2005, Prêmio Alphonsus de Guimaraens da Fundação Biblioteca Nacional) e Noiva (2008). É também autor dos romances Amarração (2011), Caroço (2012) e Auréola (2013), além de Poesia brasileira contemporânea – crítica e política (2014, crítica literária), e da compilação de resenhas Folia carioca (2021). Rezende também é artista visual, tradutor e editor-chefe da editora Circuito. Já Simone é mestre em Filosofia e doutora em Letras pela UFRJ. Poeta, tradutora e ensaísta, publicou os livros de poemas Pastilhas brancas (1999), O caminho de Suam (2002) e Quase todas as noites (2016, Prêmio Jabuti de Poesia). É autora de Rose Ausländer, da Coleção Ciranda de Poesia (2016), e de Kafka: uma entrada para a Construção (no prelo). Prepara para a Editora Jabuticaba uma antologia da poeta alemã Hilde Domin.

O encontro contará com as participações dos autores; de Eduardo Guerreiro Brito Losso, ensaísta, crítico literário, pesquisador, professor de Teoria Literária da Faculdade de Letras da UFRJ e autor, dentre outros, dos livros de ensaios: Coleção Ciranda da Poesia (Renato Rezende por Eduardo Guerreiro B. Losso, 2014) e Sublime e violência: ensaios sobre poesia brasileira contemporânea (2018); de André Luiz Pinto, doutor em Filosofia pela UERJ e professor na FAETEC e na SEEDUC-RJ que publicou 10 livros de poemas, entre eles: Mas valia (2016); Migalha (2019, Prêmio Marcus Vinicius Quiroga, da UBE-RJ) e Balanço (Poemas reunidos, 2021), além da mediação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e Editor-Assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ) e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), os dois últimos, coordenadores do Sarau do Museu.

Os participantes poderão, além de conversar com os convidados, ler poemas do autor, de autoria própria ou que dialogue com a obra e/ou os temas da poesia de Alberto Pucheu.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ) e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ). Nesta edição, ambos os coordenadores atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

30 de maio, segunda-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do quadro Vergonha, de Isabela Francisco

EXPO

Presenças Invisíveis

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro promove a mostra “Presenças Invisíveis” que apresenta uma arte inovadora, composta por intervenções dramáticas e comoventes feitas por mulheres que sofreram violência doméstica e hoje vivem em abrigos.

A mostra, idealizada pela artista plástica e serventuária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabela Francisco, é realizada com o apoio do RioSolidario e do Grupo Mulheres do Brasil, que celebra seus quatro anos de atuação no Rio de Janeiro.

A exposição apresenta obras desenvolvidas sobre lençóis, símbolo forte e tão presente neste universo de violência, que foram pintados pelas mulheres abrigadas. Isabela Francisco também produziu um trabalho sobre os cliques da fotógrafa Rosane Naylor, realizados durante as visitas à Casa Abrigo Lar da Mulher, quando as mulheres executaram os trabalhos artísticos. As peças dialogam e instigam no público sentimentos de explícita emoção em relação à violência sofrida por essas mulheres. Clique neste link para acessar a página com as informações da exposição.

De 9 de março a 3 de junho

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

VISITA MEDIADA

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.

Número de visitantes: 25 a 30 pessoas

Duração: 90 minutos

Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre