Agenda Cultural de Junho

Banner que ilustra das atividades de junho, da esquerda para a direita: escultura do artista ALexandre Pinhel; imagem do tribunal pleno com texto em destaque: Impeachment um ano depois; fotografia de folhas de arvores, ilustrando a exposição Refloresta Rio.

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

Imagem do Tribunal Pleno com texto em destaque: Impeachment um ano depois.

LANÇAMENTO PODCAST

Impeachment – 1 ano depois

No dia 30 de abril de 2021, o Estado do Rio de Janeiro vivia um fato inédito que entraria para a história política e jurídica do país. O Tribunal Especial Misto (TEM), formado por cinco desembargadores e deputados estaduais, afasta um governador de Estado por crime de responsabilidade. No salão do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Wilson Witzel sofre um processo de impeachment por unanimidade de votos e tem seus direitos políticos cassados por cinco anos por irregularidades na gestão da saúde pública, que enfrentava tempos de pandemia. O caso ganha repercussão nacional e internacional.

Um ano depois, o Museu da Justiça lança o podcast ‘Impeachment: um ano depois’, que reconta a história da cassação de Witzel, ouvindo os integrantes e os dois magistrados que presidiram o TEM, as análises de jornalistas que cobriram as sessões e os principais momentos das audiências de instrução e do julgamento. Disponível no spotify, o podcast é uma produção do Museu da Justiça em parceria com o Serviço de Identidade Visual, do Departamento de Comunicação Institucional do TJRJ.

O podcast “Impeachment: um ano depois” explica como foi a dinâmica do tribunal, até então inédita, que uniu os poderes judiciário e legislativo e as lições o caso deixa para a sociedade fluminense. Dividido em quatro episódios, todos costuram a linha histórica dos acontecimentos analisando os detalhes do caso.

O primeiro episódio analisa a ascensão de Wilson Witzel ao Palácio Guanabara, as relações com o Legislativo, as crises na área da saúde e a denúncia da Assembleia Legislativa do Rio pedindo o impeachment do governador.

O segundo e terceiro episódios trazem detalhes do Tribunal Especial Misto: a formação do colegiado, a reação de cada desembargador ao ser sorteado, o ineditismo do processo, as testemunhas ouvidas, os recursos da defesa de Witzel e o dia em que o ex-governador foi interrogado.

O episódio quatro conta em detalhes o julgamento de Wiztel, a repercussão no Brasil e no exterior. Os integrantes do TEM avaliam as lições do caso.

Hotsite traz vídeos e votos dos desembargadores
Além do podcast, o Museu da Justiça lançou um hotsite com informações, fotos e vídeos do processo de impeachment. O usuário pode acompanhar a transmissão de todas as audiências realizadas pelo Tribunal Especial Misto, conferir momentos importantes e baixar os votos de cada desembargador e deputado que culminaram com o afastamento de Wilson Witzel.

Processo físico em exposição
Pesquisadores e curiosos podem conferir as peças físicas do processo de impeachment, expostas no Museu da Justiça. Ao todo, o processo possui 22 volumes e as peças acusatórias aprovadas pela Assembleia Legislativa

Já disponível

Clique neste link para acessar a página do podcast.

Clique neste link para acessar os episódios no Spotify.

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de Isabela Francisco ao lado de uma ilustração de sua autoria.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de junho pode ser conferida abaixo.

Dia 02 – Listras
Dia 09 – Rabiscos especiais
Dia 16 – Aula Especial
Dia 23 – Festas Juninas
Dia 30 – Aula Surpresa

As aulas são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista, no Youtube.

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.

Curso gratuito

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de uma escultura do artista ALexandre Pinhel, em frente a uma árvore.

EXPOSIÇÃO

Diálogos Sensoriais

O Museu da Justiça no Rio de Janeiro, com sua arquitetura espetacular, recebe, no dia 08 de junho, ”DIÁLOGOS SENSORIAIS”, exposição do engenheiro eletrônico e artista plástico neo-expressionista brasileiro Alexandre Pinhel. Na exposição, é possível ver, sentir e dialogar com cada obra, pois a acessibilidade é o ponto forte. A Exposição é um campo para experiências sensoriais.

É admirável como Pinhel consegue dar vida a objetos descartados. De modo surpreendente, ele une de forma alquímica materiais diversos construindo obras de arte que convidam o observador à reflexão. Uma provocação ao questionamento sobre as possibilidades que nos cercam. A exposição reflete a preocupação e o respeito à acessibilidade e ao meio ambiente e ainda reforça o conceito de sustentabilidade, que está presente em cada obra por ele concebida.

Engenheiro por formação e artista plástico por paixão, Alexandre Pinhel vem, ao longo dos anos, aprimorando técnicas e ampliando o uso de materiais e objetos. As sensações provocadas por “DIÁLOGOS SENSORIAIS” vão além do espaço físico da exposição. A captação de informações e sensações se prolongam fomentando o potencial do observador para sua própria criatividade. Expande e valoriza o ser!

Lucia Pinhel – Curadoria

De 8 de junho a 26 de agosto

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Imagem estilizada de um livro aberto.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube Leituras no Palácio - Clássicos Maiores

“Quem em que mundo em que tempo lerá estas palavras escritas?”
Ulysses, de James Joyce.

Nos próximos encontros do Leituras no Palácio, nos dias 20 e 27 de junho, às 17h, celebraremos a 3ª edição de Clássicos Maiores, série de reuniões especiais do nosso clube de leitura, que já contemplou os romances Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa e Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves. Nos dois encontros de junho, leremos e debateremos Ulysses, de James Joyce. Publicada em 1922, a obra é considerada, por diversos críticos, como um dos maiores romances de todos tempos, marco literário universal. Na ocasião, comemoraremos o centenário de publicação desse que é o livro mais debatido de Joyce e, simultaneamente, o Bloomsday, o 16 de junho, data em que se passam os acontecimentos da narrativa, e em que, anualmente, leitores em todo o mundo se encontram para ler ou reler o incontornável clássico joyceano. Para que se tenha uma noção da dimensão da importância do romance de Joyce, já se disse – conforme Caetano W. Galindo, em Um visita guiada ao Ulysses de James Joyce (2016), um dos tradutores brasileiros – que toda a teoria do romance de Bakhtin (um dos teóricos da literatura mais relevantes do século XX) poderia ser derivada do Ulysses.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ, mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

ADIADO para os dias 20 e 27 de junho, segundas-feiras, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem com a frase, Justiça Itinerante: Exposição de Fotografias, sob fundo preto.

EXPOSIÇÃO

Justiça Itinerante
Exposição de Fotografias

A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), em parceria com o Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, promoverá nos dias 18 a 20 de maio, das 11h às 17h, uma exposição de fotografias sobre o trabalho da Justiça Itinerante no Rio de Janeiro.

A exposição contará, por meio de fotos, a história e como são feitos os atendimentos à população pelo programa que já atendeu mais de 1,3 milhão de pessoas desde a sua criação. As fotos mostram a Justiça agindo para devolver a dignidade às pessoas que, em muitos casos, sequer tinham o registro do próprio nome, não existiam para a sociedade.

A desembargadora Cristina Tereza Gaulia foi a idealizadora do Justiça Itinerante e coordenadora por 16 anos. Em 2003, a então juíza do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu dar utilidade para os dois ônibus recebidos pelo Tribunal que, até então, estavam sem função.

Justiça Itinerante
Criado em 2004, o programa tem como objetivo levar juízes e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública ao encontro dos cidadãos que têm dificuldades de acesso à Justiça e às plataformas digitais para solucionar as pendências. Os postos de atendimento da Justiça Itinerante atendem, com calendário regular, a municípios emancipados, sem comarca instalada; municípios com comarcas, porém com grande densidade demográfica; municípios com grande extensão territorial; e comunidades pacificadas na cidade do Rio de Janeiro

A Justiça Itinerante busca, ainda, encontrar soluções conciliadas como fórmula de pacificação social eficiente; a regulamentação documental dos cidadãos; a integração dos juízes às comunidades, o que promove a mudança de relacionamento entre a sociedade civil e o Poder Judiciário; e a modernização da prestação jurisdicional.

Para mais informações sobre a Justiça Itinerante, acesse os links abaixo:
Clique neste link para acessar a página com informações da Justiça Itinerante.
Clique neste link para acessar a página da defensoria pública com informações da Justiça Itinerante.

PRORROGADA até 24 de junho

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

logomarca do II Concurso de Poesia - Palavra Viva

Encerramento do II CONCURSO DE POESIA

Palavra Viva

No dia 15 de junho, o Museu da Justiça irá sediar o encerramento da 2ª edição do Concurso de Poesia – Palavra Viva, promovido em parceria com a Secretaria Municipal do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida. Na ocasião, haverá a premiação dos 5 primeiros colocados e a declamação das poesias vencedoras pelas artistas que compõe o Educativo do Museu da Justiça, Lívia Prado e Ludimila D’Angelis.

Neste ano, com o tema “Cidade”, a SEMESQV e o Museu da Justiça esperam promover a reflexão a respeito das relações entre as pessoas 60+ e o cotidiano do Rio de Janeiro.

A banca de avaliação foi composta por representantes dos mais diversos segmentos, como sociólogos, psicólogos, profissionais da justiça e de instituições culturais que aquilataram os trabalhos usando como norteadores os seguintes critérios: originalidade, criatividade, inovação e pertinência com o tema. As cinquenta poesias mais bem avaliadas pela banca terão seus trabalhos impressos em uma cartilha e os ganhadores serão convidados para o evento de encerramento do concurso.

A Secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida tem como missão promover a formulação de políticas públicas e diretrizes para a população idosa do Rio de Janeiro, além de desenvolver e implementar programas e projetos relacionados à qualidade de vida dessas pessoas.

15 de junho, às 15 horas

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, térreo, Sala Multiuso - Centro, Rio de Janeiro/RJ
60 lugares, sujeito a lotação

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de folhas de arvores, ilustrando a exposição Refloresta Rio.

EXPOSIÇÃO

Refloreta Rio: 36 anos

Refloresta Rio é o Programa de Reflorestamento realizado pela Secretaria de Meio Ambiente da Cidade (SMAC), da Prefeitura do Rio de Janeiro. O objetivo é promover o aumento da cobertura florestal na Cidade, através das ações de reflorestamento, que vão desde a coleta de sementes e produção de mudas, até o plantio no campo e manutenção das áreas plantadas. Um diferencial é o aspecto social do programa, através do uso de mão de obra das próprias comunidades atendidas. Ao longo desses 36 anos de atuação foram reflorestados mais de 3 mil hectares, com mais de 10 milhões de mudas plantadas. A exposição tem como objetivo a divulgação e o reconhecimento das centenas de pessoas envolvidas no trabalho, tornando nossa Cidade mais verde.

De 23 de junho a 22 de julho

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Imagem do desembargador José Lisboa da Gama Malcher.

HISTÓRIA ORAL

Des. José Lisboa da Gama Malcher

Nascido em 8 de março de 1933, em Belém do Pará, José Lisboa da Gama Malcher construiu uma longa carreira no Judiciário fluminense, sendo promovido, em 1984, ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, do qual foi presidente no biênio 1995-1996. Na entrevista, o magistrado discorre sobre sua experiência na advocacia e no Ministério Público, antes do ingresso na magistratura. Abordou também e sua contribuição para a criação do Fundo Especial do Tribunal de Justiça, dentre outros pontos. Dedicado também ao magistério, lecionou Direito em diversas Universidades e publicou alguns livros, dos quais destaca-se o "Manual de Direito Processual Brasileiro”. Aposentou-se em fevereiro de 2003.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário por meio do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente, o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do endereço eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 26 de maio, domingo

Clique neste link para acessar o canal do TJRJ no Youtube.

Classificação indicativa: livre

Pintura de James Joyce.

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Joyce no Tribunal

“Estás aora no salamuseu (...).”
Finnegans Rivolta, de James Joyce.
Tradução: Coletivo Finnegans.
Organização: Dirce Waltrick do Amarante.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 29 de junho, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua décima primeira edição, em formato virtual, intitulada Joyce no Tribunal, o Humanitas, como parte das comemorações do centenário de publicação do romance Ulysses, de James Joyce, contará com a presença da professora, pesquisadora, tradutora e ensaísta Dirce Waltrick do Amarante, autora de Para ler ‘Finnegans Wake’ de James Joyce, James Joyce e seus tradutores, Finnegans Wake (por um fio) e Finnegans Wake (by a Thread), entre outros livros. Dirce do Amarante também coorganizou e cotraduziu, com Sérgio Medeiros, uma antologia de ensaios de James Joyce, De santos e sábios, as cartas de Joyce a Nora (Cartas a Nora) e uma antologia de cartas de escritor para a sua mecenas Harriet Weaver (Cartas a Harriet); é Doutora em Teoria Literária, professora do programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vice-líder do Grupo de Estudos Joycianos no Brasil; ademais, coorganiza o Bloomsday de Florianópolis, desde 2002 e edita o site: https://www.jamesjoycesoutsiders.com.br. Dirce é a organizadora e integrante do coletivo de tradutores de Finnegans Rivolta, a segunda tradução integral brasileira do último romance de James Joyce.

A palestrante falará sobre o processo de tradução e o impacto literário cultural do incontornável romance de Joyce. Após as palestras, os convidados serão entrevistados e, na sequência, o público também poderá conversar com a mesma e/ou lhes fazer perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e da coordenação de Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

29 de junho, quarta-feira, às 17h

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

MULHERES EM SITUAÇÃO DE REFÚGIO - RODA DE CONVERSA "ADELANTE"

Museu Convida – Luiza Trindade e convidadas

Museu da Justiça receberá o evento “Mulheres em situação de refúgio ” na quinta-feira, dia 30, às 17h30 em formato presencial. No encontro, o público poderá assistir à exibição do documentário “Adelante - a realidade de mulheres em busca de condições de vida" além de participar de uma roda de conversa com a diretora Luiza Trindade.

“Adelante”, documentário de estreia de Luiza, tem cerca de trinta minutos e aborda a realidade das mulheres refugiadas da Venezuela. Pra compor a mesa de debates, Luiza trará convidadas que tiveram envolvimento direto ou indireto com o tema e com seu objetivo de produzir conteúdo de impacto social: Renata Izaal – jornalista e mestre em Estudos Pós-Coloniais pela Universidade de Londres, escreve sobre Gênero e Cultura no jornal O Globo; Luciana Queiroz é jornalista, fotógrafa, mestra em Estudos Internacionais e assessora de comunicação do PARES Cáritas RJ e Nairobi Martinez, venezuelana que fez parte das mulheres entrevistadas no documentário e buscou abrigo na Cáritas.

30 de junho, quinta-feira, 17h30

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, térreo, Sala Multiuso - Centro, Rio de Janeiro/RJ
60 lugares, sujeito a lotação

Entrada franca

Senhas distribuidas 30 minutos antes

Classificação indicativa: 14 anos

Fotografias de Aleilton Fonseca.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Sobre A terra em pandemia

"Não posso salvar da morte as pessoas que amo;/ Nem posso escapar do abismo de ignorância/ Que ameaça e ceifa nossas vidas todos os dias./ Mas protesto, com os versos de todos os poetas,/ Que defendem a vida, a arte a imaginação. (...)”
A terra em pandemia (2020), de Aleilton Fonseca.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 22ª Edição do Sarau do Museu – Sobre A terra em pandemia, em formato virtual, no dia 30 de junho, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, debateremos o épico-lírico A terra em pandemia, do poeta, ficcionista e ensaísta baiano Aleilton Fonseca, autor de 30 livros, entre conto, romance, poesia e ensaio. Como contista, o convidado publicou Jaú dos bois e outros contos (1997), O desterro dos mortos (2001) e O canto de Alvorada (2003), além dos romances Nhô Guimarães (2006) e O pêndulo de Euclides (2009). Doutor em Letras pela USP, Fonseca é professor pleno de literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na Bahia. Sua obra está traduzida para o francês, espanhol, inglês, italiano, neerlandês e alemão. Seu poema-livro A terra em pandemia (2020) foi traduzido na Itália por Simona Advincula e publicado em Milão (Edizione WE, 2021). É correspondente da revista Latitudes: cahiers lusophones, editada em Paris. Pertence à Academia de Letras de Itabuna, à Academia de Letras de Ilhéus e à Academia de Letras da Bahia.

Neste Sarau, além da presença de Aleilton Fonseca, para comentar a singular obra do poeta, teremos a participação de Brigitte Thiérion, professora adjunta na Universidade Sorbonne Nouvelle de literatura e civilização brasileiras na graduação e na pós-graduação. Seus temas de pesquisa estão relacionados às representações do espaço americano e à Amazônia, em narrativas de viagem e ficção. Atualmente pesquisa sobre o empoderamento das mulheres indígenas nas artes, literatura e política. Integra projetos de museologia participativa, associando pesquisadores indígenas ao projeto COLAM/PALOC/IRD. É membra do Seminário Internacional Mundos Indígenas com pesquisadores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG - Paraíba - Brasil), Pablo Olavide (Espanha) e Universidade Nova de Lisboa (Portugal). Contaremos ainda com a presença de Edilene Matos, Doutora em Comunicação e Semiótica: Literaturas pela PUC - São Paulo e Pós-Doutora pela Universidade de São Paulo - Instituto de Estudos Brasileiros (USP/IEB), pela Université Paris/Nanterre La Défense, e pela Universidade Nova de Lisboa. Edilene foi Professora Visitante Sênior, no IELT (Instituto de Estudos da Literatura Tradicional), na Universidade Nova de Lisboa e é docente, pesquisadora e diretora de teses da Universidade Federal da Bahia. Pertence a diversos Centros de Estudos Nacionais e Internacionais, a exemplo do CRILUS (Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le monde Lusophone) (Université Paris Nanterre) e do IELT e tem vários livros, capítulos de livros e artigos publicados, no Brasil e no exterior.

O encontro contará com a mediação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ), e de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), coordenadores do Sarau do Museu.

Os participantes poderão, além de conversar com os convidados, ler poemas do autor, de autoria própria, ou que dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Aleilton Fonseca.

O Sarau do Museu prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

30 de junho, quinta-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do quadro Vergonha, de Isabela Francisco

EXPOSIÇÃO

Presenças Invisíveis

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro promove a mostra “Presenças Invisíveis” que apresenta uma arte inovadora, composta por intervenções dramáticas e comoventes feitas por mulheres que sofreram violência doméstica e hoje vivem em abrigos.

A mostra, idealizada pela artista plástica e serventuária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabela Francisco, é realizada com o apoio do RioSolidario e do Grupo Mulheres do Brasil, que celebra seus quatro anos de atuação no Rio de Janeiro.

A exposição apresenta obras desenvolvidas sobre lençóis, símbolo forte e tão presente neste universo de violência, que foram pintados pelas mulheres abrigadas. Isabela Francisco também produziu um trabalho sobre os cliques da fotógrafa Rosane Naylor, realizados durante as visitas à Casa Abrigo Lar da Mulher, quando as mulheres executaram os trabalhos artísticos. As peças dialogam e instigam no público sentimentos de explícita emoção em relação à violência sofrida por essas mulheres. Clique neste link para acessar a página com as informações da exposição.

PRORROGADA até dia 31 de agosto

Museu da Justiça
>Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

VISITA MEDIADA

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.

Número de visitantes: 25 a 30 pessoas

Duração: 90 minutos

Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Imagem com o título da exposição em destaque, Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

A mostra e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males. Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPOSIÇÃO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPOSIÇÃO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

A exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco.

“'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPOSIÇÃO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

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Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

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Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

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Classificação indicativa: livre