Agenda Abril

 

 

A programação cultural nos espaços está suspensa até a reabertura do CCMJ. Ate lá, você pode acompanhar nossas atividades online de onde estiver.
Acesse e confira o #CCMJcomVc

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Sarau das Musas – Homenagem a Cecília Meireles

“Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa.”
Versos de “Motivo”, poema do livro Viagem, de Cecília Meireles.

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), com o intuito de promover a leitura de poesia, realizará a 7ª Edição do Sarau das Musas – Homenagem a Cecília Meireles, em formato virtual, no dia 09 de abril, às 17h, como mais um dos desdobramentos do programa Do Direito à Literatura – Encontros Literários Interdisciplinares, série de ações que têm como objetivo buscar aproximações entre o Direito e as demais Humanidades.

Nessa edição, o Sarau das Musas celebrará os 120 anos de nascimento da autora de Romanceiro da Inconfidência em uma conversa literária com a presença dos professores, e estudiosos da obra de Cecília, Anélia Pietrani (UFRJ), Darlene J. Sadlier (Indiana University-Bloomington) e Miguel Sanches Neto (UEPG). Os críticos convidados também lerão seus poemas preferidos e os mais representativos da poeta homenageada.

Além de conversar com as pesquisadoras, todos os participantes poderão ler poemas de autoria própria ou não, que, preferencialmente, tenham alguma relação com os temas da poesia de Cecília Meireles.

O Sarau das Musas, já a partir de seu nome, deseja realçar a noção originária e etimológica do museu como casa ou templo das musas (as entidades às quais, na Antiguidade Clássica, era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística), e pretende resgatar a história e atualizar a forma das tradicionais reuniões literárias e musicais cariocas, em particular, e brasileira, em geral, tão ao gosto da Belle Époque e do Rio antigo, em que os apreciadores de poesia e música se reuniam para dizer e ouvir poemas e canções de sua preferência.

O evento conta com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da organização e mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

9 de abril, sexta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmj_saraudasmusas

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo.”
Pedro Páramo, de Juan Rulfo

No próximo encontro do Leituras no Palácio, discutiremos Pedro Páramo, obra-prima da literatura mundial, precursora do realismo mágico, de autoria do ficcionista mexicano Juan Rulfo. Em nossa Sala Virtual, no dia 12 de abril, às 17h, com a leitura e discussão desse romance reverenciado por alguns dos maiores narradores da América Latina, tais como Gabriel García Márquez, Julio Cortázar e Mario Vargas Llosa, compreenderemos algumas das semelhanças entre as realidades históricas e sociopolíticas mexicana e brasileira.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

12 de abril, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | HISTÓRIA ORAL

Entrevistada: Desa. Cristina Tereza Gaulia

A inauguração, em abril de 2004, do primeiro ônibus adaptado para funcionar como cartório foi um marco importante do Programa Justiça Itinerante do TJERJ, que, há muito, vem proporcionando o acesso à Justiça para as pessoas mais necessitadas, em suas próprias comunidades. Em comemoração aos seus 17 anos, disponibilizamos a entrevista concedida ao Programa de História Oral, no ano de 2017, pela Desembargadora Cristina Tereza Gaulia, uma das fundadoras do projeto. Em seu depoimento, a magistrada aborda com detalhes como se deu a implantação e o desenvolvimento de tão importante iniciativa do Poder Judiciário fluminense, desde seus primeiros passos até a consagração do modelo atual. A Resolução TJ/OE nº 10, assinada em 24 de junho de 2004 e publicada no dia seguinte, instituiu formalmente a Justiça Itinerante no âmbito do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.

O Programa de História Oral do Poder Judiciário nasceu de um projeto criado em 1998, pelo desembargador Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva (1925-2011), que compunha o Colegiado Dirigente do Museu da Justiça. O objetivo do Programa, ao longo de 23 anos, é o de resgatar, preservar e divulgar a História recente do Poder Judiciário através do testemunho de seus próprios agentes. Atualmente o programa é coordenado pelo desembargador Ronald dos Santos Valadares, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária. Os sumários dos depoimentos são disponibilizados aos públicos interno e externos na página do CCMJ, no portal do TJRJ, e a íntegra (transcrita ou em formato audiovisual) é acessada por meio de solicitação ao SEATA através do correio eletrônico “ccmj.seata@tjrj.jus.br”.

Estreia 18 de abril, domingo

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CCMJ | MÚSICA

Le Quartier Jazz Trio

No dia 25 de abril, o CCMJ exibe o concerto do Le Quartier Jazz Trio, em parceria com o Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), na apresentação realizada em dezembro de 2019 no Salão Nobre do APJ-Rio, durante a I Feira Literária da Magistratura (Flimag).

O Le Quartier Jazz Trio tem como característica desenvolver um trabalho voltado à releitura de clássicos do jazz e música brasileira, com um toque autoral. O grupo é formado pelo magistrado Carlos Saraiva (baixo), aluno de grandes instrumentistas como Nico Assumpção, John Patitucci e Lincoln Goines, com quem estudou na escola Bass Collective de Nova Iorque, pelo pianista, tecladista, compositor e arranjador Bruce Lemos (piano) e por Pablo Diego (bateria), aluno do baterista e percussionista sinfônico, Marcelo Vieira, já tendo gravado com Daniel Boaventura, Michael Sullivan, Zé Canuto, Per Olav Kobberstad, dentre outros.

A exibição da apresentação também é uma homenagem ao Dia Internacional do Jazz, que ocorre no último dia do mês.

Estreia 25 de abril, domingo

Para assistir acesse: https://www.youtube.com/pjerjoficial/videos

Classificação indicativa: livre

CCMJ | DO DIREITO À LITERATURA

Clube “Leituras no Palácio”

“No princípio, o universo era provavelmente muito escuro.”
Meu destino é ser onça, mito tupinambá restaurado por Alberto Mussa

No próximo encontro do Leituras no Palácio, conversaremos sobre Meu destino é ser onça, reunião de relatos míticos tupi organizada pelo pesquisador e premiado escritor Alberto Mussa. Em nossa Sala Virtual, no dia 26 de abril, às 17h, com a leitura e discussão das narrativas indígenas, coletadas por diversos cronistas europeus, teremos acesso especial à visão de mundo de uma das matrizes dos povos originários do Brasil.

Quinzenalmente realizados, os encontros do “Leituras no Palácio” dispõem do apoio da equipe do Educativo do CCMJ e da mediação do poeta W. B. Lemos, Doutor em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e integrante do corpo de instrutores da Escola de Administração Judiciária (ESAJ).

Atenção: atividade não registrada para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

26 de abril, segunda-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/leiturasnopalacio

O acesso à sala estará disponível a partir das 16h45min no dia do evento

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br.

Classificação indicativa: a partir de 12 anos

CCMJ | CONVERSAS

Reflexões e ações no enfrentamento à violência

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) apresenta o programa “Conversas: Reflexões e ações no enfrentamento à violência contra a mulher” como um espaço que possibilite a discussão, a aproximação e a sensibilização das pessoas, através de encontros com apresentações lúdicas e conteúdos didáticos, de temas voltados para a violência contra a mulher.

No programa deste mês abordaremos os vários tipos de "Feminismos" através de suas conceituações, do entendimento de cada onda e seus impactos na evolução das conquistas da mulher ao longo das décadas. Maria Augusta - psicóloga e mediadora do "Conversas" convida Adriana Mota - pedagoga e ativista da Articulação de Mulheres Brasileiras, para um debate sobre Direitos e Cidadania das mulheres até os dias atuais, voltados para temas mais específicos, como o ativismo digital, o feminismo negro e o transfeminismo

“Conversas” é realizado com o apoio da equipe do Educativo do CCMJ e com a colaboração e mediação da psicóloga Maria Augusta Fischer, psicóloga clínica e jurídica, especialista em violência contra a mulher, coordenadora do grupo de reflexão com mulheres em situação de violência no CIAM Marcia Lyra.

29 de abril, quinta-feira, às 17h.

Para participar, acesse: https://bit.ly/ccmjconversas

Participação franca | Informações por e-mail ccmj.educativo@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: a partir de 14 anos

Curso Livre de Pintura

Fazendo Arte por Toda Parte - Encontros Virtuais

O CCMJ, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, oferece o curso livre de pintura “FAZENDO ARTE POR TODA PARTE”, sob a orientação da artista plástica, Isabela Francisco.
“Em época de afastamento social, a arte tem o dom de unir almas” - afirma a artista. Para dar continuidade à esse incrível trabalho, Isabela Francisco criou uma página no Youtube onde os alunos poderão acessar às aulas virtuais, ministradas toda semana.

Aulas na página “Artista Isabela Francisco” através do link: https://www.youtube.com/channel/UCl4-VWU2s5ByxAdszsMJDug

Atenção: curso não registrado para pontuação como atividade de capacitação da ESAJ.

Curso gratuito

Informações por e-mail: ccmj@tjrj.jus.br

Classificação indicativa: Livre

CCMJ | EXPO

Mostra o Escultor da Justiça

Um Olhar artístico sobre Deocleciano

Deocleciano Martins de Oliveira Filho nasceu em 1906, na cidade de Barra do Rio Grande, na Bahia. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diversos cargos, entre eles o de auditor de guerra e comissário de polícia. Nomeado juiz substituto em 1946, tornou-se juiz de direito da 22ª Vara Criminal do Distrito Federal em 1951. Promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Guanabara em 1965, aposentou-se no cargo em 31 de maio de 1972.

Sempre dividido entre o Direito e a Arte, buscou aproximar essas duas áreas do conhecimento humano. Nas artes plásticas, produziu trabalhos no campo do desenho, escultura e pintura. Parte de sua obra literária retrata os problemas que afligem o povo nordestino. Suas obras também tem uma concepção místico-religiosa. Para a decoração interna do atual Palácio da Justiça, concebeu uma série de 44 relevos inspirados nas parábolas do Novo Testamento, descritos em seu livro As Parábolas, publicado em 1969. As obras representam a sua concepção de cada uma das parábolas da bíblia, que extraiu do Novo Testamento.

Em 1966, elaborou o projeto de execução das estátuas Lei, Justiça, Equidade e de Rui Barbosa. Hoje elas ornam as fachadas e entorno do atual Palácio da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nesta exposição virtual estão expostas fotografias que mostram a sua rotina como artista, e obras que o magistrado e artista deixou para o TJRJ como legado.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/um-olhar-artistico-sobre-deocleciano

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Centenário do Palácio da Justiça de Niterói

O Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ) promove a exposição virtual “Centenário do Palácio da Justiça de Niterói”, para comemorar os cem anos de construção da sede do Judiciário do antigo estado do Rio de Janeiro, completados no ano passado.

Por meio de textos, imagens e documentos, rememora-se a história do prédio, como os julgamentos de ampla repercussão e os tribunais que nele funcionaram, relacionando-a à evolução urbana da antiga capital fluminense. Trajetória que prossegue nas atividades culturais hoje desenvolvidas pelo CCMJ, nesse edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/centenario-apj-niteroi

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

Café, Riqueza e Escravidão: A insurreição de Manoel Congo

Inspirado no mês em que se propõe uma reflexão sobre a consciência negra, o Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário promove, entre outros eventos, a mostra virtual “Café, Riqueza e Escravidão: A Insurreição de Manoel Congo”, que aborda uma das maiores rebeliões escravas da então província do Rio de Janeiro.

Com auxílio de processos históricos restaurados, é possível mergulhar no ambiente senhorial e escravagista do início do século XIX e resgatar um dos símbolos da resistência negra contra a opressão. Além da conscientização de uma herança de desigualdade, que permeia os dias atuais, a exposição chama atenção para a importância da preservação do patrimônio cultural na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática​.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/cafe-riqueza-e-escravidao-a-insurreicao-de-manoel-congo

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Absurdos Insustentáveis - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente

O Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário, disponibiliza a partir de 11 de outubro, a versão virtual da exposição “Absurdos Insustentáveis – a Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente”, que reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos, com curadoria de Isabela Francisco. “'Absurdos Insustentáveis' é uma exposição que visa mostrar a violência humana contra a natureza ameaçada”, afirma Isabela Francisco.

O autor da exposição, Alexandre Pinhel, usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas. Na versão virtual, o público será conduzido pelo próprio artista que falará sobre as obras e suas curiosidades, na escolha pelos materiais utilizados e algumas particularidades de cada peça.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/absurdos-insustentaveis

Classificação indicativa: livre

CCMJ | EXPO

Mostra de Documentos Judiciais

O Homicídio de Euclides da Cunha

Além de escritor, Euclides da Cunha foi jornalista e engenheiro militar. Atuou em diversas obras públicas, inclusive na demarcação das fronteiras entre o Brasil e o Peru. Como correspondente do Jornal "O Estado de São Paulo", acompanhou os conflitos na região de Canudos, no interior Baiano. Esta experiência o inspirou a escrever sua grande obra “Os Sertões”, publicada em 1902. No ano seguinte, seria eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras.

Euclides da Cunha foi morto na residência do jovem cadete Dilermando Cândido de Assis, que mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa, Anna Emília Solon da Cunha. O episódio, que ficou conhecido como a “tragédia da Piedade”, ocorreu em 1909, no subúrbio carioca, e teve ampla cobertura da imprensa. Houve dois julgamentos pelo Tribunal do Júri, que, nas duas ocasiões, decidiu pela absolvição do réu (Dilermando), por entender que agira em legítima defesa

A mostra virtual contará com a consulta dos processos de homicídio e de inventário, pertencentes ao acervo histórico do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e restaurados pela equipe técnica do CCMJ.

Para visitar, acesse: http://ccmj.tjrj.jus.br/web/ccmj/o-homicidio-de-euclides-da-cunha

Classificação indicativa: livre