Agenda Janeiro

 

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do CCMJ. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira #CCMJcomVc

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Sylvio Capanema de Souza

Em homenagem ao Des. Sylvio Capanema de Souza, falecido em junho de 2020, abrimos a programação cultural de 2021 com a entrevista dada pelo magistrado ao Programa de História Oral do Poder Judiciário. Nascido em 1938, e formado em Direito no ano de 1960, o desembargador Sylvio Capanema de Souza advogou por mais de 30 anos, militando especialmente no Direito Imobiliário. Foi nomeado para o Tribunal de Alçada Cível em 1994, pelo Quinto Constitucional e para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no ano seguinte. Atuou, também, como presidente da 10ª Câmara Cível do TJRJ, foi membro do Órgão Especial e 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça, aposentando-se em 2008.

Em sua entrevista, destacam-se sua militância no Centro Acadêmico Candido de Oliveira (CACO) da Universidade Nacional de Direito; o processo de elaboração da Lei 8245/1991 (a chamada Lei do Inquilinato), da qual é um dos autores; o exercício do magistério universitário durante o Regime Militar; a importância do novo Código Civil para o ordenamento jurídico brasileiro; e uma de suas grandes paixões: o Clube de Regatas Flamengo.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 10 de janeiro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/153Z522U-eY

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Estreia 17 de janeiro, domingo

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | ACERVOS CONECTADOS

Objetos que contam histórias

Um objeto pode ser apenas um objeto ou pode contar histórias de outros tempos? No CCMJ fazemos a guarda de acervos que são mais do que meros objetos. São objetos que contam histórias. Histórias que guardam memórias e são testemunhos de outros tempos. Através destes objetos podemos visualizar, por exemplo, como era o trabalho do próprio tribunal em tempos passados.

Neste vídeo veremos quatro acervos que ajudam a contar a história do TJRJ. O contador, o capelo a máquina de escrever e a pintura reafirmam esta ideia. Ilustramos também o trabalho que é feito nos bastidores pelos museólogos que fazem com que não só o prédio do Antigo Palácio da justiça, mas todos os objetos históricos do Tribunal do Justiça do Estado do Rio de janeiro estejam conservados e preservados para o futuro.

Estreia 24 de janeiro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“No fundo da alma, todavia, esperava um acontecimento. Como os marinheiros angustiados, lançava sobre a solidão de sua vida olhos desesperados, procurando ao longe alguma vela branca nas brumas do horizonte. ”
Madame Bovary, de Gustave Flaubert

No primeiro encontro do Leituras no Palácio de 2021, conversaremos sobre Madame Bovary, aquele que é considerado o primeiro romance moderno, obra de Gustave Flaubert, um dos narradores incontornáveis da literatura ocidental. Em nossa Sala Virtual, no dia 25 de janeiro, às 17h, com a leitura e discussão de sua obra mais conhecida, alvo, à época, de um absurdo processo por ofensa à moral pública e à religião, celebraremos os duzentos anos de nascimento do autor francês.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

25 de janeiro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVERSAS

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

As consequências da violência na saúde mental da mulher

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher. ” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

Este tipo de violência é um fenômeno complexo e merece ser compreendido a partir de múltiplos fatores que envolvam seu surgimento. A violência contra a mulher não é recente e acontece em todas as classes sociais, trazendo danos físicos e psicológicos para a família afetada.

Esse tema vem sendo, a cada dia mais, abordado como uma questão de saúde, pois sabemos dos sofrimentos e adoecimentos que acometem as mulheres em situação de violência, e que alteram sua saúde física e mental em virtude desta vivência.

No mês do "JANEIRO BRANCO" convidamos vocês a refletirem sobre a saúde mental, estimulando a pensarem sobre a importância da prevenção e cuidados da saúde física e mental em se tratando de violência doméstica.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra. No programa do dia 28, que tem como tema "As consequências da violência na saúde mental da mulher", contaremos com a participação de Camila Medeiros que é escritora e fala sobre violência obstétrica, corpos e parentalidade e da Dra. Evelin Gomes Esperandio, médica de família e comunidade, mestre em saúde da família com pesquisa sobre violência íntima.

28 de janeiro, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Giuseppe Vitagliano

O desembargador Giuseppe Vitagliano nasceu em 6 de março de 1934, na cidade de Pedro Leopoldo, no estado de Minas Gerais. Formou-se em Direito pela Universidade Gama Filho em 1958, cursando pós-graduação na mesma entidade e na Escola Superior de Guerra.

Atuou como advogado no antigo Distrito Federal e no estado da Guanabara. Foi ainda promotor de Justiça em diversas comarcas do interior do estado do Rio de Janeiro, tendo ingressado no Tribunal de Alçada Criminal em 2 de outubro de 1996, vindo a integrar a última composição da referida Corte de Justiça.

Giuseppe Vitagliano possui larga experiência no magistério, tendo exercido a função na Sociedade Universitária Augusto Mota, na Universidade Gama Filho e na Escola de Formação de Oficiais da Polícia Militar, além de cursos preparatórios. Foi empossado como desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro em 2 de março de 1998. A aposentadoria chegou em 7 de março de 2004. Em janeiro de 2009, foi nomeado corregedor-geral das corregedorias da Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 22 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 31 de janeiro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre