Agenda Agosto

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até o retorno das atividades, porém o CCMJ apresenta algumas novidades para você acompanhar nossas atividades de onde estiver.
Acesse e confira #CCMJcomVc

XV RioHarpFestival e V SPHarpFestival
Agosto/Setembro 2020

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a parceria do programa Música no Museu, recebe o "XV RioHarpFestival” e o “V SPHarpFestival", realizados pelo Música no Museu, que há 15 anos dedica um mês à harpa. Os concertos serão transmitidos virtualmente, de 1 de agosto a 5 de setembro. Serão 62 concertos no Rio de Janeiro e 10 em São Paulo, que contarão com a participação de trinta e cinco músicos de 27 países diferentes, além de palestras sobre a história da harpa. Dentre as novidades, teremos projetos de inclusão com uma harpista brasileira e contaremos com a participação de orquestras de comunidade, a harpista Kobie du Plessis, da África do Sul e a Celtic Harp Orchestra da Itália.

Programação completa abaixo:

Transmissão através dos links:

Facebook
https://www.facebook.com/cedrorosadigital.com.br/
https://www.facebook.com/Rioharpfestival-111147447164043

Youtube
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ
https://www.youtube.com/channel/UCzvcENZN2Z4ZMVBRge5Y2-A

Twitter
https://twitter.com/cedrodigital
https://twitter.com/HarpRio

1º de agosto à 5 de setembro | Classificação indicativa: livre

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

Clube “Leituras no Palácio” | Sala Virtual

“Meteram-me a mim e a mais trezentos companheiros de infortúnio e de cativeiro no estreito e infecto porão de um navio. Trinta dias de cruéis tormentos e de falta absoluta de tudo quanto é mais necessário à vida passamos nessa sepultura até que abordamos as praias brasileiras.”
Úrsula, Maria Firmina dos Reis

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a finalidade de promover a leitura de literatura, dá continuidade ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

No próximo encontro, no dia 3 de agosto, às 17h, em nossa Sala Virtual, conversaremos sobre Úrsula, romance de Maria Firmina dos Reis, primeira autora negra de ficção no Brasil. Publicada em 1859, o que a estabelece como uma das primeiras romancistas do país, a obra, pioneira na crítica antiescravista na nossa literatura, inaugura um gênero literário sem precedentes, já que as diretrizes para os romances abolicionistas seriam propostas apenas décadas depois (o poema “O Navio negreiro”, de Castro Alves, é de 1869, e o romance A escrava Isaura, de Bernardo Guimarães, é de 1875, por exemplo). Além da atividade literária, tendo sido também poeta, foi professora de escola primária a partir de 1847, após ser a aprovada em concurso público na cidade de Guimarães, no Maranhão. Para participar, basta inscrever-se por intermédio do e-mail abaixo informado.

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

3 de agosto, segunda-feira, às 17h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

CCMJ | Música

Trio Movimento Musical

Desde a sua fundação, em 2018, o Trio Movimento Musical vem encantando plateias com um repertório que vai do clássico ao popular. O Trio é composto pelo pianista João Paulo Romeu dos Santos, a violoncelista Denise Emmer e a flautista Lelia Brazil. Neste concerto, realizado no dia 31 de outubro de 2019, no Salão Nobre do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro, o Trio apresentou peças de J.S.Bach, Mozart e Haydn.

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/watch?v=nPO9kbLTNvY

Estreia 9 de agosto, domingo | Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Nunca Me Calarei

“Nunca Me Calarei”, é uma mostra fotográfica que apresenta rostos de mulheres de todas as partes do Brasil que sofreram algum tipo de assédio, tentativa ou abuso sexual. A exposição itinerante, que já passou por diversas cidades do país, foi exposta no APJ-Rio e APJ-Niterói, este, último local de exibição até a interrupção da visitação. De agoste de 2019 até março de 2020, a exposição no CCMJ recebeu 1.578 pessoas. Como forma de dar continuidade à proposta de que outras mulheres não se calem diante de qualquer forma de violência, ela segue disponível, de forma virtual, no portal do CCMJ, a partir de 16 de agosto de 2020.

Visite em: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/exposicoes-do-ccmj/nunca-me-calarei

Classificação indicativa: 14 anos

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

Clube “Leituras no Palácio” | Sala Virtual

“Disse a ele que abrisse os ouvidos e os olhos, pois estava prestes a entrar no mundo real, já que este em que estávamos era grossa mentira. Estamos todos acorrentados. Pretos, brancos, senhores, escravos, libertos. Todos presos a grilhões pesados.”
O crime do Cais do Valongo, Eliana Alves Cruz

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a finalidade de promover a leitura de literatura, dá continuidade ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

No próximo encontro, no dia 17 de agosto, às 17h, em nossa Sala Virtual, discutiremos o romance histórico O crime do Cais do Valongo, de Eliana Alves Cruz, a premiada autora de Águas de barrela (romance de estreia), que, segundo o renomado pesquisador das culturas africanas Nei Lopes, “já merece destaque entre as brilhantes escritoras negras que vêm surgindo em nossa literatura”.

Segundo livro de ficção de Eliana, esse romance histórico-policial, ambientado em Moçambique e no Rio de Janeiro, mais exatamente no Cais do Valongo, nos apresenta o local que foi porta de entrada de 500 mil a um milhão de escravizados de 1811 a 1831, alçado a patrimônio da humanidade pela UNESCO em 2017.

A história acontece no início do século XIX, pouco após a chegada de D. João VI ao Brasil, e é contada por dois narradores, o livreiro mestiço Nuno Alcântara Moutinho e a moçambicana escravizada Muana Lómuè, em um relato pleno de sutilezas, no qual, conforme resenha do historiador Luiz Antonio Simas, “o cotidiano de um Rio marcado pelo horror da escravidão e, ao mesmo tempo, pela potência da cultura das ruas e da incessante reconstrução de sociabilidades produzidas pelas descendentes de africanas e africanos sequestrados do lado de lá do Atlântico”.

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

17 de agosto, segunda-feira, às 17h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Conversas

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: reflexões e ações no enfrentamento à violência”, como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de questões tão importantes e atuais.

A violência contra a mulher é um fenômeno complexo e merece ser compreendido a partir de múltiplos fatores que estão envolvidos no seu surgimento. Este tipo de violência não é recente e acontece em todas as classes sociais, trazendo danos físicos e psicológicos para a família afetada.

No segundo encontro do programa "Conversas: reflexões e ações no enfrentamento à violência”, trataremos dos aspectos psicológicos que a mulher em situação de violência apresenta, assim como, sobre as crianças envolvidas nesta dinâmica. Abordaremos também, as dificuldades que a mulher apresenta em romper com o ciclo e fazer a denúncia. “Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer.

20 de agosto - quinta-feira, de 17h às 18h30min

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 14 anos | Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares | Sala Virtual

2ª Edição do Sarau das Musas
Vozes Femininas para um Novo Milênio

“Me querem mãe/ e me querem fêmea,/ (...) / me fazem omissa/ e me cobram participação// (...) Me impõem modelos/ gestos/ atitudes/ e comportamentos.// E me querem única.// Me castram/ podam/ falam/ e decidem/ por mim.// E me querem plena...”
Trechos do poema “Descompasso – I”. Do livro: Descompasso, de Hilma Ranauro.

“agora estamos falando de uma mulher// (...) uma mulher que é um dos poucos animais ainda selvagens/ que você verá circular por aí”
Trechos do poema “uma mulher com síndrome de Estocolmo”. Do livro: Mulher sob a influência de um algoritmo, de Rita Isadora Pessoa.

“a comida no fogo/ a roupa ficando limpa/ o lixo sendo trocado/ (...) o almoço na mesa/ os pratos na pia// e a garganta aos cactos/ a febre sob holofotes/ a tosse de cachorro/ que você até notaria/ se fizesse o mínimo esforço/ de olhar/ pra o lado”
Trechos do poema “: epochè de si:”. Do livro: Sete centímetros de língua, de Sara Albuquerque.

“hoje eu acordei muito/ sem palavras pensando/ esse mundo/ deixa muito/ a desejar/ na verdade/ o que ele não deixa/ é desejar/ muito/ e livremente”
Trecho do poema “biografia”. Do livro: Quando o céu cair, de Danielle Magalhães.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 2ª Edição do Sarau das Musas – Vozes Femininas para um Novo Milênio, em formato virtual, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

O Sarau das Musas, além de realçar, já a partir do seu título, a noção originária do museu como casa das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), pretende, simultaneamente, resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência, além de cantar, tocar instrumentos e dançar, como faremos juntos, algo caro à expressão dos afetos nesses tempos de isolamento socioemocional.

Com suas Vozes Femininas para um Novo Milênio, no dia 21 de agosto, às 18h, ao propor como temas a feminilidade, a escrita da mulher e o combate às mais variadas formas de violência (física, psíquica, simbólica) de que a mulher é vítima, expostas nessa produção artística, com destaque para a poesia de expoentes da atual literatura de autoria feminina, o Sarau das Musas homenageará a poetisa Hilma Ranauro, com a leitura de poemas dos dois livros da autora, a saber: Descompasso (1985) e Um murro no espelho baço (1992), além de textos inéditos que integrarão, em breve, a edição de sua nova obra, Narciso em cacos – antologia poética, organizada e prefaciada pelo crítico literário, Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e poeta Ricardo Vieira Lima (que também participará do sarau comentando a poesia de Ranauro), responsável pelo necessário e imprescindível resgate da obra da poetisa, que também é professora aposentada da UFF.

Vozes Femininas para um Novo Milênio contará com a participação da própria Hilma Ranauro, e a especial presença das poetas Danielle Magalhães, Rita Isadora Pessoa e Sara Albuquerque, num diálogo poético que terá como mediadora a professora da UFRJ, especialista em literatura escrita por mulheres, Anélia Pietrani. Em seu primeiro momento, as poetas participantes poderão falar sobre a sua relação com o tema do evento e ler seus próprios poemas e/ou alguns poemas da autora homenageada, assim como das outras poetas participantes. Após esse primeiro momento, o microfone estará aberto para a participação do público e de outro(a)s poetas, com perguntas e/ou leituras de poemas próprios ou de autores que tematizem ou não aspectos da condição existencial e histórica da mulher, tais como Adélia Prado, Sophia de Mello Breyner Andresen, Sylvia Plath, Alejandra Pizarnik, Ana Cristina Cesar, Hilda Hilst, Olga Savary, Margaret Atwood, Claudia Roquette-Pinto, Angélica Freitas, Ana Martins Marques, Bruna Mitrano e outros nomes de escolha de todos os participantes, convidados ou não, sejam antigo(a)s, moderno(a)s ou contemporâneo(a)s, brasileiro(a)s ou estrangeiro(a)s que, de alguma forma, os tenham marcado, realçando, assim, o diálogo entre literaturas de diversas épocas e geografias. Para obter informações e participar do sarau, basta apenas enviar um e-mail para a produção abaixo.

Realizado mensalmente, preferencialmente, em uma das sextas-feiras, às 18h, o Sarau das Musas conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da coordenação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

21 de agosto, sexta-feira, às 18h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 14 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações pelo e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares

Clube “Leituras no Palácio” | Sala Virtual

“os homens as mulheres nascem crescem/ veem como os outros nascem/ como os outros nascem/ como desaparecem/ desse mistério brota um cemitério/ enterram carcaças depois esquecem (...).”
Um útero é do tamanho de um punho, Angélica Freitas

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com a finalidade de promover a leitura de literatura, dá continuidade ao programa “Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares”, destinado, em especial, a realçar os laços entre o Direito e as demais Humanidades (Literatura, Filosofia, Sociologia, Psicologia, História, etc.).

Na próxima reunião do “Leituras no Palácio”, no dia 31 de agosto, às 17h, em nossa Sala Virtual, conversaremos sobre o livro de poemas Um útero é do tamanho de um punho, de Angélica Freitas, cuja obra, irreverente e iconoclástica, além da ótima recepção de público e de crítica pelo Brasil, tem recebido expressiva atenção internacional. A tradução de Rilke shake, primeiro livro da poeta gaúcha, realizada pela pesquisadora e crítica literária Hilary Kaplan, foi duplamente premiada nos Estados Unidos, em 2016, enquanto que Um útero é do tamanho de um punho, seu segundo livro, premiado pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo (APCA) em 2012, acaba de ser traduzido para o alemão. Sem publicar desde aquele ano, Angélica lançou este mês o esperado Canções de atormentar.

Quinzenalmente realizados, preferencialmente às segundas-feiras, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

31 de agosto, segunda-feira, às 17h

Em sala virtual do aplicativo Teams a ser acessada por link disponibilizado após a inscrição.

Participação franca | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Número de participantes: 40 pessoas. Inscrições e informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

CCMJ | EXPO

Mostra Virtual de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Visite em: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre