Agenda Cultural de Abril

Imagem ilustrativa das atividades de abril, da esquerda para a direita: fotografia em preto e branco de Jeferson Tenório; logomarca do II Concurso de Poesia - Palavra Viva; fotografia da autora Gênese Andrade, com a capa do seu livro 'Modernismos 1922-2022'

Venha conferir também as atividades virtuais do Museu da Justiça. Clique neste link para acessar a página Museu da Justiça com Você.

logomarca do II Concurso de Poesia - Palavra Viva

II CONCURSO DE POESIA

Palavra Viva

O Museu da Justiça e a Secretaria Municipal do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida promovem o II Concurso de Poesia Palavra Viva. Poderão participar pessoas de 60 anos ou mais que residam na cidade do Rio de Janeiro. O tema do concurso e o cronograma serão apresentados no evento de lançamento.

A banca de avaliação é composta por representantes dos mais diversos segmentos como sociólogos, psicólogos, profissionais da justiça e de instituições culturais que irão aquilatar os trabalhos com critérios como criatividade, originalidade e pertinência com o tema. As cinquenta poesias mais bem avaliadas pela banca terão seus trabalhos impressos em uma cartilha e os ganhadores serão convidados para o evento de encerramento do concurso.

A Secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida tem como missão promover a formulação de políticas públicas e diretrizes para a população idosa do Rio de Janeiro, como também desenvolver e implementar programas e projetos relacionados à qualidade de vida das pessoas idosas, entre outros.

Cronograma do II Concurso de Poesia Palavra Viva
11/04 - Publicação do regulamento no Diário Oficial da Prefeitura. Clique neste link para consultar o edital.
12/04 a 30/04 - Período para envio dos trabalhos inscritos. Clique neste link para realizar sua inscrição(https://bit.ly/concursopalavraviva).
01/05 a 25/05 - Período para a banca receber e avaliar os trabalhos inscritos
06/06 - Anúncio do resultado do concurso
16/06 - Evento de encerramento do concurso

Lançamento dia 5 de abril, terça-feira, às 10h

Sala Multiuso do Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, Térreo - Centro, Rio de Janeiro

60 Lugares, sujeito a lotação

Informações por e-mail: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: Livre

Fotografia de Isabela Francisco segurando suas ilustrações.

CURSO DE ARTES

Fazendo Arte por Toda Parte

O Museu da Justiça oferece o curso livre de artes “Fazendo Arte por Toda Parte”, sob a orientação da artista plástica Isabela Francisco. As aulas virtuais são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista. A programação de abril pode ser conferida abaixo.

Dia 7 - Usando acetato!
Dia 14 - Trabalho em relevo
Dia 21 - Pontilhado
Dia 28 - Aula Surpresa!

As aulas são ministradas toda semana e disponibilizadas às quintas-feiras, no canal da artista, no Youtube.

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

3, 10, 17, 24 de março, quintas-feiras

Clique neste link para acessar o Canal Artista Isabela Francisco no Youtube.

Curso gratuito

Classificação indicativa: Livre

Imagem estilizada de um livro aberto.

DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Lembro que foi de sua boca que escutei pela primeira vez a palavra ‘abismo’.”
O avesso da pele, de Jeferson Tenório.

Na próxima reunião do clube "Leituras no Palácio", conversaremos sobre o livro O avesso da pele, de Jeferson Tenório, ficcionista, também autor de O beijo na parede (2013) e Estela sem Deus (2018) e doutorando em Teoria Literária pela PUCRS. No encontro virtual, no dia 11 de abril, às 17h, debateremos aquele que é o terceiro romance de Tenório, obra vencedora do Prêmio Jabuti, em 2021. Entre os diversos temas abordados pela narrativa, estão a constituição da identidade, a complexidade das relações raciais, a violência e a negritude.

O encontro do Clube "Leituras no Palácio" conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação do poeta e crítico W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

11 de abril, segundas-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento. Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Informações: ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Retrato em preto e branco de Alberto Pucheu.

DO DIREITO À LITERATURA

Sarau do Museu: Apoesia de Alberto Pucheu

"Se fosse uma tragédia grega, Tirésias entraria em cena e, como em Antígona, diria para Creonte: ‘Percebes que te abeiras de um abismo?’. Isso não é, entretanto, uma tragédia grega.”
“Poema para a catástrofe do nosso tempo”, do livro Vidas rasteiras, de Alberto Pucheu.

O Museu da Justiça, com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 20ª Edição do Sarau do Museu: Apoesia de Alberto Pucheu, em formato virtual, no dia 19 de abril, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nesta edição, celebraremos e debateremos a obra de Alberto Pucheu. Poeta, ensaísta e professor de Teoria Literária da Faculdade de Letras da UFRJ, Pucheu já publicou 11 livros de poemas, dentre eles: A fronteira desguarnecida – poesia reunida (2007); Mais cotidiano que o cotidiano (2013); Para que poetas em tempos de terrorismo? (2017) e Vidas rasteiras (2020). Sua obra poética integrou a coleção Ciranda da Poesia (2013) e foi lançada em Portugal, em 2018. Como ensaísta, publicou, entre outros, Pelo colorido, para além do cinzento: a literatura e seus entornos interventivos (2007); Giorgio Agamben: poesia, filosofia, crítica (2010) e Apoesia contemporânea (2014). Organizou Não pararei de gritar: poemas reunidos (2020), de Carlos de Assumpção.

O encontro contará com as participações do autor; de Diana Junkes poeta, crítica literária, professora da Universidade Federal de São Carlos (onde coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Poesia e Cultura/NEPPOC-CNPq), autora de As razões da máquina antropofágica: poesia e sincronia em Haroldo de Campos (2013) e dos livros de poesias Clowns cronópios silêncios (2017), Sol quando agora (2018) e Asas plumas macramê (2019) e de Tarso de Melo, poeta e ensaísta, autor de Íntimo desabrigo (2017), Rastros (2019) e As formas selvagens da alegria (premiado pelo PROAC/LAB, 2021, a sair) dentre outros livros de poemas e organizador de várias obras coletivas, como Sobre poesia, ainda: cinco perguntas, cinquenta poetas (2019), além de advogado e professor, doutor em Filosofia do Direito pela Faculdade de Direito da USP, onde atualmente realiza um pós-doutorado.

Os participantes poderão, além de conversar com os convidados, ler poemas do autor, de autoria própria ou que dialogue com a obra e/ou os temas da poesia de Alberto Pucheu.

O Sarau do Museu continua com o objetivo de resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores da poesia e da música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio das Equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça e a Coordenação de Ricardo Vieira Lima, poeta, crítico literário, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ) e de W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e integrante do Corpo de Instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ). Nesta edição, ambos os coordenadores atuarão como mediadores.

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

19 de abril, terça-feira, às 17h.

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h 55min, no dia do evento. Pedimos aos participantes que entrem na sala com os microfones e câmeras desligados.

Clique neste link para acessar o evento.

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Participação franca

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do desembargador Newton Doreste Batista.

HISTÓRIA ORAL

Entrevistado: Des. Newton Doreste Batista

Newton Doreste Baptista nasceu em 07 de maio de 1924, em São Gonçalo, no antigo Estado do Rio de Janeiro. Em 1951, graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Niterói, atual Universidade Federal Fluminense, dando início, em 1957, a sua carreira na magistratura. Em entrevista, o desembargador aborda o motivo pelo qual decidiu ser juiz e faz um panorama do Poder Judiciário no antigo Distrito Federal e no Estado da Guanabara; também comenta sobre a transferência da capital federal para Brasília, em 1960, e seu impacto na Justiça local; além de outros momentos marcantes de sua trajetória. Aposentou-se em 7 de maio de 1994.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do programa, ao longo de 24 anos, é resgatar, preservar e divulgar a história recente do Poder Judiciário, por meio do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente, o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos, na página do Museu da Justiça, no portal do TJRJ e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA, endereço eletrônico: “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 24 de abril, domingo

Clique neste link para acessar o canal do TJRJ no Youtube.

Classificação indicativa: livre

Fotografia da autora Gênese Andrade.

HUMANITAS - Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos

A Semana de Arte Moderna em seu centenário: entre o marco e o mito

“[...] todos os movimentos se processam da mesma maneira, confusos, heteróclitos, desiguais. O que importa é o impulso e a meta. Esses foram atingidos pelo movimento de 22.”
Oswald de Andrade, “O modernismo”. In: Estética e política. Org. de Maria Eugenia Boaventura.

O Museu da Justiça, com o objetivo geral de fomentar, em especial, aproximações entre o Direito e as demais Humanidades, dá continuidade às atividades do programa Humanitas – Ciclos de Palestras, Debates e Diálogos, em formato virtual, no dia 25 de abril, às 17h, cujas ações têm o propósito específico de promover a cultura humanística, filosófica, científica e artística.

Em sua nona edição em formato virtual, intitulada "Um século de Modernismos (1922-2022)", o Humanitas, em comemoração ao centenário da Semana de 22, contará com a presença da professora da FAAP, pesquisadora, tradutora e ensaísta Gênese Andrade. A palestrante é doutora em Literatura Hispano-Americana pela USP, com pós-doutorado em Literatura Comparada pela UNICAMP e responsável pela organização da alentada obra Modernismos 1922-2022, reunião de 29 ensaios de autoria de estudiosos e críticos consagrados que se propuseram a refletir e questionar a Semana de Arte Moderna e seus desdobramentos.

A convidada falará sobre o teor dos ensaios, reunidos com o intuito de revisitar a memória e fortuna crítica modernistas que tornam públicas e debatem manifestações e obras artísticas, reconhecendo suas virtudes e aspectos controversos.

Após sua palestra, a professora Gênese Andrade será entrevista e, na sequência, o público também poderá conversar com a convidada e/ou lhe direcionar perguntas.

Os ciclos Humanitas objetivam difundir e realçar noções ético-humanísticas, em apoio ao amplo esclarecimento sociopolítico, imprescindível ao exercício democrático da cidadania.

O evento conta com o apoio das equipes de Produção e do Educativo do Museu da Justiça, além da coordenação e mediação dos poetas e críticos W. B. Lemos, doutor em Literatura Comparada pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ) e Ricardo Vieira Lima, doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ e editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ).

Serão concedidas horas de capacitação pela ESAJ a quem participar de todo o evento. Não é necessário se cadastrar nem solicitar a atribuição das horas, basta entrar na plataforma com seu e-mail individual corporativo.

25 de abril, segunda-feira, às 17h

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h55min no dia do evento

Clique neste link para acessar o evento.

Pedimos aos participantes que entrem na sala virtual com os microfones e câmeras desligados.

Participação franca

Informações: ccmj.agendacultural@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Imagem do quadro Vergonha, de Isabela Francisco

EXPO

Presenças Invisíveis

O Museu da Justiça do Rio de Janeiro promove a mostra “Presenças Invisíveis” que apresenta uma arte inovadora, composta por intervenções dramáticas e comoventes feitas por mulheres que sofreram violência doméstica e hoje vivem em abrigos.

A mostra, idealizada pela artista plástica e serventuária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabela Francisco, é realizada com o apoio do RioSolidario e do Grupo Mulheres do Brasil, que celebra seus quatro anos de atuação no Rio de Janeiro.

A exposição apresenta obras desenvolvidas sobre lençóis, símbolo forte e tão presente neste universo de violência, que foram pintados pelas mulheres abrigadas. Isabela Francisco também produziu um trabalho sobre os cliques da fotógrafa Rosane Naylor, realizados durante as visitas à Casa Abrigo Lar da Mulher, quando as mulheres executaram os trabalhos artísticos. As peças dialogam e instigam no público sentimentos de explícita emoção em relação à violência sofrida por essas mulheres. Clique neste link para acessar a página com as informações da exposição.

De 9 de março a 3 de junho

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 2º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: 12 anos

Imagem caricaturada de Deocleciano Martins de Oliveira Filho.

EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também têm uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado deixou para o TJRJ como legado.

O visitante do Museu da Justiça poderá apreciar presencialmente alguns trabalhos do magistrado e artista, assim como ver alguns dos instrumentos que Deocleciano usava para confeccionar suas obras. Para visitar e versão virtual da mostra, acesse: Clique neste link para acessar a página da exposição.

Museu da Justiça

Rua Dom Manuel, 29, 3º andar - Centro, Rio de Janeiro/RJ

De segunda a sexta-feira, das 11 às 17h

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Imagem do quadro Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer, feita com material reciclado.

EXPO

Arte, Educação e Sustentabilidade

O Museu da Justiça apresenta a exposição virtual “Arte, Educação e Sustentabilidade”, uma mostra coletiva essencialmente constituída de obras de arte elaboradas e produzidas pelos alunos do Colégio São Paulo com idealização e curadoria do artista plástico e professor Marcos Lanzieiro.

Todos os materiais utilizados para a confecção das obras são resultado de um processo de reciclagem, reuso e reaproveitamento, o que insere o projeto em um Programa de Educação Ambiental estimulando uma nova consciência em relação ao meio ambiente através de uma mudança comportamental.

Marcos Lanzieiro é historiador e arte educador, tendo iniciado seus estudos de desenho, pintura e aquarela na Sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro. Marcos está à frente dessa iniciativa que nos traz obras selecionadas especialmente para o público do Museu da Justiça e que exibe, em caráter inédito e em formato virtual, o resultado desse trabalho incrível, fruto da união de alunos e mestre em prol da arte e do meio ambiente.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem da obra Todas as Coisas Passam, de Alexandre Pinhel.

EXPOSIÇÃO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

Em comemoração à reabertura do Museu da Justiça em Niterói e encerrando o Mês do Meio Ambiente, a exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente” foi inaugurada e está aberta para a visitação do público, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Ainda como parte da celebração, o Museu da Justiça disponibiliza em seu portal uma galeria virtual da exposição, incluindo obras inéditas selecionadas pelo próprio autor. “Utilizando uma gama imensa de materiais abandonados, ele cria, através de intervenções, um universo próprio, ordenado, repleto de significados. Símbolos míticos se misturam e, numa simbiose com os problemas contemporâneos, vão emergindo trabalhos que refletem esse nosso momento conturbado”, diz Isabela Francisco, curadora da exposição.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

A partir de 23 de junho de 2021

Segunda a sexta-feira, das 11h às 17h

Museu da Justiça de Niterói

Praça da República, s/nº, Centro - Niterói - RJ

Entrada Franca | Classificação indicativa: Livre

Imagem da fachada do Antigo Palácio da Justiça de Niterói.

EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo Estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais desenvolvidas pelo Museu da Justiça, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem de uma fazenda.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça promove, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre

Imagem caricaturada de Euclides da Cunha e Dilermando de Assis.

EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual conta com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do Museu da Justiça.

Clique neste link para acessar a página da exposição.

Classificação indicativa: livre