Agenda Cultural de Julho

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CONVIDA

Lançamento duplo de CDs: Peccato: melodias do romantismo brasileiro & Recitativos de Salão

Neste recital, temos o lançamento de dois CDs dedicados à música brasileira. O primeiro, intitulado Recitativos de Salão, foi publicado em Portugal. Ele é dedicado a um gênero de canção declamada que se originou no Brasil em meados do século XIX e, paralelamente ao CD, foi publicado um livro com as respectivas partituras. O segundo, intitulado

Peccato: melodias do romantismo brasileiro, reúne uma seleção de canções cujas partituras podem ser vistas no livro Cancioneiro dos periódicos da Fundação Biblioteca Nacional (1842-1922) que foi, recentemente, publicado por essa biblioteca. A maioria dessas canções é desconhecida do grande público e não possui qualquer registro fonográfico anterior.

Os músicos que farão o recital são:

Doutor em música pela Unicamp, Alberto Pacheco, participou, como solista, na gravação de 5 CDs no Brasil e em Portugal e, em 2012, foi convidado a colaborar com a gravação do CD 18th century Portuguese Love Songs do grupo inglês L'Avventura London. Atualmente, é Professor Adjunto da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Andréa Teixeira é Mestre pelo Conservatório Brasileiro de Música e cofundadora, ao lado de Alberto Pacheco, da Academia dos Renascidos, grupo de divulgação da música de salão luso-brasileira. Detentora de 18 prêmios de piano, recebeu o 3º lugar no Concurso Internacional Maryse Cheillan, na França e o 1º Lugar de melhor intérprete no Concurso Nacional Villa-Lobos.

Silas Barbosa é detentor de importantes premiações em concursos de piano, dentre as quais se destacam o 1º lugar no XII Concurso Nacional Arnaldo Estrella e o 3º lugar no III Concurso Internacional Grieg-Nepomuceno. Como solista e camerista, já se apresentou diversas vezes, no Brasil e ao redor do mundo, em países como, França, Itália, Sérvia, Suíça e Portugal.

1 de julho, sexta-feira, às 18h30min

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
Duração: 60 minutos

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de Isabela Francisco ao lado de uma ilustração de sua autoria.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de julho pode ser conferida abaixo.

Dia 07 – Conchas
Dia 14 – Chorinho
Dia 21 – Manchas
Dia 28 – Aula Surpresa!

As aulas são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista, no Youtube.

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.

Curso gratuito

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de Geraldo Carneiro.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Geraldo Carneiro, um (autor)retrato aos 70

“eu sou Rimbaud gigolô das artes/ um dia perdi o senso/ bailei fantasiado de Mefisto/ bordei a lança no lenço/ eu dispenso: logo não existo"
“descartes”, do livro Piquenique em Xanadu (2003-2006), de Geraldo Carneiro.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 23ª Edição do Sarau do Museu – Geraldo Carneiro, um (autor) retrato aos 70, em formato virtual, no dia 8 de julho, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades. Nesta edição, celebraremos e debateremos a obra do poeta, letrista, tradutor, dramaturgo e roteirista de televisão e cinema Geraldo Carneiro.

Geraldo, nosso convidado homenageado, participou da chamada “poesia marginal” ou “geração mimeógrafo”, tendo estreado em 1974, com o livro Na busca do Sete-Estrelo, pela Coleção Frenesi, ao lado de poetas como Cacaso e Francisco Alvim.

Publicou, posteriormente, oito livros de poemas, entre os quais Verão vagabundo (1980); Piquenique em Xanadu (1988); Pandemônio (1993); Balada do impostor (2006) e Poesia reunida (2010). Em parceria com Alcides Nogueira, adaptou a telenovela O astro, de Janete Clair, de 1977. A nova versão, exibida pela Rede Globo, em 2011, venceu o Prêmio Emmy Internacional. É membro da Academia Brasileira de Letras, desde 2016.

Em 2020, recebeu o Grande Prêmio Rio de Janeiro, da Academia Carioca de Letras, pelo conjunto de obra. Como letrista, tem parcerias com vários compositores, entre eles, Tom Jobim, Astor Piazolla, Egberto Gismonti, Wagner Tiso e Francis Hime. Suas músicas foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais, além dos nomes já mencionados, Vinicius de Moraes e Toquinho, Gal Costa, Ney Matogrosso e Lenine.

O encontro contará ainda com a participação do poeta, contista, ensaísta e crítico literário Adriano Espínola. Doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Espínola é professor aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFC), tendo ensinado, ainda, em universidades brasileiras e estrangeiras, a exemplo da Université Stendhal Grenoble III e da UFRJ, onde foi professor convidado de Teoria Literária. Em 1998, participou do 18º Salão do Livro de Paris. É membro do PEN Clube do Brasil e da Academia Carioca de Letras. Publicou nove livros de poemas, entre os quais Táxi ou poema do amor passageiro (1986, tradução para o inglês realizada por Charles Perrone, com o título Táxi or poem of love in transit, lançado em Nova York e em Londres, em 1992); Em trânsito: Táxi/Metrô (1996); Beira-sol (1997, Bolsa da Fundação Biblioteca Nacional, e finalista do Prêmio Jabuti de Poesia); Praia provisória (2007, Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras) e Escritos ao sol (2015, finalista do Prêmio Rio de Literatura). No campo do ensaio, publicou, entre outros, As artes de enganar: um estudo das máscaras poéticas e biográficas de Gregório de Mattos (2000). Também participará do Sarau Nelson Ascher, poeta, tradutor, crítico literário e de cultura, ensaísta e jornalista. Formado em Administração de Empresas pela Faculdade Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), Ascher especializou-se em Comunicação e Semiótica. Na década de 1980, passou a colaborar com o jornal Folha de São Paulo, em que, por quase três décadas de trabalho, foi crítico literário, editor do caderno cultural “Folhetim” e colunista do caderno “Ilustrada”. Em 1993, lançou Pomos da discórdia, ensaios sobre crítica literária, política e religião. Com Régis Bonvicino e Michael Palmer, organizou a antologia Nothing the Sun could not explain: 20 Contemporary Brazilian Poets. Publicou os livros de poemas Ponta da língua (1983), O sonho da razão (1993), Algo de sol (1996) e Parte alguma (2005), obra finalista do Prêmio Portugal Telecom. Sua obra está traduzida em países como França, Holanda, Espanha, México, Estados Unidos e Hungria. É tradutor de poesia em várias línguas, dentre elas, inglês, húngaro, francês e russo, tendo publicado, em 1998, uma antologia de suas traduções, intitulada Poesia alheia.

O encontro contará com a mediação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ), e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), ambos coordenadores do Sarau do Museu.

Os participantes poderão, além de conversar com os convidados, ler poemas do autor, de autoria própria, ou que dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Geraldo Carneiro.

O Sarau do Museu prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

8 de julho, sexta-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem estilizada de um livro aberto.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube Leituras no Palácio - Clássicos Maiores

Em breve informações.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ, mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

11 de julho, segunda-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Fotografia de folhas de arvores, ilustrando a exposição Refloresta Rio.

EXPOSIÇÃO

Refloreta Rio: 36 anos

Refloresta Rio é o Programa de Reflorestamento realizado pela Secretaria de Meio Ambiente da Cidade (SMAC), da Prefeitura do Rio de Janeiro. O objetivo é promover o aumento da cobertura florestal na Cidade, através das ações de reflorestamento, que vão desde a coleta de sementes e produção de mudas, até o plantio no campo e manutenção das áreas plantadas. Um diferencial é o aspecto social do programa, através do uso de mão de obra das próprias comunidades atendidas. Ao longo desses 36 anos de atuação foram reflorestados mais de 3 mil hectares, com mais de 10 milhões de mudas plantadas. A exposição tem como objetivo a divulgação e o reconhecimento das centenas de pessoas envolvidas no trabalho, tornando nossa Cidade mais verde.

De 23 de junho a 22 de julho

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Fotografia de uma escultura do artista ALexandre Pinhel, em frente a uma árvore.

EXPOSIÇÃO

Diálogos Sensoriais

O Museu da Justiça no Rio de Janeiro, com sua arquitetura espetacular, recebe, no dia 08 de junho, ”DIÁLOGOS SENSORIAIS”, exposição do engenheiro eletrônico e artista plástico neo-expressionista brasileiro Alexandre Pinhel. Na exposição, é possível ver, sentir e dialogar com cada obra, pois a acessibilidade é o ponto forte. A Exposição é um campo para experiências sensoriais.

É admirável como Pinhel consegue dar vida a objetos descartados. De modo surpreendente, ele une de forma alquímica materiais diversos construindo obras de arte que convidam o observador à reflexão. Uma provocação ao questionamento sobre as possibilidades que nos cercam. A exposição reflete a preocupação e o respeito à acessibilidade e ao meio ambiente e ainda reforça o conceito de sustentabilidade, que está presente em cada obra por ele concebida.

Engenheiro por formação e artista plástico por paixão, Alexandre Pinhel vem, ao longo dos anos, aprimorando técnicas e ampliando o uso de materiais e objetos. As sensações provocadas por “DIÁLOGOS SENSORIAIS” vão além do espaço físico da exposição. A captação de informações e sensações se prolongam fomentando o potencial do observador para sua própria criatividade. Expande e valoriza o ser!

Lucia Pinhel – Curadoria

De 8 de junho a 26 de agosto

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Imagem do Tribunal Pleno com texto em destaque: Impeachment um ano depois.

PODCAST

Impeachment – 1 ano depois

No dia 30 de abril de 2021, o Estado do Rio de Janeiro vivia um fato inédito que entraria para a história política e jurídica do país. O Tribunal Especial Misto (TEM), formado por cinco desembargadores e deputados estaduais, afasta um governador de Estado por crime de responsabilidade. No salão do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Wilson Witzel sofre um processo de impeachment por unanimidade de votos e tem seus direitos políticos cassados por cinco anos por irregularidades na gestão da saúde pública, que enfrentava tempos de pandemia. O caso ganha repercussão nacional e internacional.

Um ano depois, o Museu da Justiça lança o podcast ‘Impeachment: um ano depois’, que reconta a história da cassação de Witzel, ouvindo os integrantes e os dois magistrados que presidiram o TEM, as análises de jornalistas que cobriram as sessões e os principais momentos das audiências de instrução e do julgamento. Disponível no spotify, o podcast é uma produção do Museu da Justiça em parceria com o Serviço de Identidade Visual, do Departamento de Comunicação Institucional do TJRJ.

O podcast “Impeachment: um ano depois” explica como foi a dinâmica do tribunal, até então inédita, que uniu os poderes judiciário e legislativo e as lições o caso deixa para a sociedade fluminense. Dividido em quatro episódios, todos costuram a linha histórica dos acontecimentos analisando os detalhes do caso.

O primeiro episódio analisa a ascensão de Wilson Witzel ao Palácio Guanabara, as relações com o Legislativo, as crises na área da saúde e a denúncia da Assembleia Legislativa do Rio pedindo o impeachment do governador.

O segundo e terceiro episódios trazem detalhes do Tribunal Especial Misto: a formação do colegiado, a reação de cada desembargador ao ser sorteado, o ineditismo do processo, as testemunhas ouvidas, os recursos da defesa de Witzel e o dia em que o ex-governador foi interrogado.

O episódio quatro conta em detalhes o julgamento de Wiztel, a repercussão no Brasil e no exterior. Os integrantes do TEM avaliam as lições do caso.

Hotsite traz vídeos e votos dos desembargadores
Além do podcast, o Museu da Justiça lançou um hotsite com informações, fotos e vídeos do processo de impeachment. O usuário pode acompanhar a transmissão de todas as audiências realizadas pelo Tribunal Especial Misto, conferir momentos importantes e baixar os votos de cada desembargador e deputado que culminaram com o afastamento de Wilson Witzel.

Processo físico em exposição
Pesquisadores e curiosos podem conferir as peças físicas do processo de impeachment, expostas no Museu da Justiça. Ao todo, o processo possui 22 volumes e as peças acusatórias aprovadas pela Assembleia Legislativa

Já disponível

Clique neste link para acessar a página do podcast.

Clique neste link para acessar os episódios no Spotify.

Museu da Justiça
Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Vergonha, de Isabela Francisco

EXPOSIÇÃO

Presenças Invisíveis

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro promove a mostra “Presenças Invisíveis” que apresenta uma arte inovadora, composta por intervenções dramáticas e comoventes feitas por mulheres que sofreram violência doméstica e hoje vivem em abrigos.

A mostra, idealizada pela artista plástica e serventuária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabela Francisco, é realizada com o apoio do RioSolidario e do Grupo Mulheres do Brasil, que celebra seus quatro anos de atuação no Rio de Janeiro.

A exposição apresenta obras desenvolvidas sobre lençóis, símbolo forte e tão presente neste universo de violência, que foram pintados pelas mulheres abrigadas. Isabela Francisco também produziu um trabalho sobre os cliques da fotógrafa Rosane Naylor, realizados durante as visitas à Casa Abrigo Lar da Mulher, quando as mulheres executaram os trabalhos artísticos. As peças dialogam e instigam no público sentimentos de explícita emoção em relação à violência sofrida por essas mulheres. Clique neste link para acessar a página com as informações da exposição.

PRORROGADA até dia 31 de agosto

Museu da Justiça
>Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

VISITA MEDIADA

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.

Número de visitantes: 25 a 30 pessoas

Duração: 90 minutos

Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Imagem com o título da exposição em destaque, Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

A mostra e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males. Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPOSIÇÃO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPOSIÇÃO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

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Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

A exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco.

“'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPOSIÇÃO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

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Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPOSIÇÃO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre