Agenda Fevereiro

 

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

 

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de fevereiro pode ser conferida abaixo.

03 de fevereiro - Você sabe o que é Revolução Solar?
10 de fevereiro - Padronagem Floral
17 de fevereiro - Aula Surpresa
24 de fevereiro - Carnaval

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“‘Quando você segue as pegadas dos mais velhos, aprende a caminhar como eles.’ Provérbio africano.”
Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves.

Nos dois próximos encontros do Leituras no Palácio, que inaugura a programação literária de 2022, conversaremos sobre um épico contemporâneo brasileiro, o romance Um defeito de cor, de autoria da escritora Ana Maria Gonçalves. Nos encontros em nossa Sala Virtual, nos dias 14 e 21 de fevereiro, às 17h, em um período tão carente de consciência histórica, refletiremos sobre a história de Kehinde, uma africana idosa que, no final do século XIX, cega e à beira da morte, viaja da África para o Brasil em busca do filho perdido há décadas. Ao longo da travessia, ela vai contando sua vida, marcada por mortes, estupros, violência e escravidão. Nesse romance, os fatos históricos estão imersos no cotidiano e na vida dos personagens, criando a saga emocionante e verossímil da história de Kehinde.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

14 e 21 de fevereiro, segundas-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/clubeleiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento. Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Narcizo Arlindo Teixeira Pinto

Nascido na cidade de Niterói e tendo crescido no Rio de Janeiro, o Des. Narcizo Arlindo Teixeira Pinto iniciou os seus estudos jurídicos na Faculdade de Direito da Universidade do Distrito Federal, hoje Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Em sua entrevista, o desembargador discorre sobre a sua trajetória no Poder Judiciário, tendo iniciado como escrevente, aos 18 anos de idade, cargo esse que ocupou durante dezenove anos; e, após, o seu ingresso na magistratura, no qual permaneceu por quase 32 anos, até se aposentar, em 1995. Abordou, também, assuntos como a Justiça Militar, a relação entre o Poder Judiciário e a Mídia, entre outros. Faleceu em 16 de fevereiro de 2014.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 24 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 27 de fevereiro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

O visitante do Museu da Justiça poderá apreciar presencialmente alguns trabalhos do magistrado, assim como ver alguns dos instrumentos que Deocleciano usava para confeccionar suas obras. Para visitar e versão virtual da mostra, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça, e que exibe em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/arte-educacao-sustentabilidade

Classificação indicativa: livre

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre