Agenda Junho

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do Museu da Justiça. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho, ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana.

As aulas do “Fazendo Arte por Toda Parte” no corrente mês de junho, serão conjugadas com as obras da artista plástica Isabela Francisco, expostas na mostra “Entre algo mora uma existência contida”.

03 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente
10 de junho – Dia dos Namorados
17 de junho – A Flor da Vida
24 de junho – Entrelaçando cores

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

Na próxima reunião do Leituras no Palácio, conversaremos sobre O retrato do rei, romance da premiada escritora cearense Ana Miranda. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 7 de junho, às 17h, serão explorados vários aspectos dessa ficção histórica sobre a Guerra dos Emboabas, na qual paulistas e portugueses se defrontaram, no início do século XVIII, pelo controle da região do ouro nas Minas Gerais.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

7 de junho, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

5ª Semana Nacional de Arquivos

Empoderando Arquivos

É celebrado em 9 de junho o Dia Internacional dos Arquivos e junto desta data será realizada a 5ª Semana Nacional de Arquivos sob o tema: Empoderando Arquivos. Segundo o ICA (Conselho Internacional de Arquivos), esse assunto levanta questões sobre como os arquivos atuam no fortalecimento da responsabilidade e da transparência governamental, como o trabalho em rede, a colaboração e o apoio de outras áreas ajudam a capacitar os arquivos e seus profissionais para o alcance de suas metas e objetivos, além de desafiar a teoria e a prática arquivística atuando para torná-la mais diversa e inclusiva diante de diferentes vozes e histórias.

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, participa da semana promovendo exposições virtuais e conteúdos em vídeo elaborados a partir de seu acervo histórico.

7 a 11 de junho, domingo

Consulte a programação completa da semana no link: http://semanadearquivos.arquivonacional.gov.br/

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Fronteiras da linguagem, fronteiras do universo?

“Os limites de minha linguagem significam os limites de meu mundo.”
Tractatus Logico-Philosophicus, de Ludwig Wittgenstein.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dará início às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 16 de junho, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua primeira edição, intitulada “Fronteiras da linguagem, fronteiras do universo?”, o Humanitas tematizará aspectos da obra do filósofo e matemático austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951), em palestra, seguida de entrevista, com o escritor e pesquisador Marcelo Moraes Caetano. Doutor em Letras pela UERJ e Pós-doutorando em Antropologia pela Universidade de Copenhague, Marcelo Moraes discutirá aquilo que nos define: a linguagem humana, sua ética e estética, ao explorar perspectivas do autor de Investigações filosóficas, segundo as quais as fronteiras de nossa linguagem delimitam nossa apreensão do universo.

Após a palestra e entrevista, os participantes também poderão conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes do Educativo e de Produção do Museu da Justiça e a coordenação e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

16 de junho, quarta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Mário dos Santos Paulo

Nascido em Niterói, em 1943, Mário dos Santos Paulo superou adversidades em sua infância e adolescência, e conciliou, durante a sua formação ginasial, os estudos à noite com o trabalho durante o dia. Interessou-se pelo Direito após uma conversa com um ex-professor, e se formou em 1972, na antiga Universidade do Estado da Guanabara (UEG). Trabalhou durante nove anos como advogado. Atuou, também, na Defensoria Pública e como professor do Instituto Militar de Engenharia (IME) e da Faculdade Estácio de Sá. O ingresso na magistratura aconteceu em janeiro de 1984, por concurso público. Na entrevista concedida ao Programa de História Oral, o magistrado abordou diferentes momentos vividos em sua carreira, como, por exemplo, a implantação da urna eletrônica e, em especial, a defesa dos interesses do Judiciário na elaboração da Constituição de 1988. O Des. Mário dos Santos Paulo faleceu em 20 de maio de 2020, aos 76 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 20 de junho, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Tereza Batista não completara ainda treze anos quando sua tia Felipa a vendeu, por um conto e quinhentos, uma carga de mantimentos e um anel de pedra falsa, porém vistosa, a Justiniano Duarte da Rosa, capitão Justo (...).”
Tereza Batista cansada de guerra, de Jorge Amado.

No próximo encontro do Leituras no Palácio, discutiremos Tereza Batista cansada de guerra, romance de Jorge Amado. Em nossa Sala Virtual, no dia 21 de junho, às 17h, tematizaremos questões desse romance que, na trajetória de seu autor, destaca-se como um dos mais vigorosos do ponto de vista político – fato ainda mais notável por ter surgido no auge da ditadura militar – e um dos mais ousados no terreno do erotismo.

Quinzenalmente realizados, os encontros do Leituras no Palácio dispõem do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

21 de junho, segunda-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário apresenta o programa “Conversas: Reflexões e Ações no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

Neste encontro falaremos sobre “Humor e superação” com a convidada Karla Concá, Palhaça, atriz, dramaturga da palhaçaria feminina, diretora, cofundadora e integrante desde 1991 do primeiro grupo de mulheres palhaças do Brasil - as Marias da Graça, no Rio de Janeiro.

“Conversas” é realizado com o apoio da Equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da Psicóloga Clínica e Jurídica Maria Augusta Fischer, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

24 de junho, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas - Homenagem a Gilberto Mendonça Teles

“Tudo em mim é desejo de linguagem:/ minha própria emoção, esta passagem/ à espessura das coisas, o convite/ ao mais além da sombra e do limite/ e esta confirmação da realidade/ na plumagem dos nomes, na verdade têm seu lado e segredo, é pura essência/ do que se fez silêncio e reticência.”
“Poiética”, poema do livro Álibis (2000), de Gilberto Mendonça Teles

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 11ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Gilberto Mendonça Teles, em formato virtual, no dia 25 de junho, mês em que se comemora o aniversário de 90 anos do poeta, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, o Sarau das Musas celebrará a obra do autor de Hora aberta, poeta, professor universitário, ensaísta e crítico literário, uma das mais representativas vozes da poesia brasileira contemporânea. O evento contará com as participações do homenageado, da Professora e Coordenadora da Pós-Graduação em Letras da PUC-Goiás, Maria de Fátima Gonçalves Lima, e de Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), crítico literário, ensaísta, jornalista e poeta.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Gilberto Mendonça Teles

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do Museu como Casa ou Templo das Musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da Equipe do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta.

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

25 de junho, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre