Agenda Novembro

Venha conferir as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique e confira.

 

CONVERSAS

Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher

O Museu da Justiça apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

Encerrando nossa programação anual, o ``Conversas" fará uma retrospectiva dos avanços e retrocessos durante o ano de 2021, no que diz respeito ao tema da violência contra a mulher. Teremos a participação de Letícia Catalá - atriz e bacharel em teatro pela Candido Mendes, criadora de conteúdo para o podcast Artcast Fronteiras, que abordará os impactos da pobreza menstrual na realidade do universo feminino.

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, mestranda da PUC-RJ em Psicologia do núcleo Casal e Família, especialista em violência contra a mulher e coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

2 de dezembro, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. “Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade a esse incrível trabalho ela criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar as aulas virtuais, ministradas toda semana. A programação do mês de dezembro pode ser conferida abaixo.

02 de dezembro – Vamos desenhar cubos?
09 de dezembro – Aula surpresa
16 de dezembro – Aula especial
23 de dezembro – É Natal!
30 de dezembro – Chegou “2022”

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Para assistir, acesse: Canal Artista Isabela Francisco

Classificação indicativa: Livre

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu – Paulo Henriques Britto, 70 anos

“Quando não sei o que sinto/ sei que o que sinto é o que sou./ Só o que não meço não minto.// Mas tão logo identifico/ o não lugar onde estou/ decido que ali não fico,// pois onde me delimito/ já não sou mais o que sou/ mas tão somente me imito// De ponto a ponto rabisco/ o mapa de onde não vou,/ ligando de risco em risco// meus equívocos favoritos,/ até que tudo que sou/ é um acúmulo de escritos,/ penetrável labirinto/ em cujo centro não estou/ mas apenas me pressinto // mero signo, simples mito."
“Pessoana”, do livro Trovar claro (1997), de Paulo Henriques Britto.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 17ª Edição do Sarau do Museu – Paulo Henriques Britto, 70 anos, em formato virtual, no dia 3 de dezembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição celebraremos os 70 anos do poeta, ficcionista, tradutor e professor de tradução, literatura e criação literária (PUC-Rio) Paulo Henriques Britto. Autor de sete livros de poemas, entre os quais Trovar claro (1997) e Formas do nada (2012), e de dois livros de contos: Paraísos artificiais (2004) e O castiçal florentino (2021), Paulo Henriques já traduziu mais de 120 autores, como Edmund Wilson, William Faulkner, Elizabeth Bishop, John Updike, Phillip Roth, Salman Rushdie, Thomas Pynchon e Wallace Stevens. Ao longo de uma vitoriosa carreira literária, o escritor recebeu vários prêmios, a exemplo do Portugal Telecom, APCA, Alphonsus de Guimaraens (duas vezes), Alceu Amoroso Lima, Bravo! Bradesco Prime de Literatura e Jabuti.

O encontro contará com as participações do poeta, crítico, ensaísta, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antonio Carlos Secchin (UFRJ), autor de, entre outras obras, Percursos da poesia brasileira: do século 18 ao 21 (2018, Prêmio APCA, melhor livro de ensaios), e da ensaísta, pesquisadora e professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo (USP), Viviana Bosi, autora de, entre outros livros, Poesia em risco: itinerários para aportar nos anos 1970 e além (2021).

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas do homenageado, bem como os de sua própria autoria, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Paulo Henriques Britto.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira (UFRJ), crítico literário e poeta. Nesta edição, os coordenadores também atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

3 de dezembro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/saraudomuseu

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Uma cidade que não respeita seus mortos não pode ser respeitada pelos vivos!”
O bem-amado, de Dias Gomes.

Na próxima reunião do Leituras no Palácio, conversaremos sobre um verdadeiro marco do teatro brasileiro, a peça O bem-amado - posteriormente, também exibida, com bastante sucesso, como telenovela (a primeira a cores no Brasil e a primeira a ser transmitida no exterior), série de TV e longa-metragem no cinema -, de autoria do dramaturgo, romancista, contista e novelista Dias Gomes. No encontro em nossa Sala Virtual, no dia 6 de dezembro, às 17h, sob a perspectiva do atual período crítico que atravessamos, discutiremos essa obra que recebeu o sugestivo subtítulo de “farsa sociopolítico-patológica”, ao ter a inauguração de um cemitério como tema principal.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

6 de dezembro, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/clubeleiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu: Aríete – a poesia de Ricardo Vieira Lima

“Escrevo para as paredes./ O ar puro me asfixia. /Escrevo todas as vezes/ que um desejo se anuncia.// Escrevo contra as paredes/ que transponho em agonia./ Escrevo sempre isolado,/ sem nenhuma companhia.// Escrevo sob as paredes/ que me cercam, todavia,/ em casa ou no trabalho./ E sem carta de alforria,// escrevo sobre as paredes./ Escrevo à noite ou de dia./ Com ânsia de condenado,/ na sua hora tardia.// Escrevo todos os meses/ e não vejo outra saída./ Escrevo para as paredes:/ não posso escrever pra vida."
“Aríete”, poema do livro Aríete – poemas escolhidos (2021), de Ricardo Vieira Lima.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 18ª Edição do Sarau do Museu: Aríete – a poesia de Ricardo Vieira Lima, em formato virtual, no dia 10 de dezembro, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, celebraremos e debateremos a poesia de Ricardo Vieira Lima, que lançará, durante o evento, o seu livro de estreia, Aríete – poemas escolhidos (1990-2020). Poeta, crítico literário, ensaísta, editor, antologista, jornalista, doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre, na mesma área, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo também é servidor do TJRJ. Organizou e prefaciou os livros: Anos 80, da coleção Roteiro da Poesia Brasileira (2010), e Poesia completa, de Ivan Junqueira (2019). Seu livro Aríete – poemas escolhidos ganhou os Prêmios Ivan Junqueira, da Academia Carioca de Letras, e Jorge Fernandes, da União Brasileira de Escritores – Seção Rio de Janeiro (UBE-RJ). Essa obra, até agora inédita, mas já conhecida parcialmente nos meios literários, possui poemas que, divulgados esparsamente, ao longo dos últimos anos, motivaram comentários entusiasmados, vindos de nomes nacionais e internacionais da literatura, a exemplo de José Saramago, Antônio Houaiss, João Cabral de Melo Neto e Marly de Oliveira, Jorge Amado, Olga Savary e Affonso Romano de Sant’Anna (as orelhas e a contracapa do livro reproduzem esses comentários).

O encontro contará com as participações do autor; de Italo Moriconi, poeta, crítico literário, antologista, editor, curador de eventos culturais/literários e Professor Associado aposentado do Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); de Marcos Pasche, crítico literário, ensaísta e Professor Adjunto de Literatura Brasileira na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e de Marcelo Mourão, poeta, crítico literário, produtor cultural, mestre e doutorando em Literatura Brasileira na UERJ.

Além de conversar com os convidados, todos os participantes poderão ler poemas do autor, assim como os de autoria própria ou não, que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Ricardo Vieira Lima.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e de Ricardo Vieira Lima. Nesta edição, Lemos também atuará como mediador, ao lado de Marcelo Mourão, e Ricardo será o convidado principal.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

10 de dezembro, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/saraudomuseu

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Paulo Roberto Leite Ventura

Nascido em 11 de fevereiro de 1940 no Distrito Federal, Paulo Roberto Leite Ventura ingressou na magistratura como juiz de direito no antigo estado do Rio de Janeiro no ano de 1972. Foi juiz do Tribunal de Alçada Criminal, do qual exerceu a Presidência entre dezembro de 1995 e junho de 1996, ano em que foi nomeado para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça. Também exerceu a função de Diretor-Geral da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) de 2005 a 2009. Especializou-se na área do Direito Penal e Processual Penal, na qual publicou diversos livros.

Na entrevista, o magistrado relata as dificuldades enfrentadas no funcionamento da Justiça e compartilha sua percepção sobre o sistema prisional brasileiro, além de comentar julgamentos marcantes de sua carreira, como o caso do artista Iberê Camargo. Aposentou-se em 25 de janeiro de 2010 e veio a falecer no dia 12 do mês seguinte, aos 70 anos de idade.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 12 de dezembro, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Os Evangelhos: nova tradução de um clássico

“E percorria Jesus as cidades todas e as aldeias em torno ensinando nas congregações deles e apregoando o bom anúncio do reinado e tratando toda doença e toda enfermidade.”
Evangelho Segundo Mateus, tradução de Marcelo Musa Cavallari.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 15 de dezembro, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua sétima edição, em formato virtual, intitulada "Os Evangelhos: nova tradução de um clássico", o Humanitas contará com a presença do tradutor, escritor e jornalista Marcelo Musa Cavallari, responsável pela mais recente tradução dos Evangelhos para a língua portuguesa, e do prefaciador dessa tradução, João Angelo Oliva Neto, pesquisador, doutor e mestre em Letras Clássicas pela USP, além de professor na graduação de Língua e Literatura Latina, e na pós-Graduação de Letras Clássicas da mesma instituição.

Os convidados discutirão a pertinência e relevância intelectual de, na atualidade, ler ou reler Os Evangelhos, clássico fundador da mentalidade e visão de mundo ocidentais, sob perspectivas renovadoras, tendo como referência essa nova edição bilíngue dos textos canônicos, pensada em especial para o uso nos estudos da língua grega e da Antiguidade Clássica, no âmbito acadêmico.

Após as palestras e uma entrevista, o público também poderá conversar com os convidados e/ou lhes direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas, já a partir de seu próprio nome, desejam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a coordenação e mediação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), e Ricardo Vieira Lima, doutor em Letras (UFRJ) e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira (UFRJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

15 de dezembro, quarta-feria, às 17h

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjhumanitas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro reabre as suas portas para visitação com a inauguração da exposição “Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro”.

A mostra rememora as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males.

Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Até 17 de dezembro

Museu da Justiça do Rio de Janeiro

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Para saber mais, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/pandemias-epidemias-no-rio

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça, e que exibe em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/arte-educacao-sustentabilidade

Classificação indicativa: livre

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Para visitar a exposição virtual, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre