Agenda Cultural de Novembro

Venha conferir também os programas virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

Curso de Artes

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às sextas-feiras, no canal da artista. A programação de Dezembro pode ser conferida abaixo.

Dia 02 – Árvore de Natal
Dia 09 – Anjo
Dia 16 – Aula especial
Dia 23 – Papel para presente
Dia 30 – É Réveillon

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.
Curso gratuito
Classificação indicativa: Livre

Do Direito à Literatura

Leituras no Palácio - Clássicos Maiores

“Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembranças estas Memórias Póstumas”
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), de Machado de Assis.

Nos próximos encontros do Leituras no Palácio, nos dias 7 e 12 de dezembro, às 17h, celebraremos a 4ª edição de Clássicos Maiores, série de reuniões especiais do nosso clube de leitura, que já contemplou os romances Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, e Ulysses, de James Joyce. Nos dois encontros de dezembro, leremos e debateremos Memórias póstumas de Brás Cubas, obra-prima de Machado de Assis. Publicada em livro no ano de 1881, a obra é considerada, por diversos críticos, como um dos maiores romances da literatura brasileira, marco literário incontestável.

Um dos livros preferidos de artistas como Woddy Allen, apreciado e analisado por renomados críticos contemporâneos, tais como Susan Sontag e Harold Bloom, entre outros, que expandiram grandemente o alcance internacional dessa e de outras obras de Machado, Memórias póstumas, sem que importe a geografia, situa seu autor ao lado dos grandes narradores da literatura ocidental e universal de todos os tempos.

O encontro do Leituras no Palácio dispõe do apoio da equipe do Educativo do Museu da Justiça e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ, Mestre em Literatura Brasileira pela mesma instituição e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

7 de dezembro, quarta-feira, e 12 de dezembro, segunda-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

Inventário de um Fazimento: memórias e peles de Darcy

“Calculo que o Brasil, no seu fazimento, gastou cerca de 12 milhões de negros, desgastados como a principal força de trabalho de tudo o que se produziu aqui e de tudo que aqui se edificou.”
O povo brasileiro (1995), de Darcy Ribeiro.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 14 de dezembro, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua 16ª Edição, em formato virtual, intitulada Inventário de um Fazimento: memórias e peles de Darcy, em comemoração ao centenário de nascimento do antropólogo, educador, indigenista, romancista e político Darcy Ribeiro, o Humanitas contará com a presença da professora e pesquisadora Lia Faria que, em palestra, apresentará os estudos produzidos sobre Darcy Ribeiro, durante a última década, nos projetos de pesquisa conduzidos no Laboratório Educação e República (LER/PROPEd/UERJ), buscando identificar as influências e relações intelectuais que perpassam a trajetória darcyniana. A obra do antropólogo será analisada em suas relações com outros pensadores, assim como sua atuação política e o seu pensamento educacional, de modo a desvelar os principais marcos históricos da trajetória do autor de Utopia selvagem.

Professora Titular aposentada da Faculdade de Educação da UERJ e professora associada ao Programa de Pós-Graduação em Educação PROPEd/UERJ, Lia Ciomar Macedo de Faria é Mestra e Doutora em Educação, com pós-doutorado em Educação pela Universidade de Lisboa e em Ciência Política pelo IUPERJ. Também é graduada em História e Jornalismo. Coordena o Laboratório Educação e República (LER). É autora dos livros Chaguismo e brizolismo (1969), Ideologia e utopia nos anos 60: um olhar feminino (1997) e CIEP: a utopia possível (1991).

Darcy Ribeiro construiu uma brilhante carreira intelectual, de projeção internacional, notadamente nos campos da antropologia, etnologia e educação. Além de ter sido um estudioso do modo de vida dos povos indígenas, defendeu-os arduamente. De sua vasta obra, destacam¬-se As Américas e a civilização (1969) e O povo brasileiro (1995), fruto de 30 anos de escrita e reformulações.

Após sua palestra, a professora Lia Faria será entrevistada e, na sequência, o público também poderá conversar com a convidada e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ) e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ). A mediação do evento será de W. B. Lemos.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

14 de dezembro, quarta-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Do Direito à Literatura

Sarau do Museu – Secchin: 70 anos de uma vida em Letras

“O poema vai nascendo/ num passo que desafia:/ numa hora eu já o levo,/ outra vez ele me guia.// O poema vai nascendo, / mas seu corpo é prematuro,/ letra lenta que incendeia/ com a carícia de um murro.// O poema vai nascendo/ sem mão ou mãe que o sustente,/ e perverso me contradiz/ insuportavelmente. // Jorro que engole e segura/ o pedaço duro do grito,/ o poema vai nascendo,/ pombo de pluma e granito."
“Biografia”, do livro Desdizer (2017), de Antonio Carlos Secchin.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 28ª Edição do Sarau do Museu – Secchin: 70 anos de Uma Vida em Letras, em formato virtual, no dia 16 de dezembro de 2022, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades. Nesta edição celebraremos os 70 anos do poeta, crítico, ensaísta, ficcionista, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antonio Carlos Secchin, autor de, entre outras obras, Desdizer e antes (2017, poesia reunida), e Percursos da poesia brasileira: do século 18 ao 21 (2018, Prêmio APCA de melhor livro de ensaios), além do recém-lançado Ana à esquerda & outros movimentos (2022, ficção reunida e inéditos).

O encontro contará com as participações do homenageado e de Flávia Amparo, Doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ, Professora Titular do Colégio Pedro II (CPII) e Professora Associada de Literatura Brasileira na Universidade Federal Fluminense (UFF). A convidada publicou livros na área de Criatividade e Interdisciplinaridade; na Coleção Melhores Crônicas, da Global Editora, o volume Josué Montello (2009), e, na Série Essencial, da ABL, os volumes Mario de Alencar (2010) e Luiz Murat (2013). No encontro também estará presente o crítico literário, poeta, ensaísta e jornalista Ricardo Vieira Lima. Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ, Editor-Assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ) e autor do livro Aríete – poemas escolhidos (2021, Prêmio Jorge Fernandes, da União Brasileira de Escritores – Seção Rio de Janeiro, e Prêmio Ivan Junqueira, da Academia Carioca de Letras), Ricardo, que também é coordenador do Sarau do Museu, nesta edição atuará apenas como crítico literário, falando sobre a poética secchiniana. A mediação do evento é de W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada (UERJ), integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ) e também coordenador do Sarau do Museu.

Além de conversar com os convidados, a audiência poderá ler poemas do homenageado, bem como os de sua própria autoria, desde que, preferencialmente, dialoguem com a obra e/ou os temas da poesia de Antonio Carlos Secchin.

O Sarau do Museu prossegue com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

16 de dezembro, sexta-feira, às 17h
O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento
Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados
Clique neste link para acessar o evento
Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Fotografia de um grupo partipando da visita mediada Da Pedra ao Palácio.

Visita Mediada

Da Pedra ao Palácio - Um percurso interativo ao encontro da Justiça

Conduzida por educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida com os visitantes, estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. Por meio da análise de símbolos que se referem à memória do judiciário, os participantes são convidados a dialogar e interagir com os elementos artísticos. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos, os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.

Recomendada para turmas de ensino fundamental, ensino médio, faculdades, ONGs e outros grupos.
Número de visitantes: 25 a 30 pessoas
Duração: 90 minutos
Agendamento de grupos e escolas: 3133-2721 ou e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br
Participação franca
Classificação indicativa: a partir de 12 anos

Exposição

Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos

O Museu da Justiça, em comemoração ao marco de 270 anos da atuação do Poder Judiciário no estado do Rio de Janeiro, promove a exposição “Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos”. Com auxílio dos bens culturais preservados no Museu da Justiça, a exposição se propõe a rememorar os órgãos que compunham a administração da justiça desde o início da colonização, com destaque para os diferentes tribunais que desempenharam a jurisdição no território que corresponde ao atual Estado do Rio de Janeiro e sua interação com a história social brasileira. Dentre o acervo histórico exposto estão objetos de trabalho, móveis, fotografias, livros de registros e documentos decorrentes da atividade judicial, no qual destacam-se autos processuais com mais de 3 séculos.

O objetivo da exposição é evidenciar o papel do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro não só como órgão de pacificação social, enquanto solucionador de conflitos, mas também sua atuação como promotor de cultura e cidadania, mediante a preservação e difusão do patrimônio histórico e da memória institucional.

Museu da Justiça
Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h
Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Exposição

Revelando Niterói

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a exposição Revelando Niterói. A exposição se propõe a tornar evidente o cotidiano da cidade, mostrando espaços e ambientes que hoje fazem parte da paisagem urbana, sob o olhar do fotógrafo Miguel Regazoni. As fotografias possibilitam o enfoque no mais inusitado do corriqueiro, o surpreendente detalhe do cotidiano, ou até mesmas certas manifestações do invisível, à espera de atenção, nas calçadas das nossas ruas.

Museu da Justiça de Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
Entrada franca
Classificação indicativa: livre

Imagem com o título da exposição em destaque, Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro.

Exposição

Mostra de Documentos Judiciais

Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

O Museu da Justiça reinaugura, em sua sede de Niterói, a mostra Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro. Os visitantes poderão rememorar as principais epidemias que atingiram a cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história até os dias atuais. A mostra também está disponível em sua versão virtual, que pode ser acessada por meio do link disponibilizado abaixo.

A mostra e propõe uma reflexão sobre o papel dos agentes públicos, da sociedade e do Poder Judiciário no enfrentamento destes males. Imagens, notícias, canções e processos judiciais conduzem o visitante a épocas passadas e ajudam a compreender o atual momento em que a humanidade luta contra a pandemia da COVID-19, em uma narrativa elaborada a partir das pesquisas realizadas pela equipe do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual
Museu da Justiça de Niterói
Praça da República S/Nº - Centro, Niterói
De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre

Caricatura de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

Exposição Virtual

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

Clique neste link para acessar a página da exposição virtual.

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

Exposição Virtual

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

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Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

Exposição Virtual

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

A exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco.

“'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

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Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

Exposição Virtual

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

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Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

Exposição Virtual

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Caricatura de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

Exposição Virtual

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

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Classificação indicativa: livre