Agenda Fevereiro

 

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do CCMJ. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira #CCMJcomVc

CCMJ | MÚSICA

Coral Strattner

Dando início à temporada da programação musical deste ano, o CCMJ, em parceria com o Música no Museu, exibe em formato virtual a apresentação do Coral Strattner, realizada no Salão Nobre do APJ-Rio no dia 16 de dezembro de 2019.

O coral Strattner foi criado em 2007 na sede da empresa no Rio de Janeiro e conta com a participação exclusiva de colaboradores de diversas áreas. O coro atua de forma ininterrupta desde seu primeiro ensaio e durante a pandemia não foi diferente. Os coralistas se reúnem 2 vezes por semana dentro da jornada do trabalho. O coral Strattner já participou de diversos encontros nacionais e internacionais, apresentações em teatros, abrigos e museus. Sob a regência do maestro Gabriel Szantó, o coral tem seu repertório composto por músicas nacionais de diversos gêneros, já tendo gravado 2 CDs.

Estreia 7 de fevereiro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/MJrxEAaDUCg

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Tenho vontade de vos contar, senhores, queirais ouvi-lo ou não, por que não consegui tornar-me sequer um inseto.”
Memórias do subsolo, de Fiódor Dostoiévski

No próximo encontro do Leituras no Palácio, discutiremos Memórias do subsolo, conjunto de duas narrativas breves de Fiódor Dostoiévski, um dos maiores autores da literatura russa de todos os tempos. Em nossa Sala Virtual, no dia 8 de fevereiro, às 17h, com a leitura e discussão dessa novela que marcou a sensibilidade de autores como Kafka e Beckett, comemoraremos os duzentos anos de nascimento do romancista.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

08 de fevereiro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Jorge Fernando Loretti

Nascido em 25 de agosto de 1924, na cidade do Rio de Janeiro, o Des. Jorge Fernando Loretti discorreu em sua entrevista sobre o interesse pelo Direito, e as relações entre o Poder Executivo e a Magistratura, especialmente sob a ótica de um chefe de gabinete de dois governadores. Relatou a sua vivência à época da transferência da Capital Federal para Brasília (1960), e do Golpe de 1964, que impactou a cúpula do Executivo fluminense. Teceu comentários sobre a Lei Orgânica da Magistratura e a mudança em sua atividade profissional de forma repentina, de advogado a juiz. Relembrou momentos que o marcaram enquanto Presidente do TJRJ, tendo também comentado sobre a Justiça Eleitoral, entre outros assuntos que podem ser conferidos no vídeo. Aposentou-se em 26 de agosto de 1994, vindo a falecer em 13 de maio de 2016.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 21 de fevereiro, domingo

Para assistir, acesse: https://youtu.be/k1N0CLFJ-eg

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“‘Falem’, disse, nos ameaçando arrancar a língua, que estava, mal ela sabia, em uma das nossas mãos.”
Torto arado, de Itamar Vieira Junior

No próximo encontro do Leituras no Palácio de 2021, conversaremos sobre Torto arado, obra do autor baiano Itamar Vieira Junior, contemplada em 2020 com o Prêmio Jabuti e o Prêmio Oceanos de Literatura de melhor romance. Em nossa Sala Virtual, no dia 22 de fevereiro, às 17h, por intermédio da leitura e discussão dessa narrativa, simultaneamente épica e lírica, um Brasil dolorosamente encalhado no próprio passado escravista será alvo de nossa reflexão.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

22 de fevereiro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVERSAS

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher

Este tipo de violência é um fenômeno complexo e merece ser compreendido a partir de múltiplos fatores que envolvam seu surgimento. A violência contra a mulher não é recente e acontece em todas as classes sociais, trazendo danos físicos e psicológicos para a família afetada.

Nesse encontro convidamos todas as pessoas para refletirem sobre uma das maiores festas populares do mundo, o Carnaval, e que traz junto com ele um período de grande incidência de assédios de todos os tipos; um convite ao pensamento crítico sobre os temas que envolvem esses eventos e o papel da mulher enquanto símbolo de desejo, desrespeito e alegoria.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra. No programa do dia 25, que tem como tema "Assédios e Carnaval", contaremos com a participação de Renáta Corádo - fundadora e diretora do bloco "Quem num guenta bebe água" que desfila no bairro Laranjeiras desde 2003 e é integrante de bateria de escola de samba por 19 anos, e de Alice Pereira - baixista e tubista de diversos blocos de carnaval e bandas, quadrinista e autora da página "Pequenas Felicidades Trans", cujo livro foi lançado em 2019.

25 de fevereiro, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Marcus Vinicius Quiroga

“não se esvazia a história,/ como papéis de uma cesta./ um poema nos traz para fora,/ nos põe na estrada outra vez./ (...) /” não se esvazia a história/ nas naturezas nem nas leis./ um poema não é para goles,/ mas para a embriaguez.” “Para Dioniso”, do livro Autoestrada para Tebas, de Marcus Vinicius Quiroga.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 6ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Marcus Vinicius Quiroga, em formato virtual, no dia 26 de fevereiro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, o Sarau das Musas homenageará o poeta Marcus Vinicius Quiroga, uma das vozes de destaque no cenário literário nacional, tristemente emudecida pela pandemia da Covid-19, no ano de 2020. O encontro, que consistirá em uma conversa entremeada por comentários literários e depoimentos pessoais, e, claro, pela leitura de poemas do autor de O xadrez e as palavras, contará com a presença dos convidados Ana Margarida Mignone, Augusto Sérgio Bastos, Eduardo Tornaghi e Ricardo Vieira Lima.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas de autoria do homenageado ou seus, desde que, preferencialmente, dialoguem com a poética ou com temas da poesia quiroguiana.

O Sarau das Musas deseja realçar a noção do museu como casa das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da coordenação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

26 de fevereiro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | MÚSICA

Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a parceria do programa Música no Museu, recebe o Festival Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais, realizado pelo Instituto Cultural Música no Museu, através da Lei Aldir Blanc. O Festival apresenta, nos meses de fevereiro e março, um novo programa reunindo a obra dos grandes compositores brasileiros, permeando o clássico e o popular, ressaltando a produção musical brasileira através de seus nomes mais importantes, onde o erudito e o popular se fundem e a alma brasileira é o pano de fundo deste encontro especial.

Paralelamente e no contraponto, serão apresentados concertos virtuais com obras dos gênios internacionais Puccini, Bach, Haendel, Vivaldi, Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Debussy, Stravinsky, Bartók, Britten, Ravel, Prokofiev, dentre outros dos séculos passados, gerando um contraste com a obra brasileira. Este contraponto enriquecerá todo o programa e ampliará o seu universo cultural.

Serão apresentadas, também, obras destacadas de Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos, Francisco Mignone, Ari Barroso, Ernesto Nazareth, Radames Gnatalli, Jacob do Bandolim, ao lado dos gênios internacionais e uma homenagem especial a Beethoven, no prosseguimento das comemorações dos seus 250 anos realizadas em 2020.

Estreia 26 de fevereiro, sexta

Para assistir, acesse:
No facebook:
https://www.facebook.com/musicanomuseufan
https://www.facebook.com/Rio-Harp-Festival-101743094976115
https://www.facebook.com/cedrorosadigital.com.br/
No youtube:
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ
Ou acesse www.radiomusicanomuseu.com

Classificação indicativa: livre

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre