Agenda Julho

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

MÚSICA

Orquestra Verde

O Museu da Justiça apresenta no dia 04, domingo, a Orquestra Verde - formada por alunos da Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. O concerto, realizado em outubro de 2019, uniu música e sustentabilidade, através dos seus instrumentos produzidos com material reciclado. No repertório, músicas de grandes compositores nacionais e internacionais, como Michael Jackson, Milton Nascimento e Vinícius de Moraes.

A apresentação mostrará ao público que é possível formar uma orquestra utilizando instrumentos construídos com materiais reaproveitados, como pvc, madeiras, garrafas pet, linhas, plásticos, chaves, macarrão de piscina, entre outros materiais, que teriam um destino impróprio e que causariam danos ao meio ambiente.

Entre os instrumentos, destacam-se o banjolino, tubocello, claricano, tuboflauta e instrumentos de percussão, como o chinelofone, chavilhão, tambores, chocalho, timbacano, tubotons, entre outros, que juntos, produzem o som dos outros instrumentos convencionais.

Sob a regência do maestro e professor do grupo Gustavo Fernandes, o grupo toca músicas de Michael Jackson, Milton Nascimento, André Filho, Baden Powell e Vinícius de Moraes, Coldplay, Sérgio Mendes e Carlinhos Brown. “É muito prazeroso levar ao público a questão da sustentabilidade e preservação do meio ambiente de uma forma tão lúdica através da música”, conta Gustavo.

Estreia 4 de julho, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Mas liberdade – aposto – ainda é só alegria de um pobre caminhozinho, no dentro do ferro de grandes prisões.”
Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa.

Na próxima reunião do clube de leituras do Museu da Justiça, teremos o primeiro, de dois encontros semestrais da edição especial Clássicos Maiores do Leituras no Palácio, em que nos propomos a discutir as obras mais relevantes da literatura universal de todos os tempos.

Inicialmente, conversaremos sobre Grande sertão: veredas, um dos marcos literários brasileiros, obra-prima do escritor mineiro João Guimarães Rosa. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 5 de julho, às 17h, serão explorados alguns dos aspectos dessa narrativa, que, conforme o crítico Silviano Santiago, emergiu, em 1956, como um indomesticável monstro, na discreta, ordeira e autocentrada vida cultural brasileira.

Quinzenalmente realizados, os encontros do Leituras no Palácio dispõem do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ), Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

5 de julho, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Alyrio Silva Cavallieri

No mês em que se comemoram 31 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, disponibilizamos a entrevista com o Des. Alyrio Silva Cavallieri, concedida para o Programa de História Oral, em 2007.

Nascido em Itabirito (MG), em 1921, Alyrio Cavallieri foi um importante juiz de menores nos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, de 1969 a 1975, período em que o país e o mundo passavam não apenas por um momento de turbulência política, como também por uma verdadeira revolução nos costumes e na cultura, fenômeno que pôs a juventude e os seus problemas na ordem do dia e no centro das atenções da mídia.

Na entrevista, são abordados assuntos como o Código de Menores, a sua atuação durante o período de ditadura militar, o ingresso no Juizado de Menores e vivências marcantes da época, além da exposição de seus pensamentos sobre o debate acerca da redução da maioridade penal. O Des. Alyrio Silva Cavallieri faleceu em 12 de novembro de 2012, aos 91 anos.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 18 de julho, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“O mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando.”
Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa.

Na próxima reunião do clube de leituras do Museu da Justiça, teremos o segundo de dois encontros semestrais da edição especial Clássicos Maiores do Leituras no Palácio, em que nos propomos a discutir as obras mais relevantes da literatura universal de todos os tempos.

Assim sendo, continuaremos a conversa sobre Grande sertão: veredas, romance-mundo do escritor mineiro João Guimarães Rosa. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 19 de julho, às 17h, serão tematizadas algumas das questões abordadas nessa narrativa singular da literatura brasileira e mundial, na qual poesia e filosofia se dão as mãos em refinado pensamento regional e, ao mesmo tempo, universal.

Quinzenalmente realizados, os encontros do Leituras no Palácio dispõem do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ), Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

19 de julho, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

A perspectiva Tupinambá: mitologia e pensamentos brasileiros

“No princípio, o universo era provavelmente muito escuro. [...] Nesse mundo inaugural, misterioso e obscuro, era o Velho.”
Meu destino é ser onça, mito tupinambá restaurado por Alberto Mussa.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 21 de julho, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua segunda edição, intitulada “A Perspectiva Tupinambá: mitologia e pensamento brasileiros”, o Humanitas tematizará aspectos das narrativas tupinambá, conforme a restauração elaborada pelo escritor e pesquisador Alberto Mussa, em palestra seguida de entrevista. O convidado, ganhador dos prêmios Casa de Las Américas (Cuba) e Machado de Assis (ABL), entre outros, discutirá a visão de mundo de um dos povos originários brasileiros, suas respectivas noções de justiça e perspectivas sociais, tendo também como referência fragmentos dos textos de cronistas portugueses e franceses do século XVI e XVII que passaram ou se fixaram por considerável tempo no Brasil.

Após a palestra e entrevista, os participantes também poderão conversar com o convidado e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes do Educativo e de Produção do Museu da Justiça e a coordenação e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

21 de julho, quarta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CONVIDA

Lançamento da Coletânea Mulheres no Judiciário: Práticas e Desafios

Será uma live de lançamento de uma obra escrita por mulheres profissionais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - Psicólogas e Assistentes Sociais. Neste livro temos artigos atuais falando sobre a prática em diversas áreas dentro do judiciário: infância, idoso, adolescente em conflito com a lei, família, violência doméstica, tutoria, custódia, os desafios do trabalho na pandemia.

As autoras apresentarão como foi construir a presente obra e qual a importância dos temas abordados para o trabalho desenvolvido pelas equipes técnicas do judiciário. A análise das práticas realizadas nos artigos pretende contribuir para a produção de conhecimento diante de um campo de atuação tão rico, diverso e desafiador.

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

23 de julho, sexta-feira, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconvida

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 18 anos

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

O Museu da Justiça apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

No mês em que completa um ano de atividades, o programa “Conversas” trará a “Nossa Retrospectiva” - um panorama dos diversos assuntos mais discutidos dentro da perspectiva de violência de gênero, e nesse dia contaremos com a presença de convidadas que já fizeram parte dessa história.

“Conversas” é realizado com o apoio da Equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da Psicóloga Clínica e Jurídica Maria Augusta Fischer, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

29 de julho, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas - A poesia de André Luiz Pinto

“Quando nos mudamos,/ meus pais fizeram/ de tudo para se livrar/ da mochila que levava meus poemas.// Botaram-na perto da portinhola/ da caminhonete para ver se caía na estrada.// Mas não caiu. Desde então,/ levo essa mochila comigo/ como um cachorro/ que me segue na rua."
Poema-epígrafe de abertura do livro Balanço - poemas reunidos (2021), de André Luiz Pinto.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 12ª Edição do Sarau das Musas – A poesia de André Luiz Pinto, em formato virtual, no dia 30 de julho, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição duplamente comemorativa – o Sarau das Musas está celebrando 1 ano de (r)existência! –, também festejaremos os 30 anos de atividade literária do poeta André Luiz Pinto, que acaba de publicar Balanço - poemas reunidos (1990-2020). Poeta, Doutor em Filosofia pela UERJ e professor na FAETEC e SEEDUC-RJ, André Luiz é uma das vozes mais contundentes da nova geração da poesia brasileira contemporânea. O encontro contará com as participações do homenageado; do poeta, crítico e ensaísta Alberto Pucheu, professor de Teoria Literária da UFRJ, e do crítico, ensaísta e também professor de Teoria Literária na UFRJ, Eduardo Guerreiro B. Losso.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de André Luiz Pinto.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do Museu como Casa ou Templo das Musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, Doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

30 de julho, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O Museu da Justiça oferece o curso livre de pintura “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de julho pode ser conferida abaixo.

01 de julho – Chegou o inverno
08 de julho – Um desenho especial para você!
15 de julho – Desenhando florestas
22 de julho – Comemorando o Dia dos Avós
29 de julho – Dia da Identificação

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre